Dusty Old Fingers: Música de muito boa qualidade
Resenha - Man Who Died Everyday - Dusty Old Fingers
Por Júlio Neto
Postado em 18 de setembro de 2013
Nota: 9 ![]()
![]()
![]()
![]()
![]()
![]()
![]()
![]()
![]()
A Dusty Old Fingers é uma banda/projeto idealizada pelos músicos Fabiano Negri (Rei Lagarto) e Tony Monteiro (redator da revista Roadie Crew) e é em sua essência, uma biografia musicada da vida do músico Brian Jones, fundador e primeiro guitarrista dos Rolling Stones. Aqui encontramos nas letras as turbulências de sua vida, os problemas com as drogas e álcool, a fama e suas consequências e claro, as mulheres.
Fruto de um árduo trabalho de composição e produção que levou dois anos, seu som é um Rock com muita, mas muita influência de blues. Como era de se esperar de tanto cuidado no preparo deste disco, tudo aqui está muito bem encaixado, com músicos de qualidade e composições muito bem feitas. Vale ressaltar o trabalho de guitarras do Fabiano e do Tony e a harmônica do Joni, que são um destaque à parte do play.
O Cd é composto de dez faixas em cinquenta e um minutos de duração. É interessante prestar atenção nas letras e notar como a música acompanha os altos e baixos de sua vida, com as faixas mais rápidas e alegres contrastando com momentos bem soturnos e melancólicos. Destaque para "Blond Hair, Baby Face" uma balada bem hard rock. O disco conta com participações da Sheila Le Du fazendo vocais na faixa "Going to Hell" e do maestro Paulo Gazzaneo tocando piano na faixa "The Man Who Died Everyday".
A arte da capa, muito bem bolada por sinal, foi do Ben Ami Scopinho. O encarte muito bonito e bem completo, com informações técnicas e letras. A produção ficou a cargo do Fabiano Negri em parceria com Tony Monteiro.
Este é um disco para colocar para ouvir e relaxar. Prestando atenção às músicas encontramos muitos detalhes que enriquecem seu som. Uma slide guitar aqui, um wah-wah ali, gaitas bem sacadas, vocais em coro e muito feeling de blues. Enfim, música de muito boa qualidade e vinda de solo tupiniquim. Sem entrar em avaliação de estilos musicais, é uma pedida ára quem curte um bom rock!
Line Up:
Fabiano Negri – Vocals
Tony Monteiro – Guitar, Acoustic Guitar, Backing Vocals
Rick Machado – Drums*
Joni Leite – Bass, Harmonica
Marcelo Diniz - Keyboards
* A bateria deste álbum foi gravada pelo Cesar Pinheiro.
Dusty Old Fingers – The Man Who Died Everyday
Independente – 2013
Faixas:
01 – My Best Enemy
02 – The World at My Feet
03 – Blond Hair, Baby Face
04 – Librae Solid Denarii
05 – Everything That I Want
06 – Lost Eyes
07 – Dirty Hands
08 – Going to Hell
09 – A Shadow of Myself
10 – The Man Who Died Everyday
Outras resenhas de Man Who Died Everyday - Dusty Old Fingers
Receba novidades do Whiplash.NetWhatsAppTelegramFacebookInstagramTwitterYouTubeGoogle NewsE-MailApps



A banda que era a "versão brasileira do Iron Maiden", segundo Max Cavalera
A música do Led Zeppelin que Brian May considera insuperável na obra da banda
Fabio Lione homenageia Andre Matos e alfineta: "ninho de cobra que conhecemos bem"
Os melhores discos de 15 gigantes do thrash metal, segundo o Loudwire
Rush volta aos palcos e inicia a turnê "Fifty Something"; confira setlist
A banda brasileira infiltrada entre hits do rock na trilha sonora do novo filme do He-Man
Mike Portnoy exalta performance de Anika Nilles em sua estreia no Rush
O melhor riff de guitarra de todos os tempos, segundo Keith Richards: "Ele disse tudo ali"
Kerry King queria que o Slayer encerrasse as atividades com a formação original
Ian Gillan explica o que faz de "Splat!" o álbum mais pesado do Deep Purple em anos
Inscrições do ENEM abertas: quanto você tiraria na prova sobre rock?
Veja a performance completa de Anika Nilles no primeiro show com o Rush
A música do Deep Purple que cutucava os "guardiões da moral" dos anos 70
Narrador do Sportv, Luiz Carlos Jr. toca Dio no Rock and Roll Hall of Fame
Falso Angine de Poitrine excursiona pela Rússia enganando fãs
Rob Halford: "Ninguém escolhe ser Gay"
A sensata visão de Marcelo Barbosa sobre a crise entre Edu Falaschi e o Angra
O profundo significado do refrão de "Metamorfose Ambulante", clássico de Raul Seixas


Tarja Turunen: Frisson Noir - o álbum que os fãs sempre quiseram ouvir
Immolation anuncia a rápida e iminente autodestruição da humanidade no ótimo "Descent"
Michael Jackson - "Thriller" é clássico. Mas é mesmo uma obra-prima?
"Out of This World" do Europe não é "hair metal". É AOR



