Onheil: rispidez do Black e beleza do Heavy Tradicional
Resenha - Razor - Onheil
Por Ben Ami Scopinho
Postado em 14 de agosto de 2010
Nota: 8 ![]()
![]()
![]()
![]()
![]()
![]()
![]()
![]()
Ainda que tenha alcançado certo reconhecimento nos porões da Holanda com algumas demos liberadas ao longo dos 10 anos de atividades, foi somente em 2009 que o Onheil conseguiu um selo, o Cyclone Empire, que lhe possibilitasse liberar oficialmente seu primeiro disco e atingir um maior público. E, chegando agora ao Whiplash!, realmente não há como deixar de constatar que "Razor" seja uma estréia de respeito!

De forma pura e simples, o Onheil consegue unir a velocidade e rispidez sinistra do Black Metal à beleza do Heavy Metal Tradicional. Mas a banda ainda possui um enorme talento para elaborar muitas, mas muitas linhas melódicas grudentas, que estão espalhadas por todos os lados, a ponto de a coisa até conseguir se aproximar do Death Melódico em várias ocasiões. E o melhor de tudo é que integração destes estilos é perfeitamente natural e equilibrada, sob qualquer ângulo que se analise.
Muitos também considerarão como grande ponto positivo o fato de o repertório de "Razor" soar de forma totalmente 'old school'. Nada de teclados por aqui – também, com três guitarristas, para que um teclado?!? – tudo é orientado por furiosos riffs, que vão do muito veloz ao cadenciado. A audição flui que é uma maravilha, incansável do começo ao fim, em um repertório que está balizado lá em cima, mas atentem para a eficácia do groove de "Day Of Departure", ou as variações bem sacadas da faixa-título!
Certamente o Onheil se esforça para conquistar seu espaço em meio a um mercado muito exigente, mas "Razor" está no páreo por se revelar um híbrido musical muito consistente. Com uma excelente produção que manteem toda a sujeira característica do underground, este debut poderá encontrar admiradores das mais variadas vertentes metálicas, ainda que quem curta Dissection, Immortal e algo do que o Dark Tranquility ofereceu no início de sua carreira, sejam os que primeiramente deveriam conferir este grupo. Discão!
Contato:
http://www.myspace.com/onheil
http://www.onheil.com
Formação:
Amok - voz e guitarra
Haat - voz e guitarra
Sadist - guitarra
Nomiis - baixo
Terger - bateria
Onheil – Razor
(2009 / Cyclone Empire – importado)
01. Out Of The Darkness It Comes
02. Nemesis Light Fading
03. As Hope Dies
04. Final Redemption
05. Day Of Departure
06. Razor
07. The Fallen Kingdom
08. Pad Der Verdoemenis
09. Penetration Of Innoncence
10. Rain Of Fire
11. From Above
Receba novidades do Whiplash.NetWhatsAppTelegramFacebookInstagramTwitterYouTubeGoogle NewsE-MailApps



Regis Tadeu explica morte dos Mamonas Assassinas: "Imprensa não contou"
Agora é oficial: Slipknot anuncia demissão de Sid Wilson
Andi Deris diz que o Helloween ainda consegue cantar todas as músicas no tom original
Regis Tadeu explica por que Blackmore voltou ao palco com o Deep Purple após 33 anos
Roger Glover não quer que Deep Purple faça show de despedida
O maior vocalista da história, de acordo com a ciência
A música "sem graça" que zoa o punk rock e se tornou hit do Van Halen
As 5 melhores músicas do Yes de acordo com o guitarrista Steve Howe
Os 10 discos essenciais do nu metal, segundo a Louder
5 clássicos do rock nacional cujas letras envelheceram mal
TMZ divulga novos detalhes sobre a expulsão de Sid Wilson do Slipknot
As 4 melhores músicas de 1986, segundo Robert Smith, vocalista do The Cure
O hit do Metallica em que James Hetfield se revolta sobre como sua mãe morreu
Geddy Lee fala sobre importância de ainda cantar as músicas do Rush nos tons originais
A música que Nando Reis compôs sobre término de namoro com Marisa Monte e Titãs invejou
Psicografia: uma suposta carta do espírito de Cássia Eller
Agressividade: 21 caras que fizeram a história do rock pesado



A Magia Ancestral do Green Lung: O Impacto Monumental de "Woodland Rites"
Resenha - Skylab VI - Cadê Meu… Álbum?
Left To Die, o supergrupo tributo ao seminal Death, lança seu primeiro disco



