Live 'N' Louder: Novo review e galeria de fotos do festival

Resenha - Live 'N' Louder Rock Fest (Arena Skol, São Paulo, 14/10/2006)

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Por Alexandre Cardoso
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O texto representa opinião do autor, não do Whiplash.Net ou dos editores.











Grandes expectativas foram criadas para o festival Live ‘n’ Louder desse ano. Desde o momento em que foram anunciadas as primeiras bandas, o sucesso do evento era certo. Mesmo com os cancelamentos por parte do Black Label Society e do Saxon, com desculpas mais do que esfarrapadas, as atenções ainda estavam voltadas para o festival, que foi facilmente definido como show do ano quando foi anunciada a atração principal: ninguém menos do que David Lee Roth, a eterna voz do Van Halen.

O feriado de 12 de outubro fez com que muita gente viajasse, mas o público compareceu em grande número (18.000 pessoas, segundo os organizadores), de diversas idades e estilos, sozinhos ou acompanhados. Os portões abriram à 9h00, e o pessoal que chegou cedo procurou o melhor lugar para se acomodar e aguentar a maratona de shows que se estenderia até as três horas da manhã.

A Arena Skol Anhembi, local que recebeu o festival, é bem ampla e favoreceu a disponibilização dos banheiros químicos, barracas de merchandising e quiosques de alimentação. A quantidade de banheiros atendeu às necessidades; o merchandising resumiu-se apenas a roupas, o que é uma pena, pois é fato que o material de todas aquelas bandas não se resume a simples camisetas (com exceção do Mindflow, que vendeu seus álbuns por lá). Já a fome e a sede foram saciadas a preços nada camaradas (nenhuma novidade aqui), mas o cardápio foi bem mais variado do que o terrível “Black Dog” do ano passado.

Em festivais de grande porte como esse, a imprensa costuma ter um tratamento bacana. Mas como estamos falando de um evento mais voltado pro Heavy Metal, claro que há alguns “poréns” e o maior deles, na minha opinião, foi a sala de imprensa. Teoricamente, seriam disponibilizados computadores com acesso à internet, para os fotógrafos descarregarem suas fotos e para os repórteres escreverem seus textos, atualizar sites, etc. Qual não foi a minha surpresa – e dos outros repórteres e fotógrafos – ao me deparar com uma tenda atrás da torre de som, muito distante do palco (poderia ter sido colocada mais próxima da área VIP, facilitando o acesso) e com apenas um computador! Sorte de quem foi precavido e levou equipamentos extras para trabalhar; assim, ninguém saiu no tapa para usar a única máquina disponível.

Mas a maior novidade do festival desse ano foi a área VIP.

No papel, a tal área VIP parecia muito legal: local mais próximo do palco, confortável e cheio de regalias. Em 2003 tivemos isso no Kaiser Music, com shows do Hellacopters, Sepultura e Deep Purple. Naquele dia, haviam cadeiras para o público – e elas foram atiradas longe durante o show do Sepultura. Ali deu pra perceber que esse lance de área VIP não funciona bem por aqui: isso é coisa de gringo, que assiste show sentado e não se envolve muito com a coisa. No Live ’n’ Louder, a área VIP foi mais uma divisão na pista do que um sinônimo de exclusividade: quem pagou R$250,00 por isso merecia um pouco mais, e quem pagou R$120,00 pelo seu ingresso normal de pista também não devia ficar tão afastado do palco. Mas o que interessa é que todos foram lá para curtir bons shows, e isso não faltou.

O Massacration, encarregado da abertura do festival, subiu ao palco pouco antes do meio-dia e fez uma apresentação divertidíssima. O público cantou junto do ínicio ao fim, mostrando a grande popularidade que essa banda conquistou, algo que talvez nem eles mesmos esperavam. “Metal is the Law”, “Evil Papagalli” e “Let’s Ride to Metal Land (The Passage Is R$1,00)” levantaram o público, que se esbaldava com a performance caricata de toda a banda, com destaque óbvio para o vocalista Bruno Sutter, o Detonator: até flores ele jogou para o público, no melhor estilo Roberto Carlos.

Está certo que as músicas do Massacration não são as mais difíceis de serem executadas, mas os caras realmente tocam seus instrumentos, mostrando que abraçaram a idéia da banda ser mais do que uma brincadeira do programa “Hermes e Renato”. Os mais xiitas torcem o nariz pros caras, mas não dá pra negar que o Massacration conquistou seu espaço e, à sua maneira, ajuda a divulgar o metal pra muita gente que não conhece o estilo.

