Como estão sendo os reviews do novo disco do Metallica mundo afora
Por Ricardo Seelig
Fonte: Collectors Room
Postado em 19 de novembro de 2016
Hoje, 18 de novembro, é a data de lançamento de "Hardwired … To Self-Destruct", décimo disco do Metallica. O álbum já está disponível nas lojas e nos serviços de streaming de todo o mundo.
Compilamos abaixo trechos de reviews publicados por veículos nacionais e internacionais sobre "Hardwired … To Self-Destruct". No geral, percebe-se uma recepção muito positiva para o disco, que vem sendo saudado como o melhor trabalho do quarteto norte-americano desde o "Black Album" (1991).
Longe de ser perfeito e ter pelo menos uma meia hora a mais do que deveria, "Hardwired … To Self-Destruct" é facilmente o álbum mais forte do Metallica nos últimos 25 anos. (Metal Hammer)
"Hardwired … To Self-Destruct" mostra o Metallica dando sequência ao que fez em "Death Magnetic", enquanto incorpora elementos de discos como "Kill ‘Em All", "Master of Puppets" e "Load". O resultado é um álbum familiar e que proporciona uma audição confortável, mas também impulsiona a banda para a frente. (Loudwire)
Faixas épicas que soam como fúrias melodicamente construídas, mostram a banda despejando riffs em série e inúmeras mudanças de tempo. Se você for ouvir o disco no seu iPhone, tome cuidado: pode ser perigoso. (Rolling Stone)
Rogerio Antonio dos Anjos | Luis Alberto Braga Rodrigues | Efrem Maranhao Filho | Geraldo Fonseca | Gustavo Anunciação Lenza | Richard Malheiros | Vinicius Maciel | Adriano Lourenço Barbosa | Airton Lopes | Alexandre Faria Abelleira | Alexandre Sampaio | André Frederico | Ary César Coelho Luz Silva | Assuires Vieira da Silva Junior | Bergrock Ferreira | Bruno Franca Passamani | Caio Livio de Lacerda Augusto | Carlos Alexandre da Silva Neto | Carlos Gomes Cabral | Cesar Tadeu Lopes | Cláudia Falci | Danilo Melo | Dymm Productions and Management | Eudes Limeira | Fabiano Forte Martins Cordeiro | Fabio Henrique Lopes Collet e Silva | Filipe Matzembacher | Flávio dos Santos Cardoso | Frederico Holanda | Gabriel Fenili | George Morcerf | Henrique Haag Ribacki | Jorge Alexandre Nogueira Santos | Jose Patrick de Souza | João Alexandre Dantas | João Orlando Arantes Santana | Leonardo Felipe Amorim | Marcello da Silva Azevedo | Marcelo Franklin da Silva | Marcio Augusto Von Kriiger Santos | Marcos Donizeti Dos Santos | Marcus Vieira | Mauricio Nuno Santos | Maurício Gioachini | Odair de Abreu Lima | Pedro Fortunato | Rafael Wambier Dos Santos | Regina Laura Pinheiro | Ricardo Cunha | Sergio Luis Anaga | Silvia Gomes de Lima | Thiago Cardim | Tiago Andrade | Victor Adriel | Victor Jose Camara | Vinicius Valter de Lemos | Walter Armellei Junior | Williams Ricardo Almeida de Oliveira | Yria Freitas Tandel |
Com os melhores riffs da banda em décadas, o disco é muito bom. Com uma edição mais eficiente e que cortasse os excessos, teria potencial para ser um clássico. Mesmo assim, é um retorno triunfante do Metallica à boa forma. (The Guardian)
Um ataque intransigente de raiva feroz, machista e paranóica, que talvez seja o disco que a América mereça ouvir agora. (The Telegraph)
"Hardwired … To Self-Destruct" é uma promessa desajeitada, e muitas vezes encantadora, que a banda faz a si mesma, de continuar a ser o Metallica. (Consequence of Sound)
Com quase quatro décadas de história, eles conseguiram transcender o tempo e manter os fãs curiosos pelo que estava por vir. E mesmo "Hardwired … To Self-Destruct" não sendo muito diferente que "Death Magnetic", o Metallica segue sendo - ainda que seus integrantes já estejam na casa dos 50 anos - vital e inovador. E ninguém no rock recebeu mais aplausos do que eles. (NME)
O Metallica parou de tentar agradar a todo mundo e lançou um disco que incorpora toda a sua trajetória. (Sputnik Music)
Há uma abundância de sangue nos olhos carregada de diversão, e a maioria vai se contentar com isso. Para uma banda que está chegando à sua quarta década de vida, o Metallica ainda soa notavelmente em forma. (Rock Sound Magazine)
O disco vai superar as expectativas da maioria das pessoas, e mostra que o Metallica ainda soa melhor quando mete o pé no fundo do acelerador, tocando rápido e pesado. (Exclaim)
Só por trazer "Halo on Fire", percebe-se que o Metallica entregou o excelente disco que todos estavam esperando. (Q Magazine)
O Metallica soa mais selvagem, inspirado e, crucialmente, mais divertido em "Hardwired … To Self-Destruct" do que nos últimos 25 anos. (Mojo)
O melhor de "Hardwired… To Self-Destruct" é que não é apenas "mais do mesmo", como algumas bandas tem feito. O Metallica não teve medo de sair de sua zona de conforto e entrega um verdadeiro petardo pra estourar nossos tímpanos. (Roadie Metal)
"Hardwired … To Self-Destruct" não é um dos melhores discos do Metallica, mas provavelmente será um dos melhores discos do ano. É muito impressionante que, trinta anos depois, Ulrich, Hetfield e Hammett ainda consigam produzir música dessa qualidade e relevância. (WikiMetal)
O Metallica mostra força, mas peca pelo excesso em novo disco. (G1)
Em termos de composição, o álbum não é perfeito. As faixas se acomodam em ideias que soam bem metaleiras, mas que talvez pudessem ser resumidas. Contudo, "Hardwired… To Self-Destruct" tem o vigor e o pulso firme em grande escala que faltava à banda – ou que alguns fãs que não foram muito com a cara dos discos dos últimos 20 anos acharam que faltava. Não é o melhor disco de metal do ano, mas um dos mais aguardados e dos que satisfazem, daquele tipo em que os pontos positivos estão tão bem sedimentados que dá para relevar os negativos. E assim Hetfield, Ulrich, Hammet e Trujillo provam que possuem o que é preciso ter para ser uma grande, longeva e ainda boa banda de metal – e de quebra garantiram estádios lotados por mais 10 anos. (Escuta Essa)
No fim das contas, "Hardwired...To Self-Destruct" é um bom disco e nada mais. Tem seus ótimos momentos e tem faixas que, dependendo do humor do ouvinte, merecem ser puladas. (Whiplash.Net)
"Hardwired … To Self-Destruct" é o auto-resgate do Metallica. É a banda percebendo a força de sua história, o tamanho de sua importância e bebendo em sua própria fonte de ideias, clichês e fórmulas. E isso é feito de uma forma tão autêntica, sem buscar pretensas (e muitas vezes pretensiosas) inovações, que faz o resultado ser algo verdadeiro, como a banda não soava há anos. (Collector Room)
Comente: E você, o que achou do álbum?
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