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Death: A história - Os primeiros dias

Por Ricardo Cunha
Fonte: Esteril Tipo
Em 19/01/18

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A partir deste, e pelos próximos 7 posts, discorreremos sobre a trajetória de uma das mais queridas bandas do universo da música extrema.

Ao longo de mais de uma década e de sete álbuns altamente bem conceituados, Chuck Schuldiner, o arquiteto por trás do onipresente Death, tornou-se um ícone de heavy metal "do bem". Agora amplamente reconhecido como o pai do Death Metal (se alguém quiser reivindicar  o  título, deverá ter um currículo tão bom quanto o de Chuck), Chuck e sua visão criativa implacável garantiram que a banda simbolizasse a vanguarda do estilo. Na verdade, enquanto a agressão selvagem e crua contida nos três primeiros álbuns do Death tornou-se crucial para que viesse a liderar a primeira geração de bandas de Death Metal, a musicalidade transbordante e as composições cada vez mais sofisticadas do conjunto de sua obra influenciaram ainda mais grupos a explorar ao extremo os limites  do metal progressivo.

Pelas nossas contas, - algo a somar-se as performances de palco, - a banda também acumulou muito mais milhas viajando pelo mundo do que qualquer outra banda do gênero, realizando inúmeras excursões de extenso alcance. Ao longo da sua jornada a curva evolutiva musical se mostra radical, tendo em Chuck - A mente efetiva por trás da carreira surpreendente do Death - a única constante.  E, como comprovado pela sua quase canonização no momento da passagem prematura, Chuck é indiscutivelmente uma personalidade inigualável dentro de um dos estilos mais intransigentes do rock.

É pelas mãos de Chuck que tem início a história da banda, que começa nos arredores de Orlando, Flórida, por volta de 1984, quando o guitarrista/vocalista formou uma banda chamada Mantas com o guitarrista Rick Rozz e o baterista Kam Lee. Embora ainda não tivessem terminado o ensino médio, os jovens começaram rapidamente a reproduzir sons do heavy metal da forma mais exacerbada possível. E o que mais ouviam eram as demos dos seus similares obtidas no agitado circuito underground de fitas K7 da época. Muitos desses sons ancoravam-se em nomes do Reino Unido, onde bandas como Iron Maiden, Angel Witch e Venom estavam no topo da famosa New Wave of British Heavy Metal, e mais outros na Europa continental, onde os infernais Mercyful Fate, Hellhammer e Bathory estavam lançando as sementes de que viria a ser o Black Metal. Havia outros ainda na costa oeste americana, onde bandas jovens como Metallica, Slayer e Exodus estavam redefinindo o gênero, com uma injeção de velocidade e de energia sem precedentes, o que, por sua vez, daria origem ao Thrash Metal.

Continua...


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