Os pouco mais de 15 minutos de ajustes de palco para a próxima apresentação mostraram que a organização estava decidida a cumprir os horários pré-determinados, para que nenhuma banda fosse prejudicada e o público não tivesse que esperar tanto tempo entre os shows.

Feitas as mudanças necessárias, foi a vez do Mindflow realizar seu show. Divulgando seu mais recente trabalho, o elogiado “Mind Over Body”, os caras mostraram seu prog metal extremamente técnico e que tem muito peso ao vivo. A qualidade do som estava boa, mas Rodrigo Hidalgo teve problemas com sua guitarra em alguns momentos. As músicas longas não foram problema. A banda estava totalmente envolvida no show, e o vocalista Danilo Herbert refletia isso: o cara agitou sem parar, cantou demais (sua voz lembra, em alguns momentos, Daniel Gildenlow do Pain of Salvation) e era só sorrisos em cima do palco.

Enquanto “Upload Spirit” e “Crossing Enemy’s Lines” divulgam o novo álbum, “Meeting Her Eyes” é do debut de 2004, “Just the two of us... Me and them”. A receptividade do público foi muito boa, e a banda agradeceu realizando um show impecável, com grande destaque para o baterista Rafael Pensado, que além de comandar as baquetas, faz muito bem os backing vocals. O Mindflow saiu do palco muito aplaudido e provou ser um grande representante da música pesada brasileira.

A primeira banda internacional veio na sequência: o Gotthard veio para mostrar o porquê de ter se tornado tão popular por aqui (seus CD’s e DVD’s vendem bem no Brasil). Com um show vibrante em todos os sentidos, os suiços foram considerados por muitos uma das melhores performances do festival. Comandada pelo excelente vocalista Steve Lee, a banda superou expectativas, agitando o público com grandes músicas como “All We Are” e “Top of the World”, além da bela “I Wonder” e uma ótima versão para “Hush”, música originalmente composta por Joe South e que muitos acham que é do Deep Purple.

Em um evento voltado para o Heavy Metal, o Hard Rock do Gotthard não foi uma surpresa: quando a música é de qualidade, ela deve ser apreciada. Com ótimos riffs de guitarra, refrões pegajosos e excelente presença de palco, os caras conquistaram o público e devem ter voltado pra casa extremamente satisfeitos com o que vivenciaram no Live ‘n’ Louder.

Os alemães do Primal Fear mantiveram o público elétrico, mandando logo de cara as porradas “Demons and Angels” e “Rollercoaster”, de seu último álbum “Seven Seals”. Mat Sinner, Ralf Scheepers e cia subiram ao palco decididos a fazer um show memorável, aproveitando cada minuto de seu curto set-list. Porém, eles logo seriam surpreendidos negativamente.

O show corria muito bem, com Ralf cantando absurdamente bem (muito melhor do que no show do Olympia, em 2004) e todos os outros músicos em tarde inspirada. Foi aí que os primeiros – e graves – problemas no som começaram a ocorrer. Durante, “Running in the Dust”, o microfone de Ralf começou a falhar, até que simplesmente parou de funcionar e ele mal conseguiu terminar a música. A guitarra de Stefan Leibling também já havia falhado durante “Angel in Black", e tudo aquilo deixou a banda irritada. O intervalo maior que ocorreu entre o show do Gotthard e do Primal Fear já indicava que alguma coisa não ia bem. Os roadies não se entendiam com o pessoal responsável pelo som, mas não eram esperados tantos problemas da forma que aconteceram.

A participação do guitarrista Roy Z e do vocalista Renato Tribuzy junto à banda em “Final Embrace” foi feita na base da garra, porque aquilo foi um festival de microfonias e falhas no som das guitarras. Após essa música, o Primal Fear despediu-se do público repentinamente, indignados e pedindo desculpas, já que estavam impotentes diante de todos os problemas técnicos. Foi uma total falta de respeito com a banda e com os fãs, “presenteados” com a incompetência da equipe de som. Ponto negativo para a organização, que poderia ter dado uma compensação de, no mínimo, mais 10 ou 15 minutos para o Primal Fear completar seu set-list.

Diferentemente do Primal Fear, o After Forever fez um show com poucos problemas. Em turnê do último trabalho de estúdio, “Remagine”, os holandeses tocaram um repertório que mesclou algumas músicas novas, como “Being Everyone” e “Come”, com outras dos trabalhos anteriores, como “Forlorn Hope”, “Digital Deceit” e “Emphasis” (muito pedida pelos fãs brasileiros na turnê passada). A banda estava muito empolgada, e o público respondia à altura, como em “Monolith of Doubt”, ponto alto da apresentação.

