Stones: novo documentário da Netflix fala sobre a morte de Brian Jones
Por Mateus Ribeiro
Fonte: NME
Postado em 29 de julho de 2019
Brian Jones, famoso por ser guitarrista do Rolling Stones, morreu há 50 anos, quando foi encontrado na piscina de sua própria casa. O empresário de Brian, Tom Keylock, afirmou que o guitarrista estava "louco" na noite de sua morte em 3 de julho de 1969.
Tom faz a afirmação em uma entrevista inédita que será mostrada em um novo documentário da Netflix sobre as teorias de conspiração que cercam a morte de Jones. Vale lembrar que muitas pessoas tratam o caso como assassinato.
Keylock foi entrevistado pelo jornalista investigativo Terry Rawlings, cujo livro "Who Killed Christopher Robin?" é a base do documentário da Netflix, que levará o mesmo nome. A entrevista foi realizada em 2009, e de lá pra cá, não havia sido divulgada. Na entrevista, Keylock é mostrado dizendo a Rawlings: "O que as pessoas não sabem é que bolos muito fortes foram feitos. É por isso que eles estavam todos chapados e não sabiam o dia em que estavam..."
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Relatórios oficiais da polícia dizem que havia apenas outras três pessoas presentes na noite da morte de Jones: a namorada do guitarrista, Anna Wohlin, a namorada de Keylock, Janet Lawson e o construtor Frank Thorogood, que foi acusado em vários relatos anteriores como responsável pela morte de Jones.
A filha de Jones, Barbara Marion, afirmou no início deste mês (3 de julho) que acredita que seu pai foi assassinado. Ela disse ao Sky News: "Eu não acho que a morte dele foi investigada como deveria ter sido."
A morte de Jones foi reaberta pela Polícia de Sussex em 2009, seguindo novas evidências do jornalista investigativo Scott Jones. Mas o relatório de 2009 concluiu que a morte de Jones não seria reaberta. A polícia de Sussex disse: "Não há novas evidências que sugiram que o veredito original do legista de 'morte por desventura' esteja incorreto".
ainda não há previsão para a estreia de "Who Killed Christopher Robin?".
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