RECEBA NOVIDADES ROCK E METAL DO WHIPLASH.NET NO WHATSAPP

Matérias Mais Lidas


Outras Matérias em Destaque

A crítica de Humberto Gessinger ao futebol atual: "As pessoas ganham dinheiro com burrice"

"Máquinas de escrever"; é assim que soam muitos guitarristas atuais para Uli Jon Roth

A melhor faixa de "Cryptic Writings", do Megadeth, segundo o Loudwire

As 10 melhores músicas do Nirvana de todos os tempos, segundo André Barcinski

Criação do Angra passa por influências que vão de Helloween a Tom Jobim

Blaze Bayley acha que existem fãs do Iron Maiden que ainda o odeiam

A canção punk que ajudou The Edge a definir o que o U2 viria a ser

"Black Hole Sun", do Soundgarden, entra para o "Clube do Bilhão" do Spotify

Vocalista explica o que fez o Hellyeah suspender atividades

A vez em que Alissa White-Gluz pensou estar trabalhando com Fabio Lione (mas não estava)

3 músicas subestimadas de 1972 que hoje soam melhores, segundo a American Songwriter

Max Cavalera conta como filho de John Lennon participou de disco do Soulfly

A lenda do rock que ajudou o AC/DC a abrir caminho nos EUA, segundo Malcolm Young

Porto Alegre ganha espaço para 15 mil pessoas e mira grandes shows

Rafael Bittencourt pensou em encerrar o Angra após saída de Andre Matos


Stamp
Bangers Open Air

Rush: membros comentam três décadas de "Permanent Waves"

Por
Fonte: Rush is a Band
Postado em 04 de fevereiro de 2010

Lançado no início de 1980, "Permanent Waves" acaba de completar 30 anos. O álbum é um marco na carreira do power-trio canadense. Após lançar discos como "Caress of Steel" (1975), "2112" (1976), "A Farewell to Kings" (1977) e "Hemispheres" (1978), notadamente de orientação experimental/progressiva, o RUSH apresentou uma abordagem totalmente diferente em "Permanent Waves".

Com músicas mais curtas e simples – abandonando, de certa forma, a complexidade dos trabalhos já citados – a banda apareceu pela primeira vez com um álbum entre os cinco mais vendidos nos Estados Unidos. Também pela primeira vez desde que iniciou a carreira, o RUSH demorou dois anos para lançar um disco de estúdio.

Rush - Mais Novidades

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE - TAB 1

"‘Permanent Waves’ foi um avanço. Ele mudou nossa forma de gravar, nos ensinou a ir com mais calma, o que pode ser percebido em ‘Spirit of Radio’ e ‘Frewill’. Aprendemos a ser mais concisos também. Muitas coisas foram aprendidas com esse álbum", afirma o baterista Neil Peart à Classic Rock Magazine.

Os outros músicos também se surpreenderam com o resultado do trabalho, ficando em dúvida quanto à escolha das músicas para as apresentações da turnê do álbum. "Fiquei realmente surpreso com ‘Permanent Waves’. Músicas como ‘Jacob’s Ladder’ e ‘Entre Nous’ são ótimas", afirma o baixista/vocalista Geddy Lee. "Foi muito bom tocar essas músicas nas apresentações, ter contato com elas, experimentá-las", concorda o guitarrista Alex Lifeson. "Eu sei que Geddy ficou impressionado com ‘Permanent Waves’. Na verdade, nós dois ficamos", completa.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE - TAB 2

Apesar de a música do RUSH ficar menos complexa com "Permanent Waves", para algumas pessoas certas canções são impossíveis de se tocar. "Havia uma banda britânica chamada Catherine Whell que fez uma boa versão para ‘Spirit of Radio’, mixando alguns trechos. Mas em uma entrevista vi um membro da banda dizer que ele deixou de fora as partes que não conseguiu tocar", comenta Peart.

