Lista: álbuns de rock e metal que são incontestáveis - Parte 1

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Por Mateus Ribeiro
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O rock e o metal são estilos musicais extremamente produtivos. Desde os tempos mais primórdios, novas bandas e subgêneros surgem dia após dia, para a felicidade dos fãs do estilo. É claro que discos também são lançados em um ritmo frenético até os dias de hoje. Alguns são bons, outros nem tanto. E no meio da infinidade de álbuns lançados, existem os que se tornaram clássicos absolutos e que são incontestáveis.

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álbuns de rock e metal que são incontestáveis - Parte 2

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Estes trabalhos irreparáveis passaram pelo teste do tempo e não há como contestar ou criticar o quanto foram influentes e causaram impacto não apenas na cena da música, mas também na vida das pessoas. É provável que você, que está lendo este texto, tenha iniciado a sua caminhada no mundo da música pesada com algum destes discos. Foi assim com muita gente e continuará sendo por muito tempo.

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Sem tempo para mais conversa fiada, confira a seguir alguns álbuns de rock e metal que são incontestáveis.

"Black Sabbath" – BLACK SABBATH (1970): o início de tudo. Foi com este disco maravilhoso e assustador que o heavy metal começou a tomar forma. O primeiro trabalho da banda inglesa é influência para 10 entre 10 bandas de heavy metal que surgiram a partir de 1970.

Até hoje, tanto a capa do disco quanto o início da faixa-título causam calafrios nos mais desavisados. Clássico absoluto!

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"Led Zeppelin IV" – LED ZEPPELIN (1971): entre toda a discografia perfeita do LED ZEPPELIN, o quarto disco da banda britânica se destaca. O trabalho, que não tem uma única faixa meia-boca, figura entre os discos mais vendidos da história, muito por conta de "Stairway To Heaven", que é uma das canções mais famosas da história da música.

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"Machine Head" – DEEP PURPLE (1972): o PURPLE forma ao lado do SABBATH e do ZEPPELIN a Santíssima trindade do heavy metal, por conta da influência que o trio exerceu no desenvolvimento do estilo.

O sexto disco da banda (que entre as três acima citadas, é a única que ainda está na ativa) é o ápice do PURPLE, com todos os integrantes da banda afiados tanto na composição quanto na execução. Os destaques desta obra-prima ficam com "Highway Star", "Lazy", "When A Blind Man Cries" e obviamente, "Smoke on the Water", que tem o riff de guitarra mais famoso do rock.

"Rising" – RAINBOW (1976): imagine um time que conta com o guitarrista Ritchie Blackmore, o vocalista Ronnie James Dio (que até então, não era tão conhecido) e o baterista Cozy Powell? Pois bem, o RAINBOW contou com estes três monstros (além do baixista Jimmy Bain e do tecladista Tony Carey) para gravar um dos discos mais influentes da história da música pesada.

Apesar de não ser tão aclamada quanto o BLACK SABBATH, o LED ZEPPELIN ou o DEEP PURPLE, o RAINBOW tem importância gigantesca para o desenvolvimento do heavy metal. "Rising" talvez seja a maior mostra dessa influência e a épica "Stargazer" merece ser venerada como uma obra imortal.

"Rocket to Russia" – RAMONES (1977): o terceiro álbum do RAMONES é considerado por quase todos como o melhor disco da banda e agrada desde fãs de rock até simpatizantes do metal extremo.

O trabalho, que é o último a contar com o baterista Tommy Ramone, se parece com uma coletânea, por conta dos vários hits que apresenta: "Rockaway Beach", "Ramona", "Sheeena Is a Punk Rocker", "Here Today, Gone Tomorrow", "Cretin Hop" e "I Don´t Care" são bons exemplos.

Nota: se você não conhece "I Don´t Care", aconselho que ouça e depois vá ouvir "Que País É Este", gravada pela LEGIÃO URBANA.

