Billy Corgan revela o comentário dos fãs de Smashing Pumpkins que mais o irritam
Por André Garcia
Postado em 16 de maio de 2025
Quem vê o Smashing Pumpkins hoje em dia deve achar que é só uma banda esquisita com um vocalista que parece uma mistura de Tio Chico (da Família Adams) com Lex Luthor.
Só que na primeira metade dos anos 90 eles fizeram um baita sucesso. Tanto que foram uma das maiores bandas de rock independente/alternativo dos Estados Unidos.
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Seu álbum de estreia, "Gish" (1991), foi o independente mais vendido de todos os tempos na época. O segundo, "Siamese Dream", já entrou no top 10 das paradas tanto dos Estados Unidos quanto na Inglaterra, vendendo 4 milhões de cópias apenas nos States. O "Mellon Collie and the Infinite Sadness" (1995), seu auge, vendeu mais ainda, e ainda chegou ao topo das paradas da Billboard — sendo indicado a sete Grammy e nove MTV Music Video Awards.
Em vídeo disponível no YouTube o líder, fundador e frontman da banda, Billy Corgan, revelou qual é a última coisa que um fã do Smashing Pumpkins deveria dizer a ele:
"A coisa mais irritante que tem para mim como músico, é quando alguém vem e faz essa coisa estranha de elogiar um período da minha carreira desconsiderando os outro períodos. […] Isso, aliás, não é uma coisa que aconteceu uma vez, já aconteceu 50 vezes. [A pessoa chega para mim e diz] 'Obrigado por ter feito o 'Siamese Dream' você salvou minha vida!' […] Aí eu fico tipo, 'Uau! Muito obrigado!' E quando vou tomar meu chá verde eles vão e dizem '…mas o que você lançou depois disse eu não curti'. Aí eu literalmente digo 'Por que eu preciso saber disso?' Eles respondem 'Sei lá, pensei que você gostaria de saber'. Por que eu iria querer saber isso?"
Segundo Billy contou certa vez, nessa época dos primeiros lançamentos do Smashing Pumpkins ele sofreu com a falta de apoio e a inveja de seu próprio pai com o sucesso que ele fazia:
"Meu pai não apoiava que eu tocasse guitarra. […] Mesmo depois que eu lancei meu primeiro disco, que foi na época o álbum independente mais bem sucedido já lançado, meu pai deu de ombros e disse 'Até que é aceitável'. No segundo álbum a banda explodiu, aí ele teve que começar a mudar o discurso."
"Aí ele começou a me apoiar, mas logo depois ficou bizarramente recalcado. Ele agia como se eu tivesse feito algum tipo de feitiçaria e dado sorte. Ele usava palavras como 'sorte', falava para eu guardar o dinheiro porque eu ia precisar, […] era um papo tão catastrófico."
Moral da história: Para quem forma uma banda de rock é mais fácil ficar rico e mundialmente famoso do que agradar aos próprios pais.
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