Deus X Machina: Exemplo de Power Metal
Resenha - X - Deus X Machina
Por Vitor Franceschini
Postado em 10 de agosto de 2015
Nota: 8 ![]()
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Os fãs sempre se doem quando é dito que o Power Metal anda desgastado e sua fórmula não tem mais por onde ser explorada. Eles podem até ter razão, pois vira e mexe aparecem talentos que conseguem dar uma ‘re-upada’ no estilo e criar coisas de alto nível. Mas que isso tem se tornado cada vez mais raro é fato.
Estes argentinos do Deus X Machina é um bom exemplo disso. Apesar de não inventarem nada, conseguem seguir a cartilha com entusiasmo e depositando todos os elementos necessários, além de incluírem elementos do Prog Metal, hoje tão comumente mesclados com o Power Metal.
Todos os clichês se fazem presentes e há quase nada de inovação, porém a banda não copia ninguém e impõe suas doses de características nas nove composições aqui encontradas. Guitarras virtuosas com bases e solos sólidos, uma cozinha pesada com a bateria explorando os dois bumbos em velocidades alternadas, além de um vocalista que canta muito bem e não exagera na sua interpretação são os grandes trunfos do quarteto.
Além disso, as linhas de teclados são fundamentais na sonoridade da banda, o que acaba gerando arranjos excelentes e certa suavidade que contrasta com o peso. Outro ponto forte são os refrãos marcantes, fator que é muito importante e torna as composições empolgantes.
A produção é outro fator preponderante já que mostra um ótimo trabalho a cargo de Diego Rugiero no Studio Thirteen, o que é algo fundamental para o gênero. Vale lembrar que a banda canta em inglês, já que na Argentina muitos optam por cantar na língua pátria. Absolute Reality e Under The Clouds são os destaques, além do cover para Eye of The Tigger do Survive, que não ficou melhor que a original, mas deu uma cara própria da banda.
https://www.facebook.com/DXMetal
https://soundcloud.com/deus-x-machina/sets/x-1
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