Pastore: Um lançamento de destaque na cena nacional
Resenha - End Of Our Flames - Pastore
Por Daniel Miola de Amorim
Postado em 25 de julho de 2012
Nota: 8 ![]()
![]()
![]()
![]()
![]()
![]()
![]()
![]()
A primeira vez que de fato conferi a performance do vocalista Mário Pastore foi no elogiado álbum "Living In Fantasy", da banda de metal melódico Delph, de 2005. E confesso que não gostei muito do álbum e, talvez por causa disso, nem curti muito a atuação do vocalista.
Mas, com a banda que leva seu nome, vêm à tona suas principais influências – Bruce Dickinson, Rob Halford e Geoff Tate, o que não deixa dúvidas quanto ao fato dele ser considerado um dos grandes vocalistas da cena nacional. E creio que muito disso deva-se ao fato do estilo praticado ter dado ao vocalista a chance de mostrar seus verdadeiros dotes: heavy/power clássico, mas com uma pegada atual, bem composto e produzido, e que faz frente a muita banda gringa. Os músicos que o acompanham também são muito competentes, com destaque para o guitarrista Raphael Gazal, que sola muito bem, é coautor de todas as faixas e ainda produziu o material.
O álbum é uma sequência natural do trabalho de estreia, "The Price For The Human Sins", de 2010, e, particularmente falando, senti falta de guitarras dobradas – apesar da banda ter um único guitarrista, isto poderia ser feito em estúdio, aliás, entendo que o estilo requer uma segunda guitarra e riffs ganchudos, o que acredito cair muito bem no estilo proposto. E quando falo em riffs, não espero nada complexo, mas sim daquele tipo encontrado em "Breaking The Law", do Judas Priest, por exemplo, que, apesar de simples, captura o ouvinte no primeiro instante e nos faz cantarolá-lo.
Se você gosta do estilo, compre, pois "The End Of Our Flames", além de ser um álbum muito bom, é um lançamento de destaque na cena nacional. Um detalhe: apesar de o encarte trazer a letra de "Hidden Is The Truth", esta canção não está presente no lançamento nacional. Uma pena.
Voice Music - 2012
Line-up:
Mário Pastore – vocal
Raphael Gazal – guitarra
Aléxis Gallucci – baixo
Fábio Buitvidas – bateria
Faixas:
1. The End Of Our Flames
2. Night And Day
3. Fools
4. Brutal Storm
5. Empty World
6. Liar
7. When The Sun Rises
8. Envy
9. Unreal Messages
10. Bring To Me Peace
11. The World Is Falling
Outras resenhas de End Of Our Flames - Pastore
Receba novidades do Whiplash.NetWhatsAppTelegramFacebookInstagramTwitterYouTubeGoogle NewsE-MailApps



O maior álbum grunge para muitos, e que é o preferido de Eddie Vedder
A banda portuguesa com o melhor álbum de 2026 até agora, segundo Milton Mendonça
"Dias do vinil estão contados", diz site que aposta no CD como o futuro
O headliner do Bangers Open Air que não tem nenhum membro original em sua formação
A música que o Helloween resgatou após mais de 20 anos sem tocar ao vivo
Roland Grapow traz ao Brasil show celebrando 30 anos de clássico do Helloween
A música do Helloween na fase Andi Deris que Kai Hansen adora
Pink Floyd anuncia a coletânea "8-Tracks", que inclui versão estendida de "Pigs On The Wing"
"Não somos um cover, somos a banda real", diz guitarrista do Lynyrd Skynyrd
Cinco versões "diferentonas" gravadas por bandas de heavy metal
As 11 melhores músicas lançadas em 1973, de acordo com a Classic Rock
A música "fundamental" que mostrou ao Metallica que a simplicidade funciona
Led Zeppelin: as 20 melhores músicas da banda em um ranking autoral comentado
As 11 bandas de rock progressivo cujo primeiro álbum é o melhor, segundo a Loudwire
O motivo óbvio que impediu Geddy Lee e Alex Lifeson de chamar um Mike Portnoy da vida
A curiosa opinião de Axl Rose sobre o fim do Led Zeppelin em 1980
O megahit do Sepultura que conta com membro do Skank na gravação e poucos sabem
O megahit do rock nacional que foi massacrado devido erro de português no refrão

Moonspell atinge o ápice no maravilhoso "Opus Diabolicum - The Orchestral Live Show"
Carach Angren - Sangue, mar e condenação no Holandês Voador
Testament - A maestria bélica em "Para Bellum"
Auri - A Magia Cinematográfica de "III - Candles & Beginnings"
Orbit Culture carrega orgulhoso a bandeira do metal moderno no bom "Death Above Life"
O melhor disco ao vivo de rock de todos os tempos



