Queensryche: Retomando com dignidade a fase produtiva
Resenha - Queensryche - Queensryche
Por André Toral
Postado em 12 de dezembro de 2013
Nota: 8 ![]()
![]()
![]()
![]()
![]()
![]()
![]()
![]()
Está provado!
Era Geoff Tate o verdadeiro câncer do verdadeiro Queensryche!
Portanto, o que sobrou do ÚNICO e VERDADEIRO Queensryche ganhou o reforço e um sopro de vida e inspiração que foi o excelente vocalista Todd La Torre, advindo da última formação do Crimson Glory.
E sendo assim, o novo álbum da banda causa uma enorme sensação de: "Ah! Quem bom que a banda voltou!".
Porque cá entre nós, eles deixaram de existir depois de Empire.
Alguns ainda dizem que Promised Land era um bom disco, mas a verdade é que o Sr. Geoff Tate conduziu esta banda por um caminho devastador ao longo dos anos, o que acentuou-se ainda mais nos últimos cinco anos.
Além disso, depois daquele escândalo recente que separou a banda, houve uma tremenda briga na justiça por causa do nome da banda, e o pior desta história é que Geoff Tate teve a petulância e arrogância de chamar seu último disco de Queensryche - aliás, uma porcaria de trabalho; tão ruim, mas tão ruim que dá dó de alguns bons músicos que estão ali.
Mas voltando ao que é bom, o novo álbum da banda, que não é melhor que Empire e Operation Mindcrime, ainda assim é um belo e inspirado trabalho que mescla o heavy metal, o hard rock e o progressivo.
Todos estilos misturados com inspiração e vontade.
O que canta Todd La Torre é um absurdo! E claro, tem horas em que fica óbvio que o vocalista é o Geoff Tate - afinal, não tem como fugir do que foi clássico.
Mas Todd demonstra ser um excelente vocalista, e para quem ainda não teve tempo de dar uma sacada no youtube, ele não fica devendo em nada nos clássicos mais antigos da banda ao vivo.
No álbum há momentos que soam como no Operation Mindcrime e Empire. As partes mais hard rock e menos pesadas, remetem ao Empire, enquanto tem algumas coisas mais pesadas e progressivas que poderiam fazer parte de Operation Mindcrime.
Mas o fato é que o álbum também apresenta novas sonoridades e influências, e por isso torna-se muito atrativo.
Eu diria que este trabalho retoma com dignidade a fase produtiva do Queensryche.
E para ser melhor que isso, só faltou mesmo foi Chris de Garmo na outra guitarra.
Outras resenhas de Queensryche - Queensryche
Receba novidades do Whiplash.NetWhatsAppTelegramFacebookInstagramTwitterYouTubeGoogle NewsE-MailApps



Banda de rock dos anos 70 ganha indenização do Estado brasileiro por ter sido censurada
A música sem riff de guitarra nem refrão forte que virou um dos maiores clássicos do rock
Concerto do Pink Floyd gravado por Mike Millard vai sair em vinil e CD oficial
Kip Winger admite não se identificar mais com a música da banda que leva seu nome
Anthrax revela o título do próximo álbum de estúdio
Wolfgang Van Halen fala sobre a importância de ter aprendido bateria primeiro
O beijo em cantora que fez Ney Matogrosso perceber que lado hétero não está adormecido
A banda que guitarrista do Korn não curtia; "Qualquer um podia tocar o que eles tocavam"
Rock and Roll Hall of Fame inclui Blaze Bayley entre os indicados pelo Iron Maiden
Lemmy Kilmister exigia que ingressos para shows do Motörhead tivessem preços acessíveis
Sebastian Bach: descrevendo o horror de urinar com Phil Anselmo
O grande erro que a MTV Brasil cometeu, segundo Gastão Moreira
O motivo que fez Ozzy achar que membros do Metallica tiravam uma com a cara dele
Os 20 maiores riffs de guitarra da história, segundo o Loudwire


Geoff Tate rasga elogios a Todd La Torre, seu substituto no Queensryche; "Um cantor maravilhoso"
Geoff Tate revela que "Operation: Mindcrime III" sai em maio
O melhor disco de heavy metal lançado em 1988, de acordo com o Loudwire
Cruise to the Edge fecha lineup da edição de 10 anos com 33 atrações do mundo prog
Sgt. Peppers: O mais importante disco da história?


