Rush: Alex Lifeson fala sobre o "Clockwork Angels"

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Por Nathália Plá, Fonte: Blabbermouth.net, Tradução
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Mick Burgess, do Metal Express Radio, entrevistou o guitarrista do RUSH, Alex Lifeson. Seguem alguns trechos da conversa.

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Metal Express Radio: Daqui a poucas semanas, seu último álbum, "Clockwork Angels", será lançado. Vocês estão ansiosos com o lançamento?

Alex: Sim, foi um longo projeto. Nós lançamos algumas canções antes da última turnê e essa é a primeira vez que fizemos algo assim, gravando algumas músicas de um disco que ainda não foi lançado. Foi divertido lançar essas músicas, trabalhar nelas e tocá-las e dar uma espiada em como o projeto seria. Foi ótimo para nos fazer voltar a compor, o que fizemos em meados do ano passado quando entramos na estrutura da composição e quando toda a história começou a tomar forma. Foi aí que tivemos uma noção do que o álbum seria.

Metal Express Radio: O "Clockwork Angels" tem vocês realmente abrindo as asas. Há elementos do RUSH vintage alí, com arranjos complexos e mudanças de ânimo enquanto se matém aquela sensação contemporânea de seus últimos álbuns. Foi esse o plano quando vocês começaram a discutir idéias com o Geddy [Lee, baixo/vocal]?

Alex: Eu não sei, na verdade. Eu nunca estou certo de qual seja o plano. Nós meio que começamos no dia e a coisa toma sua forma e nós meio que a seguimos. Acho que provavelmente com esse disco, nós queríamos realmente tocar e alongar um pouco. Nós queríamos nos divertir tocando e também desnudar as coisas. Acho que o "Snakes & Arrows", em retrospecto, foi um pouco denso, porque ele foi compost com guitarra acústica, o que teve um grande papel na produção. Nós fizemos várias camadas de acústico e elétrico e acho que fomos um pouco nebulosos às vezes. Eu realmente gosto do disco, mas com a retrospectiva de ter vivido com ele por um tempo, nós percebemos que deixamos ele passar do ponto um pouco.

Metal Express Radio: O "Clockwork Angels" é realmente um passo à frente do "Snakes & Arrows" então?

Alex: Sim, nós realmente quisemos desnudá-lo e ter uma sensação de divisão nele. Não há guitarra rítmica durante os solos de guitarra que é algo que você acaba fazendo quando gosta do som da coisa, como se você gostasse de todas cores mas nem sempre elas são necessárias, e eu acho que o álbum se torna muito mais poderoso como resultado disso.

Metal Express Radio: O Nick Raskulinecz foi o produtor novamente. Ele trabalhou com artistas como o FOO FIGHTERS, ALICE IN CHAINS e MARILYN MANSON. Ter alguém jovem e em contato com bandas atuais ajuda a revigora-los como músicos?

Alex: Até certo ponto sim. Tem algo na forma do Nick trabalhar; o entusiasmo dele é muito contagiante. Ele é muito instintivo e tem grandes ouvidos. Nós acabamos respeitando de verdade a opinião dele. Ele não está sempre certo, mas ele nunca fica sem idéias e isso é sempre uma coisa boa de se ter. Eu não acho que ele esteja querendo nos influenciar citando outras bandas ou músicos. Acho que ele tenta fazer com todos artistas com que ele trabalha, e eu conversei com alguns deles. Eu joguei golfe com o Jerry Cantrell do ALICE IN CHAINS recentemente e ele disse a mesma coisa, ele põe para fora o que está em você. Aquilo que faz de você quem você é, é o que ele busca.

Leia a entrevista na íntegra no Metal Express Radio:
http://www.metalexpressradio.com/menu.php?main=interviews&id...

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Sobre Nathália Plá

Mineira de Belo Horizonte, nasceu e cresceu ouvindo Rock por causa de seu pai. O som de Pink Floyd e Yes marcou sua infância tanto quanto a boneca Barbie, mas de uma forma tão intensa que hoje escutar essas bandas lhe causa arrepios. Ao longo dos anos foi se adaptando às incisivas influências e acabou adquirindo gosto próprio, criando afinidade pelo Hard Rock e Heavy Metal. Louca e incondicionalmente apaixonada por Bon Jovi, não está nem aí pras críticas insistentes dirigidas à banda. Deixando a emoção de lado e dando ouvidos à técnica e qualidade musical, tem por melhores bandas, nessa ordem, BlackSabbath, Led Zeppelin, Deep Purple, Metallica e Dream Theater. De resto, é apenas mais uma apreciadora do bom e velho Rock'n'roll.

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