Def Leppard: "sofremos a síndrome de Roger Waters"
Por Monica Fontes
Fonte: Brave Words
Postado em 06 de maio de 2008
Gary Graff, do Billboard.com, conversou com o frontman do DEF LEPPARD, Joe Elliott, sobre vários assuntos, principalmente sobre o novo álbum "Songs From the Sparkle Lounge".
Billboard.com: "Sparkle Lounge" soa como um álbum padrão, alguma coisa quase "fácil" para a banda fazer.
Joe Elliott: "Bem, isso é questão de ponto de vista. Nós queríamos lançar um tipo específico de álbum, mas que ao mesmo tempo não parecesse específico. Não estávamos tentando fazer como em 'Pyromania', onde tinha um som de bateria que era definitivo em 1983, ou em "Hysteria" quando tínhamos a sonoridade dos anos 80. Com este, foi o caso de: 'Vamos nos concentrar na composição e usar a produção e tecnologia de 2008 para que soe como um álbum dos anos 70'. Parece complicado, mas na verdade, não foi".
Billboard.com: Todo mundo acha que o DEF LEPPARD está se tornando Country!
Joe Elliott: "(risos) As pessoas estão levantando essa questão: 'Vocês viraram uma banda Country? Não! Tim (McGraw) está cantando Rock!' E a verdade é essa, foi o que realmente fizemos. Se você ouvir o disco, ele canta à sua maneira no início, com um som nasal, mas depois disso, mal conseguimos distinguir um do outro... Ele realmente seguiu a linha roqueira no disco".
Billboard.com: Que tipo de pressão comercial você sente quando lança um novo álbum do DEF LEPPARD?
Joe Elliott: "Na verdade a pressão comercial começa depois do lançamento. Não permitimos que ninguém se aproxime quando estamos fazendo o disco – é o que eu chamo de 'síndrome de Rogers Waters'. Ninguém diz a ele como fazer um álbum do PINK FLOYD e o mesmo ocorre conosco. Sei que algumas pessoas devem pensar que alguém impôs a participação do Tim McGraw, mas não foi isso. Foi uma escolha que fizemos e isso causou um certo agito na mídia".
Leia mais em billboard.com.
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