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Death: Parte 7 - Símbolo da transição entre passado e futuro

Resenha - Symbolic - Death

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Por Ricardo Cunha
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Nota: 9

O texto representa opinião do autor, não do Whiplash.Net ou dos editores.

Mantendo o hábito de rodízio entre os músicos, a formação que gravou Symbolic (1995), liderada por Chuck Schuldiner (guitarra/vocais), contou com Kelly Conlon (baixo), que embora, não se destaque tanto quanto o seu predecessor, compôs a cozinha perfeita com Hoglan; Bobby Koelble (guitarra), que produziu estruturas musicais mais simples e conseguiu harmonias ao mesmo tempo melódicas e ríspidas; Gene Hoglan (bateria), que parece ter atingindo seu ápice como instrumentista ao atingir um improvável alinhamento com Schuldiner. De modo geral, se para alguns, Symbolic parece menos impressionante, para outros, soa mais eficaz.

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Este trabalho marcou um momento no qual Chuck dava sinais de descontentamento com os rumos para os quais o estilo caminhava. Aquela altura a brutalidade implacável já não fazia tanto sentido para a mente inquieta do artista, que parecia buscar contrapontos que justificassem continuar produzindo ideias para o gênero do qual é tido como pai. Dessa forma, Symbolic também representa uma espécie de transição entre o passado brutal e futuro "sui generis" da banda.

Aqui, o produtor escolhido foi Jim Morris, que teve como assistente o próprio Schuldiner. Como seus antecessores, este disco é tecnicamente avançado e muito bem produzido. Com efeito, uma das possíveis causas apontadas para tanto é que para o mesmo foram dedicadas mais horas de estúdio. Todavia, a principal característica de Symbolic para este que vos escreve, é a de sintetizar os elementos mais marcantes da banda de modo a realizar a perfeita transição dos trabalhos anteriores (mais brutais) para o algo (ainda indefinido) que viria.

Tracklist:
01-Symbolic
02-Zero Tolerance
03-Empty Words
04-Sacred Serenity
05-1,000 Eyes
06-Without Judgement
07-Crystal Mountain
08-Misanthrope
09-Perennial Quest

Continua...


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Sobre Ricardo Cunha

Apaixonado por música e estudante de Filosofia, juntou os interesses para escrever principalmente sobre rock e metal.

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