Lucid Planet: uma jornada Psicodélica
Por Ricardo Bellucci
Postado em 08 de abril de 2024
Ao buscar novas sonoridades, novos tons musicais, a internet pode ser uma janela para novas oportunidades, trazendo surpresas às vezes não tão gratas, mas outras vezes esse ato de garimpagem sonora pode nos levar a um resultado surpreendente, de novas descobertas ou redescobertas.
Em uma dessas andanças pelo universo digital acabei me deparando com a página de uma banda da terra dos cangurus. Lucid Planet. A banda se autodefine como "uma banda progressiva e psicodélica. Nossa música combina influências de bass music psicodélico com djent, tribal e rock progressivo para um som divergente que interfunde gêneros. Rock intenso e pesado se funde com paisagens sonoras psicodélicas limpas e controladas por delay, que visam produzir uma experiência caleidoscópica meticulosamente elaborada".
O primeiro trabalho da banda, Lucid Planet, foi lançado em 2015, pelo selo da própria banda. Elaborada a partir de uma sonoridade delicada, complexa, de camadas psicodélicas interpostas, o som remete aos trabalhos de Rick Wakeman, com leves pitadas de música tribal. Os teclados são elementos importantes na composição da tessitura sonora, dialogando com linhas de baixo densas e suaves, intercaladas pela melodia das guitarras com timbres agudos e pela percussão tribal.
Em 2020 a banda lançou seu segundo trabalho, Lucid Planet II, onde as influências tribais soam de forma mais acentuada em relação ao primeiro trabalho, porém mantendo a estrutura sonora do primeiro LP.
Gostei logo de cara do trabalho da banda, autoral e que proporcionam uma experiência única. Para imergir na sonoridade total é necessário navegar pelas obras por inteiro, visitando cada faixa, vivenciando a experiência de "sentir" as cores vivas dessa sonoridade única.
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