Resenha - Place Vendome - Place Vendome
Por Ben Ami Scopinho
Postado em 30 de janeiro de 2006
Nota: 9 ![]()
![]()
![]()
![]()
![]()
![]()
![]()
![]()
![]()
É curioso observar como o nome Michael Kiske é forte no mundo do rock pesado, mesmo este tendo disparado inúmeros comentários indevidos, porém muitas vezes sensatos, para fãs e indústria fonográfica... Mesmo sendo um fato compreensível, fica meio chato perceber que o nome Place Vendome é associado primeiramente a Kiske e ainda ver sua foto seis vezes maior que a dos outros integrantes no encarte do CD.
Place Vendome - Mais Novidades
Seria injustiça não dizer que a grande fera que deu vida a estas canções é Dennis Ward (baixo) e, em menor grau, Uwe Reitenauer (guitarras) e Gunter Werno (teclados - Vanden Plas), que realmente participaram na elaboração das composições. Naturalmente o projeto se completa com Kosta Zafirou (bateria), todos já conhecidos membros do Pink Cream 69.
De qualquer maneira, quando nossas atenções são voltadas somente à arte, percebemos o quanto as canções do Place Vendome são bonitas. As músicas aqui trazem muito do AOR que o Journey (quem diria esta banda faria escola depois de tanto tempo!) já fez, naturalmente um pouco mais atualizado e com uma performance incrível de todos os músicos envolvidos.
Com pouca distorção, muitos teclados, e em alguns momentos beirando o pop, o que se tem aqui são faixas variadas que podem ser escutadas em qualquer momento. Temos algum peso em "Cross The Line", nas excelentes "I Will Be Gone" e "Magic Carpet Ride". Há momentos mais acessíveis, que ficam por conta de "I Will Be Waiting" e "The Setting Sun"; e o álbum fecha de forma magistral com a épica e pesada "Sign Of The Times", comprovando ao ouvinte que ele acabou de escutar o que há de melhor neste gênero, um discaço!
Entretanto, a faixa que marca pela simplicidade é a própria "Place Vendome", puro rock´n´roll bem animado onde Kiske mostra seu talento nato, cantando com muita emoção e empolgando mesmo. O único ponto que ficou realmente a desejar é "Heavens Door", pop total e cansativo, porém, de resto, são ótimas canções.
Creio que no ano de 2005, em se tratando de qualidade e bom gosto nos arranjos no estilo hard rock/AOR, o Place Vendome só encontra paralelo no norueguês Greenhouze, que lançou um álbum homônimo também excelente, disponível no mercado nacional e que vale a pena ser conferido.
Place Vendome – Place Vendome
(2005 / Frontiers Records – Hellion Records)
01. Cross The Line
02. I Will Be Waiting
03. Too Late
04. I Will Be Gone
05. The Setting Sun
06. Place Vendôme
07. Heavens Door
08. Right Here
09. Magic Carpet Ride
10. Sign Of The Times
Outras resenhas de Place Vendome - Place Vendome
Receba novidades do Whiplash.NetWhatsAppTelegramFacebookInstagramTwitterYouTubeGoogle NewsE-MailApps



Fabio Lione rompe silêncio e fala pela primeira vez sobre motivos da sua saída do Angra
Fabio Laguna quebra silêncio e fala sobre não ter sido convidado pelo Angra para reunião
Shawn "Clown" Crahan fala sobre o próximo álbum do Slipknot: pausa agora, criação em andamento
Jimmy Page celebra 25 anos de show do Iron Maiden no Rock in Rio III
Os baixistas que influenciaram John Myung, do Dream Theater
Helloween coloca Porto Alegre na rota da turnê de 40 anos; show antecede data de SP
A banda que dá "aula magna" de como se envelhece bem, segundo Regis Tadeu
O polêmico disco nacional que Renato Russo disse ser um dos melhores do rock de todos os tempos
Dave Mustaine diz que integrantes reagiram bem ao anúncio do fim do Megadeth
Guitarrista da banda solo de Bret Michaels sai em sua defesa
Geddy Lee não é fã de metal, mas adora uma banda do gênero; "me lembram o Rush"
A banda inglesa de rock que Regis Tadeu passou parte da vida pronunciando o nome errado
Regis Tadeu explica por que Roger Waters continua um imbecil
Com problemas de saúde, Mick Box se afasta das atividades do Uriah Heep
System of a Down foi a banda de rock que mais vendeu ingressos na América do Sul em 2025
Led Zeppelin: A inspiração por trás do clássico "Kashmir"
Heavy Metal: "cristãos podem aprender muito com o gênero"
Bon Scott, do AC/DC, elegeu uma música do Kiss como a pior que já foi gravada


Alter Bridge, um novo recomeço no novo álbum autointitulado
Com "Brotherhood", o FM escreveu um novo capítulo do AOR
Anguish Project mergulha no abismo do inconsciente com o técnico e visceral "Mischance Control"
Motorjesus pisa fundo no acelerador, engata a quinta e atropela tudo em "Streets Of Fire"
Metallica: em 1998, livrando a cara com um disco de covers
Whitesnake: Em 1989, o sobrenatural álbum com Steve Vai