A empatia do After Forever em cima do palco é conhecida por muitos, em especial da vocalista Floor Jansen que, além de possuir uma voz incrível, é extremamente carismática com o microfone na mão. Porém, quem teve a oportunidade de se aproximar dela enquanto circulava pela área VIP, ficou totalmente decepcionado. Dona de uma surpreendente antipatia, ela deixou de atender muitos fãs que a abordavam – sem histeria, diga-se de passagem – e nos raros momentos em que parava para dar um autógrafo ou posar para uma foto, a má vontade transparecia em seu pálido rosto. O resto da banda mostrou-se muito mais solícito e simpático do que a vocalista, reconhecendo e apreciando a admiração de seus fãs. Claro que tudo isso não tira os méritos do After Forever, que fez um grande show, mas foi um balde de água fria nos fãs que idealizavam aquela que é considerada uma das musas do Heavy Metal.

Floor Jansen ainda tem muito pela frente se quiser ser alguém como Doro Pesch. A ex-frontwoman do Warlock fez aquele que foi considerado pela maioria o melhor show do Live ‘n’ Louder. Pela primeira vez no Brasil, a alegria e surpresa em seu rosto era evidente e, diante de tudo isso, sua atuação não poderia ser menos do que brilhante.

Com uma banda jovem, cheia de vigor e muito competente, Doro mesclou músicas de sua carreira solo com alguns clássicos do Warlock, cantados em uníssono pelo público, que estava embasbacado com a performance da “Metal Queen”. Mesmo com problemas no som e quatro microfones defeituosos, ela não parou um minuto, interagindo não só com o público, mas com toda sua banda: os caras que a acompanham são insanos!

Doro teve o público na mão e podia facilmente fazer um show mais longo, mas infelizmente isso não era possível. “Hellbound”, “Burn the Witches” e o cover de “Breaking the Law”(Judas Priest) foram pontos altos de sua apresentação, que vai ficar na memória dos presentes por um bom tempo – pelo menos, até a próxima vinda dela para o Brasil.

A garoa fina veio para refrescar o público, mas quem sabe do que o Nevermore é capaz sabia que aquela chuvinha seria pouco. As cabeleiras começaram a se agitar em “Final Product” e, durante todo o show, parecia que cabeças iam rolar no chão, tamanha era a fúria com que o público bangeava em clássicos como “Narchosynthesis”, “Enemies of Reality” e “The Heart Collector”.

Os problemas no som rolaram durante toda a apresentação, tornando muitas vezes impossível de se distinguir o que saía dos PA’s. Warrel Dane reclamou com a equipe desde o ínicio, em vão. Mas ele mereceu muitos aplausos: além de superar as dificuldades técnicas, ainda tinha que lidar com o falecimento de sua mãe, que aconteceu no dia anterior, nos Estados Unidos. O cara foi extremamente profissional ao não cancelar os shows, e isso tornou essa apresentação ainda mais memorável. A espera de cinco anos por um show do Nevermore valeu muito a pena!

O massacre Thrash Metal continou com o Sepultura, que mandou uma porrada de clássicos, como “Beneath the Remains”, “Territory” e “Slave New World”, além de outros sons mais recentes, como “Choke”, “Convicted in Life” e “Dark Wood of Error”, essas duas últimas do mais recente álbum, “Dante XXI”.

Derrick Green, Andreas Kisser e Paulo Jr. já são velhos conhecidos do público, mas o novo baterista Jean Dolabella teve no Live ‘n’ Louder seu batismo de fogo. O cara tem a técnica e a pegada que as músicas do Sepultura pedem, mas mesmo assim, quem ouviu bem percebeu que estava faltando algo. O último irmão Cavalera da banda vai fazer muita falta, já que sua pegada agressiva e o som característico de seu instrumento é algo que só ele tem.

Apesar dos pesares (problemas técnicos aí incluídos), foi mais um show matador do Sepultura, que busca uma nova identidade com a atual formação, relevando qualquer boato sobre uma possível reunião com Max e Igor Cavalera.

Chegou a hora da tão alardeada “atração surpresa”. Mas quem é esperto e viu qualquer material de divulgação do festival, matou a charada fácil. Novamente, André Matos participou do “Live ‘n’ Louder”, mas desta vez como artista solo. Contando com os ex-companheiros de Shaaman Hugo Mariutti (guitarra), Luís Mariutti (baixo) e Fábio Ribeiro (teclado), além do baterista Rafael Rosa e do guitarrista André Hernandes, a primeira música do set foi uma inédita dessa nova fase da carreira do vocalista, mas que segue a linha do que foi feito em “Ritual”, primeiro álbum do Shaaman.

