Nestes tempos em que a chamada globalização vai tentando derrubar as fronteiras entre as nações, o Violent Divine segue corretamente esta tendência: uma banda sueca que soa como uma norte-americana, sem pudor algum.
Nota: 9 








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Mas o quarteto não fica somente limitado a ser uma mera cópia. Longe disso, pois mesmo remetendo o ouvinte às citadas bandas clássicas do gênero, o grande ponto positivo que o conjunto consegue em suas 13 canções é acrescentar com muita versatilidade aqueles pequenos e simples arranjos que dão a impressão de tornar sua música distinta. Isso, aliado ao fato de não abrirem mão de soarem mais contemporâneos - cortesia de uma produção excelente - dá certo sentido de renovação por aqui.
Chama muito a atenção o ótimo trabalho das guitarras com seus riffs cáusticos, bem selvagens e totalmente rock´n´roll, além das linhas vocais cheias de melodias otimistas e refrãos ainda mais, e pronto: temos um disco perfeito para se escutar a qualquer momento e que não dá para ignorar a energia que as canções transmitem. Violent Divine corresponde a todas as expectativas de quem curte todo o alto astral que fez fama neste gênero. Uma excelente aquisição para sua coleção e agora é torcer para sair no mercado nacional!
Violent Divine – Violent Divine
(2006 - Chavis Records - importado)
01. Let's Go
02. Love Revolution
03. The Morning Show
04. Levitate
05. Enslaved
06. Slow
07. Rush You
08. Apocalypse
09. Ghost in The Machine
10. Malfunction
11. Misery
12. Down The Line
13. Little Angel
Homepage: www.violentdivine.se
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Ben Ami é paulistano, porém reside em Florianópolis (SC) desde o início dos anos 1990, onde passou a trabalhar como técnico gráfico e ilustrador. Desde a década anterior, adolescente ainda, já vinha acompanhando o desenvolvimento do Heavy Metal e Hard Rock, e sua paixão pelos discos permitiu que passasse a colaborar com o Whiplash! a partir de 2004 com resenhas, entrevistas e na coluna "Hard Rock - Aqueles que ficaram para trás".
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