Lista: álbuns de rock e metal que são incontestáveis - Parte 2

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Por Mateus Ribeiro
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Quem é fã de rock e metal sabe que existe uma infinidade de discos desses estilos que são perfeitos. Do mais puro e dançante rock and roll até o metal extremo, há inúmeros trabalhos que são irrepreensíveis. Aliás, eu fiz uma pequena lista com alguns discos que são incontestáveis e você pode conferir a matéria no link a seguir.

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Lista: álbuns de rock e metal que são incontestáveis - Parte 1Lista
álbuns de rock e metal que são incontestáveis - Parte 1

Pois bem, mas como dito no início do texto, existem muitos trabalhos que merecem o selo da perfeição. Justamente por isso, resolvi fazer a parte 2 da lista que traz álbuns de rock e metal que são incontestáveis. Aperte o play e boa viagem.

"Destroyer" – KISS (1976): o KISS é, foi e sempre será uma das maiores bandas de rock do planeta. A discografia do quarteto maquiado é repleta de momentos geniais e o quarto trabalho de estúdio é um dos maiores feitos de Gene Simmons e sua turma.

"Destroyer" é poderoso do começo ao fim e se parece com uma coletânea, pela quantidade de clássicos que apresenta, como "Detroit Rock City", "God Of Thunder", "Do You Love Me", "Shout It Out Loud" e a maravilhosa balada "Beth", uma das músicas mais bonitas do rock and roll.

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"Holy Diver" - DIO (1983): em 1980, Ronnie James Dio foi chamado para ser o substituto de Ozzy no BLACK SABBATH. Alguns anos depois, o lendário baixinho também foi expulso da banda de Tony Iommi.

Dio fez o mesmo que Ozzy: chamou músicos excepcionais (Vivian Campbell na guitarra, Jimmy Bain no baixo e no teclado, além do exímio Vinny Appice na bateria), montou sua banda e lançou um dos discos mais cultuados da história do metal, o clássico "Holy Diver".

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O disco de estreia de DIO é uma aula de como se fazer música pesada, como pode ser notado nas geniais "Stand Up And Shout", "Holy Diver", Rainbow In The Dark", "Don´t Talk To Strangers" e "Caught In The Middle".

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"Melissa" – MERCYFUL FATE (1983): vindo da improvável DINAMARCA, o vocalista Kim Bendix Petersen (também conhecido como KING DIAMOND) montou o MERCYFUL FATE. Com sua voz peculiar e letras insanas, o músico ajudou a sua banda a fazer um dos trabalhos mais influentes da história do metal extremo.

O som do grupo é puro heavy metal, porém, as letras, que abordam temas sombrios, transformaram o MERCYFUL FATE em uma banda primordial para o desenvolvimento de estilos mais pesados no futuro. Os destaques do disco ficam por conta de "Evil", "Curse Of The Pharaohs", "Into the Coven", "Satan´s Fall" e a faixa-título.

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"Among The Living" – ANTHRAX (1987): de todas as bandas que fazem parte do famigerado "Big Four", o ANTHRAX é a mais subestimada. A discografia do quinteto é cheia de ótimos discos, com destaque para o terceiro trabalho de estúdio.

"Among The Living" é um dos maiores discos do thrash metal. Apostando em riffs rápidos e afiadíssimos, o ANTHRAX escreveu grandes clássicos do estilo, com destaque para a faixa-título (que abre o trabalho com a mesma força que um murro do Mike Tyson no meio da lata), "Caught In A Mosh", "Efilnikufesin (N.F.L.)", "I am the Law" e a poderosa "Indians".

"Operation: Mindcrime" – QUEENSRYCHE (1988): discos conceituais sempre foram parte importante da história do rock e do metal. Entre estes trabalhos, o terceiro álbum de estúdio do QUEENSRYCHE merece um lugar especial.

