Resenha - Land Of Broken Hearts e Clown In The Mirror - Royal Hunt

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Por Fábio Trovão
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Land Of Broken Hearts - Nota: 6

Clown In The Mirror - Nota: 8

Esse álbum duplo trata do relançamento dos dois primeiros álbuns do Royal Hunt (Land Of Broken Hearts e Clown In The Mirror) mais faixas-bônus tiradas do EP The Maxi - Single.

O primeiro álbum da banda, lançado em 1994, trazia a formação da época: Andre Andersen (teclados e guitarras), Kenneth Olsen (batera), Henrik Brockman (vocal) e Steen Mogensen (baixo). E isso é detalhe que influencia demais o som desse álbum, pois as músicas possuem teclados demais, chegando em alguns momentos bem próximo do pop, devido à combinação teclado+vocais hard - como na música Age Gone Wild. Em seu primeiro álbum, Andre Andersen (o chefão da banda) aposta na mistura hard rock + heavy melódico. O álbum alterna bons e médios momentos, provavelmente devido à inexperiência da banda, mas já dava mostra de que a banda poderia evoluir muito bem. As performances individuais dos instrumentistas, infelizmente, se limitam a acompanhar Mr. Andersen, que deixa pouco espaço para seus companheiros de banda mostrar suas técnicas. Os destaques ficam por conta das músicas mais pesadas: One By One e a faixa título.

Já em Clown In The Mirror, a banda acrescenta um guitarrista, Jacob Kjaer. E a escolha foi muito acertada, pois Jacob trouxe peso e técnica para equilibrar com o virtuosismo de Andre nos teclados. Somando a isso o fato de os outros instrumentistas (batera, baixo e vocal) terem mais espaço nas composições, faz com que o segundo álbum da banda seja de fato muito melhor que o primeiro. Com mais peso, mais guitarras e composições mais amadurecidas, o álbum serviu para conquistar muitos fãs e mostrou que o Royal Hunt se tornaria uma das bandas grandes do metal melódico, fato que viria a se confirmar na "era" do vocalista DC Cooper. O álbum é bastante homogêneo e fica inclusive difícil escolher as melhores músicas. Pessoalmente, as que mais me agradaram foram a faixa-título e The Body Guard.

E, terminando, temos as faixas do EP como bonus-tracks. São composições dos dois álbuns em formato acústico. As músicas não chegam a empolgar, e valem mais como "brinde" para os fãs da banda.

Ao ouvir os dois álbuns, chega-se à conclusão de que esse relançamento é muito bom para fãs que queiram completar sua coleção, pois quem gosta vai continuar gostando, quem não gosta não vai passar a gostar, e para quem não conhece existem outros álbuns posteriores que valem mais a pena.

Material cedido por:
Laser Company Records


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Sobre Fábio Trovão

Guitarrista e professor de Inglês! Adora Heavy Metal em geral, principalmente Heavy Progressivo!

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