"Ace of Spades" – MOTÖRHEAD (1980): desde o início de sua longa carreira, a banda do saudoso Lemmy Kilmister sempre tocou música pesada, suja e agressiva. O álbum lançado em 1980, que tem altos petardos e é o maior clássico da banda, resume com maestria a proposta do MOTÖRHEAD, como pode ser ouvido na icônica faixa que dá nome ao disco.

"Back In Black" – AC/DC (1980): o carismático e emblemático Bom Scott faleceu de forma trágica em 1980. A perda poderia significar o fim da linha para o AC/DC. Porém, a banda ressurgiu das cinzas com um clássico que além de ser a maior ressurreição do rock and roll, é o disco do estilo mais vendido até hoje na história.

Desde os primeiros segundos de "Hells Bells" até "Rock and Roll Ain´t Noise Polution", passando pelas maravilhosas "You Shook Me All Night Long", "Back In Black" e "Shoot to Thrill", o disco que marca o recomeço do AC/DC é maravilhoso.

"Heaven and Hell" – BLACK SABBATH (1980): após 8 álbuns de estúdio, Ozzy Osbourne foi demitido do BLACK SABBATH. Substituir o insano vocalista era uma tarefa das mais difíceis. O lendário Ronnie James Dio segurou esse rojão com maestria.

O baixinho não só substituiu bem Ozzy como também foi peça fundamental em um dos maiores discos da história da música pesada. O trabalho, que tem uma capa marcante (e polêmica), apresenta alguns dos maiores hinos do metal, como "Heaven and Hell", "Neon Knights", "Die Young", "Children of the Sea" e "Lonely Is The Word". Essencial em qualquer coleção.

"Blizzard of Ozz" – OZZY OSBOURNE (1980): a separação também foi difícil para Ozzy, que teve que recomeçar do zero. O Madman recrutou um ótimo time, com destaque para o jovem e virtuoso Randy Rhoads. Em 1980, sai o seu primeiro disco solo, "Blizzard of Ozz".

O primeiro trabalho do vocalista é perfeito e apresentou ao mundo músicas que até hoje fazem a alegria dos headbangers, como "Crazy Train", a balada "Goodbye to Romance", "Mr. Crowley" e "Revelation (Mother Earth)".

"Powerslave" – IRON MAIDEN (1984): a primeira passagem de Bruce Dickinson pelo IRON MAINDE é recheada de álbuns excepcionais. Fica difícil escolher um, mas não dá para negar que "Powerslave" é o trabalho mais poderoso da banda.

O quinto disco do IRON MAIDEN é um dos discos mais "metal" da historia e músicas como as maravilhosas "Aces High", "2 Minutes To Midnight", "Flash of the Blade", "Powerslave" e a épica "Rime of the Ancient Mariner" comprovam todo o poder de fogo que a Donzela tinha nos anos 1980.

"Bonded by Blood" – EXODUS (1985): o primeiro trabalho do EXODUS é thrash metal do início ao fim e é considerado um dos discos definitivos do estilo com toda a razão. O debut do grupo é um festival de violência, fúria e riffs insanos, sem contar o vocal característico do inesquecível Paul Baloff, o cara mais "thrasher" que este planeta já viu.

Não tem segredo, é apertar o play e bater cabeça ao som de "Bonded by Blood", "Piranha", "And Then There Were None", "Strike of the Beast" e "Metal Command". Uma verdadeira AULA, obrigatória no currículo de qualquer fã de thrash.

"Master of Puppets" – METALLICA (1986): se hoje o METALLICA passa longe do metal, em 1986, o grupo de Lars e James lançou um disco que merece ser considerado uma das maiores obras já feitas pelo homem.

É difícil falar qualquer coisa sobre "Master of Puppets" que já não tenha sido dita ou escrita por alguém. Um trabalho absolutamente perfeito, sem uma única falha, que foi feito na base do talento, da técnica e do coração.

Resumidamente, "Master of Puppets" é uma das obras que fez o metal se tornar tão grande quanto é até os dias de hoje.

