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Death: Parte 3 - Melhor tanto em sonoridade quanto em qualidade

Resenha - Death - Leprosy

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Por Ricardo Cunha
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Nota: 8

O texto representa opinião do autor, não do Whiplash.Net ou dos editores.

Depois de colocar seus sonhos (ou pesadelos) metálicos em movimento, Chuck voltou para a Flórida, onde se reuniu com seu velho amigo Rick Rozz e recrutou o baixista Terry Butler e o baterista Bill Andrews para integrar a primeira série de turnês da banda. O quarteto foi prontamente instalado nos famosos Morrisound Studios de Tampa, com o futuro maior produtor do gênero, Scott Burns. Juntos, trabalharam no segundo disco Leprosy de 1988, que repetiu as fórmulas do disco anterior, deixando de lado qualquer promessa de inovação.

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Um dos motivos apontados para tanto, teria sido o desinteresse de Rozz pelo grupo naquele momento, mas, principalmente, por seu estilo de guitarra cada vez mais incompatível com o som dos caras. Dessa forma, logo foi substituído por James Murphy, mais talentoso, mas que não duraria mais que um ano antes de embarcar numa aventura que o levaria à bandas como Obituary, Testament e outras famosas hoje em dia. De todo modo, contribuiu bastante para o disco seguinte.

Produzido por Dan Johnson, Leprosy teve Scott Burns como engenheiro de som, este álbum é notadamente diferente do anterior. Melhor tanto em sonoridade quanto em qualidade. Aliás, esse disco é uma mostra do que hoje se pode ouvir em muitas das bandas de Death Metal e de Grindcore daquela época. A arte da capa é de autoria de Edward J. Repka, conhecido pelos trabalhos com 3 Inches of Blood, Atheist e Megadeth, entre outras.

Tracklist:
01-Leprosy
02-Born Dead
03-Forgotten Past
04-Left to Die
05-Pull the Plug
06-Open Casket
07-Primitive Ways
08-Choke on It

Continua...


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Sobre Ricardo Cunha

Apaixonado por música e estudante de Filosofia, juntou os interesses para escrever principalmente sobre rock e metal.

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