No geral, "Permanent Waves" mudou a forma com o RUSH era visto por fãs e críticos, abrindo espaço para trabalhos posteriores como "Moving Pictures" (1981), "Signals" (1982) e "Grace Under Pressure" (1984), entre outros. "Tornamos-nos a atração principal em teatros de pequenos porte, para 3 ou 4 mil pessoas. Estávamos começando a ficar grandes, fazíamos três, quatro, cinco noites em alguns lugares, o que não era prático, pois havia muitas pessoas que não estavam conseguido nos ver", afirma Peart, sorrindo, em um programa de rádio disponível na página InTheStudio.Net.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE - TAB 3

"As pessoas queriam ver o Rush e não conseguiam, algo que não podia mais acontecer. Não poderíamos dizer que tocar em grandes locais foi algo planejado. Muitas pessoas queriam nos ver e isso era algo que fugia do nosso controle . Assim, fomos empurrados para as arenas, basicamente, pelas leis da oferta e demanda", encerra o baterista.

Compartilhar no FacebookCompartilhar no WhatsAppCompartilhar no Twitter

Receba novidades do Whiplash.NetWhatsAppTelegramFacebookInstagramTwitterYouTubeGoogle NewsE-MailApps


Dish Carpens


publicidadeRogerio Antonio dos Anjos | Luis Alberto Braga Rodrigues | Efrem Maranhao Filho | Geraldo Fonseca | Gustavo Anunciação Lenza | Richard Malheiros | Vinicius Maciel | Adriano Lourenço Barbosa | Airton Lopes | Alexandre Faria Abelleira | Alexandre Sampaio | André Frederico | Ary César Coelho Luz Silva | Assuires Vieira da Silva Junior | Bergrock Ferreira | Bruno Franca Passamani | Caio Livio de Lacerda Augusto | Carlos Alexandre da Silva Neto | Carlos Gomes Cabral | Cesar Tadeu Lopes | Cláudia Falci | Danilo Melo | Dymm Productions and Management | Eudes Limeira | Fabiano Forte Martins Cordeiro | Fabio Henrique Lopes Collet e Silva | Filipe Matzembacher | Flávio dos Santos Cardoso | Frederico Holanda | Gabriel Fenili | George Morcerf | Henrique Haag Ribacki | Jorge Alexandre Nogueira Santos | Jose Patrick de Souza | João Alexandre Dantas | João Orlando Arantes Santana | Leonardo Felipe Amorim | Marcello da Silva Azevedo | Marcelo Franklin da Silva | Marcio Augusto Von Kriiger Santos | Marcos Donizeti Dos Santos | Marcus Vieira | Mauricio Nuno Santos | Maurício Gioachini | Odair de Abreu Lima | Pedro Fortunato | Rafael Wambier Dos Santos | Regina Laura Pinheiro | Ricardo Cunha | Sergio Luis Anaga | Silvia Gomes de Lima | Thiago Cardim | Tiago Andrade | Victor Adriel | Victor Jose Camara | Vinicius Valter de Lemos | Walter Armellei Junior | Williams Ricardo Almeida de Oliveira | Yria Freitas Tandel |
Siga Whiplash.Net pelo WhatsApp
Anunciar bandas e shows de Rock e Heavy Metal

Sobre Cleyton Lutz

Estudante de Jornalismo, mora em Guarapuava, PR. Adora escrever sobre futebol e rock 'n' roll. Sobre música, adora o Hardão Setentista (Grand Funk, Uriah Heep, Deep Purple, Led Zeppelin) e o progressivo (Yes, Jethro Tull, Focus). Para música acha que nasceu pelo menos uns 30 anos atrasado. Das bandas atuais gosta de White Stripes, Wolfmother e Hellacopters. Mas sua paixão é o som trascendental do Pink Floyd. Os seus grandes sonhos são ver ao vivo uma reunião dos quatro novamente, como ocorreu no Live 8, além de comprar uma moto com a primeiro dinheiro que ganhar com o jornalismo.
Mais matérias de Cleyton Lutz.

 
 
 
 

RECEBA NOVIDADES SOBRE
ROCK E HEAVY METAL
NO WHATSAPP
ANUNCIE NESTE SITE COM
MAIS DE 3 MILHÕES DE
VIEWS POR MÊS