"Reign In Blood" – SLAYER (1986): em menos de meia hora, o SLAYER conseguiu traduzir bem o thrash metal: velocidade, peso, violência, agressividade em níveis estúpidos e MUITO sangue no olho. Foi com este atentado aos bons costumes que o SLAYER se transformou na banda mais desgraçada do universo.

Se um dia acontecesse o apocalipse, certamente músicas como "Piece By Piece", "Altar of Sacrifice", "Necrophobic", "Postmortem" e "Raining Blood" seriam a trilha sonora. Vale lembrar que Josef Mengele e sua turma devem estar queimando eternamente ao som de "Angel of Death".

"Appetite for Destruction" – GUNS N´ROSES (1987): não há dúvidas que o GUNS foi uma das últimas bandas de rock and roll que balançou o mundo. O impacto causado por Axl e sua turma se deve ao primeiro disco da banda, que é a maior estreia de uma banda de rock.

Por mais que não tenha sido um sucesso imediato, "Appetite for Destruction" se tornou um disco gigantesco, que vendeu milhões e tornou o GUNS em um fenômeno de proporções mundiais. Basta ver que 33 anos depois, o grupo continua sendo assunto e enchendo estádios.

Além da inesquecível "Sweet Child O´ Mine", o primeiro disco do GUNS se tornou incontestável por apresentar outras faixas matadoras: "Nightrain", "Welcome to the Jungle", "My Michelle", "Paradise City" e "It´s So Easy". Goste você ou não da banda, "Appetite for Destruction" é um disco sensacional do primeiro ao último acorde.

"The Real Thing" – FAITH NO MORE (1989): o FAITH NO MORE é uma das bandas mais legais e criativas do rock. Além de ótimas canções, o grupo agrada gregos e troianos com suas músicas imprevisíveis e cativantes.

O terceiro disco da banda, "The Real Thing", marca a estreia do vocalista Mike Patton e tem músicas que até hoje são especiais e marcantes, como a eterna "Epic", ou então "From Out of Nowhere", "Zombie Eaters", "Surprise! You´re Dead!", além do genial cover para "War Pigs".

Não tem erro, "The Real Thing" é coisa linda em sua totalidade. É dar o play, esquecer da vida e viajar nas melodias maravilhosas desta obra-prima.

"Painkiller" – JUDAS PRIEST (1990): qual banda gigantesca consegue lançar o seu melhor disco após 15 anos de carreira? O JUDAS PRIEST conseguiu essa façanha com o seu décimo segundo disco de estúdio, que por sinal, é o trabalho mais pesado do grupo inglês.

Além de a faixa-título ser uma das músicas que melhor define o gênero heavy metal (sem contar a sua introdução de bateria), "Painkiller" é irretocável por conta de hinos do calibre de "Hell Patrol", "A Touch of Evil", "All Guns Blazing", "Metal Meltdown" e "Night Crawler". Um disco incontestável e feito de metal, da capa até a última nota musical.

"Rust In Peace" – MEGADETH (1990): depois de lançar três bons álbuns com o MEGADETH, Dave Mustaine recrutou o guitarrista Marty Friedman e o baterista Nick Menza, que se juntaram ao David Ellefson (e obviamente, ao patrão). Pronto, estava formado o time que iria escrever o melhor disco da banda.

O quarto álbum de estúdio do MEGADETH, que completa 30 anos no dia 24 de setembro, é o melhor trabalho da banda e uma das bandeiras do thrash metal. A mistura de velocidade, peso, técnica e suor rendeu maravilhas como "Holy Wars... The Punishment Due", "Hangar 18", "Five Magics", "Take No Prisoners" e "Tornado of Souls".

Em breve, a parte 2. Um abraço e até a próxima!

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Sobre Mateus Ribeiro

Fanático por Ramones, In Flames e Soilwork. Limeirense com muito orgulho (e sotaque).

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