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Slash: "World on Fire" é um disco de Hard Rock decente

Resenha - Slash - World On Fire

Por Júlio César Tortoro Ribeiro
Postado em 03 de dezembro de 2014

Nota: 7

Faz um bom tempo que Slash consegue destaque com seus trabalhos solos, desde que montou o Snakepit em 1995 até o forte e empolgante Apocalyptic Love de 2012 ele vem mostrando que sabe como poucos escrever bons discos de Hard Rock recheado de boas guitarras e aquele clima descontraído e direto que sempre norteou sua carreira.

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Ao repetir a parceria com Myles Kennedy (Alter Bridge) Slash apostou numa química que funcionou muito bem em 2012 e que se repetiu com êxito agora em World On Fire, este não desbancou seu antecessor por esbarrar em 2 problemas, o primeiro, não existe grande diferença estética entre os trabalhos, o segundo, o disco é longo e se torna um pouco cansativo quando chega ao seu final, são 17 faixas em 78 minutos, faltou filtro.

Mas dentro de mais de uma hora de música os destaques empolgam mas correm o risco de perder força se misturados a muitas faixas sem grandes propósito, impossível não se empolgar com a poderosa e frenética World On Fire ou com a inspirada e totalmente Gunner Wicked Stone, em ambas a guitarra afiada de Slash dispara seus bons riffs e seus solos perfeitos, aula de bom gosto.

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O disco emplaca mais bons riffs com a animada 30 Years To Life, destaque para a boa entonação de Myles Kennedy, assim como na cadenciada Bent To Fly que possuí um grande arranjo acústico no inicio e um clima de power ballad muito bem vindo,a banda de apoio formada por Todd Kerns (baixo) e Brent Fritz (Bateria, Percussão e Piano) é digna de nota.

Os problemas de World On Fire começam justamente aqui, após um bom começo, o disco perde pegada e caminha para tentar recriar Apocalypitc Love, e digamos que as coisas não funcionam tão bem, poucas faixas se destacam a partir de então até o ponto que o trabalho se aproxima do rótulo de genérico, mas felizmente consegue escapar.

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Mesmo não tendo músicas essencialmente ruins, encontramos muito material que poderia ter sido guardado e retrabalhado de forma mais cuidadosa, Stone Blind tem um solo legal mas parece um recorte dos tempos de Snakepit, Too Far Gone tem muito pouco a dizer apesar do belo solo, as coisas melhoraram e muito com Beneath The Savage Sun, um refrão forte acompanhado das guitarras certeiras, especialidade de Mr Saul Hudson, faixa que lembra muito Alter Bridge do Fortress, faltou músicas com essa ousadia. A Instrumental Safari Inn mostra um pouco mais da elegância de Slash pilotando as seis cordas, mais uma boa música.

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Citar as 17 faixas é desnecessário e maçante, até porque requer muitas audições para identificarmos exatamente as características do conteúdo, isso é bom porque torna o disco mais durável, mas, como é o caso, muito do que foi gravado acaba passando batido.

Em linhas gerais World On Fire é um disco de Hard Rock decente, bem gravado e muito bem tocado, mas pecou nos excessos, em um ano que muitos trabalhos excelentes foram lançados ficou difícil para Slash e Cia firmarem na lista dos melhores do ano, e mesmo sendo legal de se, ouvir a sensação de que podem entregar mais é inegável.

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Colocando em uma perspectiva mais otimista, seria um grande registro de uma banda iniciante, mas é apenas um bom registro na carreira da lenda chamada Slash.

World On Fire (2014)

World On Fire
Shadow Life
Automatic Overdrive
Wicked Stone
30 Years To Life
Bent To Fly
Stone Blind
Too Far Gone
Beneath The Savage Sun
Withered Delilah
Battleground
Dirty Girl
Iris Of The Storm
Avalon
The Dissident
Safari Inn
The Unholy
A Banda

Myles Kennedy (Vocais)
Slash ( Guitarra)
Todd Kerns (baixo)
Brent Fritz (Bateria, Percussão e Piano)

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Sobre Júlio César Tortoro Ribeiro

Paulistano fanático por música e lutas, não sou jornalista, mas sempre gostei de escrever como Hobby, e por isso mantenho um blog totalmente amador chamado Its Electric no qual discorro sobre esses assuntos. Sou contra o radicalismo e apóio quem como eu ainda compra material das bandas e escreve sobre as mesmas por puro gosto.
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