Arroganz: Encontrando meios de diferenciar-se

Resenha - Tod & Teufel - Arroganz

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Por Vitor Franceschini
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Nota: 9

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É muito bom ouvir uma banda que consegue achar (não sei como) meios de diferenciar-se mesmo mesclando gêneros que foram sugados até a tampa. E os alemães do Arroganz conseguem isso fazendo de seu Death Metal com flertes de Black Metal algo muito interessante.
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Não, o trio oriundo de Cottbus, não se utiliza de elementos atípicos ou qualquer coisa que diferencie sua música de forma mais apelativa. Simplesmente se utilizam de uma fórmula simples, mas que é muito pouco explorada e só usam vocal, guitarra, baixo e bateria.

A questão é que buscam timbres diferentes, levadas diferentes e as incorporam ao tradicional, gerando um som agradabilíssimo e de muito bom gosto. Quem prestar bem atenção vai perceber que as guitarras sujas carregam um ‘Q’ de Stoner, mas que a execução de suas linhas vai muito além. Isso sem contar o baixo distorcido que dobra o peso das músicas.

Velocidade não é o principal objetivo da banda, que alterna ritmos arrastados, com outros menos cadenciados com alguns momentos mais brutais. Tudo isso sem contar a ótima produção no The Dark Depths Of Cottbus Studio, mixagem por Timo Rotten (Spitfire Productions) e masterização por Lasse Lammert (LSD Studio). Difícil mesmo é destacar algumas composições apenas.

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Sobre Vitor Franceschini

Jornalista graduado tem como principal base escrever sobre Rock e Metal, sua grande paixão. Ex-editor do finado Goredeath Zine, atual comandante do blog Arte Metal, além de colaborador de diversos veículos do underground.

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