Igualdade HC: Noite de Igualdade e Hardcore em Sapucaia
Resenha - Igualdade HC (Bar Sede da Vargas, Sapucaia do Sul, 24/03/2012)
Por Ismael Chaves
Fonte: Sapuka Underground
Postado em 01 de abril de 2012
Estive sábado conferindo o Igualdade HC, festival organizado pelo blog Sapuka Underground e pela Turtle Produções, que contou com as bandas VULTURES, PSICOSE e NEVERLØNE.
Parecia um encontro nostálgico da galera "old school" pois grande parte do publico presente já esta no circuito rock ha mais de 15 anos. Isso acontece geralmente quando tocam bandas antigas e clássicas do underground sapucaiense como a Psicose.
Falando em banda antiga e boa, a VULTURES voltou com tudo. Mostrou um hard core ainda mais agressivo do que o de quatro anos atrás, alem disso a nova formação com o vocalista Fernando "Tampa" deu mais liberdade aos músicos para agitarem e interagirem. Fizeram um show ótimo, cheio de energia, tocaram Olho Seco, Ratos de Porão e Cólera, alem de suas musicas próprias que, revigoradas pela nova formação, ficaram, literalmente, uma pancada no ouvido.
O show da PSICOSE, como não podia deixar de ser, foi cheio de gás e empolgado pela galera antiga que conhecia os sons. Eu mesmo estava só esperando a minha favorita intitulada "Raça humana". Foi um show excelente embora os contratempos (Aldonei não conseguiu tocar porque o amplificador deu pau e a banda teve que fazer o show com um guitarrista só), mostraram que o "old" realmente "is cool"
Fechando a noite, e pra provar que as bandas cristas e seculares podem coexistir em harmonia em um mesmo evento a NEVERLØNE subiu ao palco com um ar totalmente novo em Sapucaia, o metalcore cristão. Um show muito bom, uma presença de palco incrivel com aquele vocal gutural característico. Era visível nos olhos dos presentes a curiosidade a respeito da iniciante Neverlone que subiu ao palco e não decepcionou ninguém. Tocando musicas próprias, a esperada "novata" (pelo menos para este publico), mostrou não tremer diante de público exigente fechando assim a noite de igualdade e hard core.
Agnaldo Ferreira Corrêa
RYH
Resenha escrita por Agnaldo Ferreira Correa, baixista da banda Raise Your Head, que esteve presente no evento, prestigiando a cena local e as bandas parceiras.
Receba novidades do Whiplash.NetWhatsAppTelegramFacebookInstagramTwitterYouTubeGoogle NewsE-MailApps



A música do Led Zeppelin que Brian May considera insuperável na obra da banda
Narrador do Sportv, Luiz Carlos Jr. toca Dio no Rock and Roll Hall of Fame
Rush volta aos palcos e inicia a turnê "Fifty Something"; confira setlist
O melhor riff de guitarra de todos os tempos, segundo Keith Richards: "Ele disse tudo ali"
"Eu não erro nunca", disse Mikkey Dee ao entrar no Scorpions
A música do Pink Floyd que David Gilmour disse ter escrito por desespero
Aimee Mann participa de show do Rush e canta "Time Stand Still"; confira vídeo
Hellfest vem aí e confirma 182 bandas em 4 dias de shows
Quando o Black Sabbath quase arruinou a gravação de um dos discos mais vendidos da história
O disco que transformou o Iron Maiden em uma banda realmente global
O Beatle que Ringo Starr disse não ter bom senso de tempo
O disco do System of a Down que Tom Morello chamou de "música de maluco"
As cinco melhores músicas do Iron Maiden, em lista da Revolver Magazine
A melhor banda de todos os tempos, segundo os leitores da Classic Rock
Wacken Open Air está próximo e confirma 172 atrações em 4 dias de shows
Lista: vocalistas que mudaram a história de suas bandas para sempre
Led Zeppelin ou Pink Floyd, qual dos dois vendeu mais discos de estúdio?
A banda Slipknot é satânica? O que diz Corey Taylor?


Resenha e fotos do show da banda Dogma em Porto Alegre
Wolf Alice e Lykke Li transformam o Vivo Rio em ponto de encontro do indie europeu
CDM Metal Fest - Metal como resistência cultural no Sul de Minas Gerais
Bandas impressionam, mas repetem padrão com público no segundo dia do C6 Fest
Nação Zumbi celebra 30 anos de Afrociberdelia no Circo Voador em noite de celebração coletiva
Mesmo com chuva, Korn preenche o Allianz Parque em apresentação única
Como uma música de 23 minutos me fez viajar 500 km para ver uma das bandas da minha vida
Deicide e Kataklysm: invocando o próprio Satã no meio da pista



