Resenha - Ritual Factory - MCM

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Por Fernando De Santis
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Nota: 8


MCM é uma sigla que indica genialidade e técnica: Alex Masi (M), Randy Coven (C) e John Macaluso (M); as letras iniciais, do segundo nome de cada um desses mestres da guitarra, baixo e bateria respectivamente.

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Em "Ritual Factory", o que vemos, ou melhor, ouvimos, é um show de técnica e controle dos instrumentos. É desnecessário fazer qualquer comentário sobre o nível de conhecimento que esses músicos têm. São 11 faixas instrumentais que fazem o ouvinte viajar e ter uma aula de virtuosismo. É difícil identificar um estilo para esse álbum, afinal, é possível ouvir de tudo um pouco... muito peso, solos pra lá de metal, funk, progressivo, soul, hard... enfim, é uma boa salada musical. "Ritual Factory", a faixa inicial, mostra como Macaluso consegue transformar uma música, deixando-a totalmente pesada, só nas viradas. "The Whole Life" já apresenta um riff um pouco mais pesado, mantido pelo baixo preciso de Coven, enquanto Masi passeia pelas casas da guitarra, com muita velocidade e em outros momentos com mais melodia. Aliás, o músico que mais se destaca, é o guitarrista Alex Masi, ficando mais evidente por maior parte do tempo, porém, sem ofuscar os dois outros músicos.

Em "Ghost in My House" é impossível não ficar de boca aberta ao ouvir o trabalho de Macaluso e os solos de baixo de Coven. Destaque também para os duetos impecáveis entre os dois instrumentos de corda. "Brozo", que tem uma introdução pra lá de progressiva, também apresenta uma ótima parceira entre baixo e guitarra. Vale destacar também a ultra-veloz "Dead Monkey", onde Masi mostra o que é virtuosismo na guitarra, a peculiar "Ray Gun" cheia de efeitos e a mais cadenciada "Landings".

"Ritual Factory", desse trio de mestres, é um prato cheio para os amantes da técnica apurada. É uma aula de como se tocar guitarra, baixo e bateria. A sigla indicando "Masi, Coven e Macaluso", já serve como garantia de boa música.


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Sobre Fernando De Santis

Paulistano, nascido em 1979, Fernando De Santis passa grande parte do seu tempo viajando entre São Paulo, Santos e Curitiba. Nas horas de viagens dentro de ônibus ou aviões, costuma ouvir Hard Rock, Heavy Metal e demos de qualquer estilo. Atualmente trabalha como webdesigner para o Estado de São Paulo. Mantém o site "We Burn", dedicado ao Helloween desde 1998, que nunca lhe trouxe nenhum dinheiro, mas rendeu muito amigos.

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