Massacration: como foi o show na CCXP- SP 2017
Resenha - Massacration (CCXP, São Paulo, SP, 09/12/2017)
Por Fábio Ruivo Brolo
Postado em 11 de dezembro de 2017
Neste sábado, o Massacration se apresentou na CCXP, o melhor evento de cultura nerd do Brasil e entre os maiores eventos do nicho do mundo. Eu que já tinha meu ingresso para o evento fiquei muito empolgado quando soube que o Massacration iria se apresentar, já que gosto da banda desde a época da MTV, e sempre tive vontade de ir num show deles.
Evento a parte, pouco antes das 19hs que era a hora agendada para o início da apresentação da banda, resolvi visitar o estande do Bruno Sutter e tive a sorte de encontra-lo, extremamente educado conversou, tirou foto e disse que tinha que partir porque ia chamar o Detonator para o palco. Ganhei meu dia.
Acompanhei em frente ao palco o fim show da banda de abertura do Massacration, a Kick Bucket. Não os conhecia, eles apresentaram um som instrumental que me agradou, com direito a cover do Nirvana. Assim que a banda de abertura acabou, a Arena CosMusic começou a lotar rapidamente. Pouco após as 19hs deu-se início a apresentação da banda com ‘Metal is The Law’, logo de cara já ganhando o público tendo na sequência ‘Metal Massacre Attack’. Entre piadas bem encaixadas, o show fluiu muito bem, com destaque para a capacidade vocal do Detonator, que conseguiu segurar muito bem os agudos. A banda é de humor, mas o som é profissional de verdade.
A apresentação contou com ótimos momentos, como a introdução de The Bull aonde o vocalista brincou com quem largou a namorada em casa para ir na CCXP, os constantes erros propositais do nome do evento por parte de Bruno (CCPX? CPOP2? CPM22 Festival) e as participações especiais nas canções "The Mummy" e " Evil Papagali" - aonde conhecemos o ‘Detonatinho’ filho do Detonator .
Na última canção, após 40 minutos - o que a organização conseguiu pagar – conforme avisado pelo vocalista, tivemos uma participação de um StormTrooper (ainda estamos em um evento geek) para que todos saibam que o Massacration é conhecido em toda galáxia, ao som de Metal Bucetation, enquanto um drone captava imagens do espaço lotado.
No fim, o Show da banda serviu para consagrar meu dia no evento, saí mais do que satisfeito e ainda mais fã dos caras, independente de ser uma banda de humor ou não, o Massacration alia uma presença de palco, uma qualidade e uma nostalgia, que poucas bandas nacionais conseguem ter. Valeu muito a pena.
Comente: Estava lá? O que achou?
Receba novidades do Whiplash.NetWhatsAppTelegramFacebookInstagramTwitterYouTubeGoogle NewsE-MailApps



Metallica anuncia mais 12 datas da tour M72 para 2027
Os dois estilos musicais que Lemmy detestava e considerava pobres musicalmente
Tuomas admite culpa, mas descarta volta de Tarja ao Nightwish: "Não vai acontecer"
Ian Gillan responde se Ritchie Blackmore se apresentará de novo com o Deep Purple
Penélope Nova lembra como foi início do namoro com o saudoso Andre Matos
Falling in Reverse lança "Joseph" com Corey Taylor e Serj Tankian em colaboração inédita
Brian May (Queen) admite ter mudado de ideia em relação à IA
Loudwire coloca álbum do Angra como "melhor álbum de progpower" da história
Dave Mustaine mudou de vida depois que se converteu; "Deus me enviou para o AA"
Baterista do Linkin Park toca música do Iron Maiden que nunca havia escutado
Como foi criado o efeito sonoro na abertura de "Runnin' With the Devil", do Van Halen
Shaman com Fabio Lione? Shamangra vai virar Shaman 4.0? Ibagenscast traz teorias
O álbum clássico do rock que Ed Motta comprou escondido por ser coisa de playboy
Grave Digger anuncia novo álbum de estúdio, "Faces of Pain"
Por que o lendário Raul Seixas nunca foi fã da verdinha e desprezava a erva
Levou anos, mas Hendrix sacou qual era a do Pink Floyd e ensinou como ouvi-la
Fim da linha: 12 bandas que encerraram as atividades após a morte de algum integrante

A espécie de "Massacration europeu" com quem Bruno Sutter quer dividir o palco
Por que Bruno Sutter votou contra levar o Massacration à Europa: "Não quero"
O disco "esquecido" do Black Sabbath que Bruno Sutter considera maravilhoso
Deicide e Kataklysm: invocando o próprio Satã no meio da pista



