Piano de John Lennon está onde JFK foi morto
Fonte: Terra Música
Postado em 23 de novembro de 2006
Símbolos de duas poderosas teorias conspiratórias se encontraram na quarta-feira, quando o piano em que o falecido John Lennon compôs Imagine foi levado para o lugar em que o presidente norte-americano John F. Kennedy foi assassinado, há exatos 43 anos.
O piano marrom, aparentemente sem nada de extraordinário, chegou aos Estados Unidos como parte de exposições promovidas pelo cantor britânico George Michael e por seu companheiro, Kenny Goss. Michael comprou o piano em 2000, num leilão, por 1,45 milhão de libras (US$ 2,78 milhões, em valores atuais).
"George e Kenny estão muito focados na paz mundial e quiseram trazer o piano aqui como uma mensagem de paz neste local icônico", disse Barbara Buzzell, assessora de imprensa da galeria Goss, em Dallas, onde o piano será exposto no mês que vem.
O piano passou a manhã coberto por lonas no chamado "montinho de grama" em que, segundo muitos teóricos da conspiração, pelo menos um desconhecido fez os disparos contra a comitiva de Kennedy.
As autoridades insistem que o crime foi cometido por Lee Harvey Oswald, que teria agido sozinho e disparado do sexto andar de um depósito de livros. Oswald acabou sendo morto na prisão.
Dezenas de adeptos das teorias conspiratórias foram na quarta-feira ao local, vendendo livros com títulos sugestivos, como Alta Traição. Um imitador de Elvis Presley também apareceu.
Mas, quando a lona foi retirada, todas as atenções se voltaram para o piano de Lennon. "É meio esquisito", comentou Danny Steis, 25 anos, que apesar do céu nublado levou a sobrinha para ver o evento. "Parece que as pessoas ligam mais para um músico que nem era dos EUA do que para JFK."
O ex-beatle Lennon e o democrata Kennedy foram ícones da década de 1960, ambos assassinados, mas que de resto pouco tinham em comum. Lennon foi assassinado na frente do seu apartamento, em Nova York, em dezembro de 1980.
Reuters
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