Vernon Reid reflete sobre mensagem atemporal de clássico do Living Colour
Por João Renato Alves
Postado em 05 de janeiro de 2026
Faixa de abertura do álbum "Vivid" (1988), "Cult of Personality" se estabeleceu como um hino do Living Colour. A música chegou ao 13º lugar no Billboard Hot 100 e ganhou o Grammy na categoria Melhor Performance de Hard Rock, além do MTV Video Music Awards de Melhor Videoclipe de Banda e Melhor Novo Artista.
No entanto, o que mais se destaca é o fato de a letra possuir contexto sociocultural atualizado até hoje. Durante entrevista ao Music Buzzz Podcast, o guitarrista Vernon Reid refletiu sobre o fato de o discurso permanecer relevante.
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"Bem, isso revela a verdade sobre quem somos. Ficamos fascinados pelo carisma, pela história, pela apresentação. É verdade - posso olhar para Malcolm X e Martin Luther King e falar sobre o que eles representavam, mas ambos eram tão bonitos quanto galãs de cinema. E isso faz parte. A superfície e a essência estão juntas. O que havia em Gandhi que galvanizou a nação? O que havia em Mussolini que hipnotizou a nação?"
O músico e compositor ainda atentou para o fato de pessoas diferentes terem abraçado o discurso proposto. "Curiosamente, muitas pessoas conservadoras adoram essa música. Elas tiram algo diferente dela, algo a mais. Porque a canção realmente fala sobre uma parte da condição humana que nunca vamos consertar. Isso nunca vai mudar."
O título da canção vem de um discurso do líder soviético Nikita Khrushchev feito em 1956, denominado "Sobre o culto à personalidade e suas consequências".
O Living Colour retorna ao Brasil em 2026 para 4 shows. Será a 12ª passagem do grupo pelo país. Detalhes completos no link abaixo.
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