De novidade foi só isso, porque o resto foi um “best of” da carreira de André: “Distant Thunder” e “Fairy Tale” do Shaaman, “Nothing to Say” e “Carry On” do Angra (nessas, os agudos saíram com muito esforço), mas a surpresa foi por conta do clássico “Living for the Night”, do Viper, cantada por todos os presentes. Sempre tem um ou outro (ou seriam vários?) que ofendem o vocalista, mas André Matos cantou muito bem (apesar das desafinadas), mostrando uma performance muito mais regular do que nos últimos shows do Shaaman em São Paulo.

Mais uma longa espera antes do show do Stratovarius: foi o ápice dos problemas técnicos. “Vocês estão de brincadeira?”, “Que porra é essa?” e “Preciso me ajoelhar pra ouvir alguma coisa aqui?” foram algumas das frases que expressaram a insatisfação da equipe do Stratovarius com a qualidade do som. Ali foi entregue o atestado de incompetência - com méritos – para a equipe técnica local; e com certeza, os organizadores se arrependeram de ter contratado pessoas tão desqualificadas para lidar com um evento desse porte.

Após as discussões e uma tradicional introdução, os finlandeses do Stratovarius entram em cena para um show apenas com clássicos, deixando de lado o mais recente trabalho, “Stratovarius”, que foi devidamente divulgado por aqui no ano passado, quando foi gravado um DVD ao vivo no Olympia. A banda sempre faz um show muito bom, e esse não foi diferente; talvez tenha sido o melhor dos últimos anos no Brasil. “Father Time”, “Phoenix” e “Against the Wind”, além da baladona “Forever” e outras, mostraram que o público estava aguentando bem a maratona do Live ‘n’ Louder.

Timo Kotipelto (voz) teve boa presença, apesar da visível irritação com seu microfone defeituoso, e o baixista Lauri Porra agitava sem parar, contrastando com o paradão Timo Tolkki (guitarra), que compensa sua falta de mobilidade com uma grande precisão nas seis cordas. Com pouco mais de um ano de sua última visita a nosso país, o Stratovarius mostrou porquê é sempre vem vindo por aqui, proporcionando um grande show para os fãs do já saturado metal melódico.

Todo mundo já estava morto de cansaço, mas quem estava sentado levantou-se e junto suas últimas energias: era hora do show do “cara”. David Lee Roth definitivamente atraiu as atenções para o Live ‘n’ Louder, por motivos óbvios. Mesmo quem foi para ver o Primal Fear, o Sepultura, ou a Doro, estava curioso para ver o show do ex-vocalista do Van Halen. Inclusive, muitos dos músicos das bandas dirigiram-se para a área VIP e, em meio ao público, assistiram ao nostálgico show de David Lee Roth.

Apoiado por uma excelente banda (Brian Young e Toshi Hiketa nas guitarras, Todd Jensen no baixo e Jimmy DeGrasso na bateria), a abertura com “Hot for Teacher” mostrou o que teríamos: muitos sons do Van Halen.

A presença de palco de David Lee Roth é impressionante: com um sorriso de orelha a orelha, o cara preencheu todos os espaços. Ao vê-lo, é impossível não sorrir: afinal, você está diante de um mito do rock ‘n’ roll! Ao meu lado, o baterista do Primal Fear, Randy Black, estava totalmente deslumbrado.

Apesar do corpo estar em forma, a idade pesa um pouco e o cara não pula mais como nos tempos do Van Halen, mas não é por isso que sua performance é fraca, pelo contrário. Falando um português cheio de sotaque, o simpático “showman” acertou a mão no repertório: “Running With the Devil”, “Just Like Paradise”, “California Girls”, “Dance the Night Away” e “Ain’t Talkin ‘Bout Love”, entre outras, foram devidamente cantadas por todos. Muita gente parecia não acreditar em tudo aquilo, e a emoção era evidente e verdadeira.

“Jump” foi a música ideal para encerrar o “Live ‘n’ Louder”, e os aplausos da platéia ficarão não apenas na memória de David Lee Roth e sua banda, mas na de todos os outros músicos que passaram por aquele palco. Esse festival já faz parte da cultura da música pesada no Brasil, e muito dificilmente deixará de acontecer em 2007. Todos os artistas sem empenharam e se entregaram em seus shows, superando as falhas da equipe do som, que servirão de lição para o ano que vem.

Os fãs podem até lamentar a ausência do Black Label Society e do Saxon, mas são essas bandas que devem se arrepender de não cumprirem seus compromissos, pois perderam a oportunidade de fazer parte desse evento histórico no Brasil, tanto para as bandas que participaram quanto para o público presente.

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