Death: Parte 7 - Símbolo da transição entre passado e futuro
Resenha - Symbolic - Death
Por Ricardo Cunha
Postado em 31 de janeiro de 2018
Nota: 9 ![]()
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Mantendo o hábito de rodízio entre os músicos, a formação que gravou Symbolic (1995), liderada por Chuck Schuldiner (guitarra/vocais), contou com Kelly Conlon (baixo), que embora, não se destaque tanto quanto o seu predecessor, compôs a cozinha perfeita com Hoglan; Bobby Koelble (guitarra), que produziu estruturas musicais mais simples e conseguiu harmonias ao mesmo tempo melódicas e ríspidas; Gene Hoglan (bateria), que parece ter atingindo seu ápice como instrumentista ao atingir um improvável alinhamento com Schuldiner. De modo geral, se para alguns, Symbolic parece menos impressionante, para outros, soa mais eficaz.
Este trabalho marcou um momento no qual Chuck dava sinais de descontentamento com os rumos para os quais o estilo caminhava. Àquela altura a brutalidade implacável já não fazia tanto sentido para a mente inquieta do artista, que parecia buscar contrapontos que justificassem continuar produzindo ideias para o gênero do qual é tido como pai. Dessa forma, Symbolic também representa uma espécie de transição entre o passado brutal e futuro "sui generis" da banda.
José Ricardo Peret | Gustavo Anunciação Lenza | Roberto Luis Pertsew | Luis Alberto Braga Rodrigues | Efrem Maranhao Filho | Geraldo Fonseca | Richard Malheiros | Vinicius Maciel | Luis Alberto Braga Rodrigues | Reginaldo Manuel Soares de Faria | Paulo Eduardo Farias | Thomas Wisiak | Rogerio Antonio dos Anjos | Miguel Angelo Leal | Adriano Lourenço Barbosa | Airton Lopes | Alexandre Faria Abelleira | Alexandre Sampaio | André Frederico | Ary César Coelho Luz Silva | Assuires Vieira da Silva Junior | Bergrock Ferreira | Bruno Franca Passamani | Caio Livio de Lacerda Augusto | Carlos Alexandre da Silva Neto | Carlos Gomes Cabral | Cesar Tadeu Lopes | Cláudia Falci | Danilo Melo | Dymm Productions and Management | Eudes Limeira | Fabiano Forte Martins Cordeiro | Fabio Henrique Lopes Collet e Silva | Filipe Matzembacher | Flávio dos Santos Cardoso | Frederico Holanda | Gabriel Fenili | George Morcerf | Henrique Haag Ribacki | Jorge Alexandre Nogueira Santos | Jose Patrick de Souza | João Alexandre Dantas | João Orlando Arantes Santana | Leonardo Felipe Amorim | Marcello da Silva Azevedo | Marcelo Franklin da Silva | Marcio Augusto Von Kriiger Santos | Marcos Donizeti Dos Santos | Marcus Vieira | Mauricio Nuno Santos | Maurício Gioachini | Odair de Abreu Lima | Pedro Fortunato | Rafael Wambier Dos Santos | Regina Laura Pinheiro | Ricardo Cunha | Sergio Luis Anaga | Silvia Gomes de Lima | Thiago Cardim | Tiago Andrade | Victor Adriel | Victor Jose Camara | Vinicius Valter de Lemos | Walter Armellei Junior | Williams Ricardo Almeida de Oliveira | Yria Freitas Tandel |
Aqui, o produtor escolhido foi Jim Morris, que teve como assistente o próprio Schuldiner. Como seus antecessores, este disco é tecnicamente avançado e muito bem produzido. Com efeito, uma das possíveis causas apontadas para tanto é que para o mesmo foram dedicadas mais horas de estúdio. Todavia, a principal característica de Symbolic para este que vos escreve, é a de sintetizar os elementos mais marcantes da banda de modo a realizar a perfeita transição dos trabalhos anteriores (mais brutais) para o algo (ainda indefinido) que viria.
Tracklist:
01-Symbolic
02-Zero Tolerance
03-Empty Words
04-Sacred Serenity
05-1,000 Eyes
06-Without Judgement
07-Crystal Mountain
08-Misanthrope
09-Perennial Quest
Continua...
Death - A História da Banda
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