O quinteto conta uma história intrigante (que envolve política, crimes, drogas e paixão, entre outras coisas) através de músicas que se tornaram hinos do metal progressivo, como "Revolution Calling", "Spreading the Disease", além da épica "Suite Sister Mary". Clássico absoluto!

"Keeper of the Seven Keys" - Partes I e II – HELLOWEEN (1987/1988): se você é fã de power metal, tem por obrigação acordar todos os dias e venerar esses dois discos maravilhosos, essenciais para o sucesso que o estilo alcançou.

Os discos mostram a banda alemã em sua melhor fase, no ápice da criatividade, o que é representado em clássicos imortais do metal melódico, como "I´m Alive", "A Little Time", "Eagle Fly Free", "A Tale That Wasn´t Right", "Future World", "Dr. Stein", "We Got the Right", "I Want Out" e "March of Time".

Não tem segredo: é apertar o play e chorar (principalmente se você se lembrar das cópias horrorosas que o HELLOWEEN ajudou a criar nos anos seguintes).

"Theatre Of Fate" – VIPER (1989): o segundo disco da banda paulistana VIPER é sem sombra de dúvidas, um dos principais responsáveis pelo metal existir no Brasil. Um trabalho perfeito do início ao fim, repleto de peso, melodia e feeling.

As principais músicas deste álbum maravilhoso são "To Live Again", "At Least a Chance", "A Cry From the Edge", além da sensacional "Living for the Night", que continua emocionante até os dias de hoje.

"Theatre of Fate" é gigantesco e merece ser reverenciado todos os dias pelos fãs de metal.

"Nevermind" – NIRVANA (1991): goste você ou não, o trio liderado pelo talentoso e controverso Kurt Cobain fez uma revolução no mundo do rock, muito bem representada pelo álbum que traz um bebê nadando pelado na capa.

O som sujo, agressivo, simples, raivoso e por vezes, melancólico apresentado pelo NIRVANA, reflete bem as ideias de seu líder e apresentou ao mundo músicas que marcaram uma geração, casos de "Come As You Are", "Lithium", "In Bloom", "Polly" e sobretudo, a icônica "Smells Like Teen Spirit".

"Metallica" – METALLICA (1991): também conhecido como "Black Album" (por conta da cor predominante de sua capa), é um sucesso estrondoso de vendas e marca uma reviravolta na carreira do METALLICA, que definitivamente, tirou o pé do acelerador em seu quinto trabalho.

Ao mesmo tempo em que perdeu muitos fãs, o quarteto conquistou a simpatia de muitas pessoas que não eram fãs de metal, através de composições pesadas, mas acessíveis, como "Enter Sandman", "Sad But True", "Wherever I May Roam", "The Unforgiven" e "Nothing Else Matters".

Além da qualidade ímpar das músicas, a excelente produção de "Metallica" também merece todos os elogios, ao contrário do que aconteceu no antecessor "...And Justice for All", onde mal se ouve o baixo.

"Images And Words" – DREAM THEATER (1992): a entrada do vocalista James LaBrie fez muito bem para o DREAM THEAER. E o primeiro trabalho com o novo vocalista é genial.

A habilidade dos músicos envolvidos é algo fora do comum, tanto na criação quanto na execução. Essas qualidades ficam evidenciadas em músicas que conseguem ser complexas e cativantes ao mesmo tempo. Ao contrário do que muitos falam por aí, o DREAM THEATER está longe de fazer músicas chatas e sem alma. Se ainda tem dúvidas, ouça "Pull Me Under", "Take The Time", a linda balada "Another Day", "Under a Glass Moon" ou então, "Metropolis – Part 1: The Miracle and the Sleeper", a maior obra-prima escrita por John Petrucci e sua turma.

Em breve, a parte 3. Um abraço e até a próxima!

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Sobre Mateus Ribeiro

Fanático por Ramones, In Flames e Soilwork. Limeirense com muito orgulho (e sotaque).

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