Orden Ogan: potencial para revitalizar o Power Melódico
Resenha - Easton Hope - Orden Ogan
Por Ben Ami Scopinho
Postado em 30 de junho de 2010
Nota: 9 ![]()
![]()
![]()
![]()
![]()
![]()
![]()
![]()
![]()
Enfim um lançamento com potencial para revitalizar o tão estagnado Power Metal Melódico! Tendo começado suas atividades na Alemanha de 1996, a carreira do Orden Ogan começou a deslanchar em 2008, quando liberou seu segundo álbum, "Vale", cujo primoroso Power com toques de Prog Metal arrancou elogios rasgados da crítica especializada, e cuja crescente popularidade instigou ninguém menos do que a própria AFM Records a assinar com a promissora banda.

E agora chegou o sucessor, "Easton Hope", que somente comprova que os alemães são os grandes mestres quando o tópico são as melodias. O novo álbum possui uma abordagem algo mais pesada e direta que o mencionado "Vale", mas com estruturas muitas vezes suficientemente complexas, utilizando orquestrações e alguns elementos folks que fornecem uma dimensão imponente e intrigante ao Power Metal que se mantém como núcleo de sua proposta.
Além dessa primorosa seção instrumental, algo que será alvo de comentários positivos em "Easton Hope" é a forma como se desenvolvem suas vocalizações. Além de Sebastian Levermann possuir um timbre bastante agradável, ele conta com o apoio de inúmeras camadas de coros enormes e dramáticos, que vão crescendo e aumentando toda a euforia que os instrumentos já transmitem com tanta facilidade.
Apesar de todas as informações que sua música pode oferecer, o resultado é uma audição que flui fácil e com muita emoção. Apontar destaques não é fácil, mas "Nobody Leaves" e "The Black Heart" mostram a beleza contrastante das guitarras velozes com os coros. "Goodbye" é outra ocasião de refrões ambiciosos funcionando tão bem; ou "We Are Pirates", uma homenagem ao lendário conterrâneo Running Wild, com direito a acordeão e que, inclusive, gerou um vídeo disponível pela internet. Há muita coisa incrível por aqui, do início ao fim.
É com discos deste porte que vemos como o Heavy Metal vai se reciclando sem perder sua beleza... A Laser Company não perdeu tempo e está liberando "Easton Hope" no mercado brasileiro, que já está entre os melhores discos de 2010 na humilde opinião deste escriba. Fica a recomendação de conferirem esta pérola, pois pode ser uma surpresa gratificante ao leitor. Excepcional!
Contato: www.myspace.com/ordenogan
Formação:
Sebastian 'Seeb' Levermann - voz, guitarra e teclados
Tobias 'Tobi' Kersting - guitarra
Nils Weise - teclados
Lars Schneider - baixo
Sebastian 'Ghnu' Grütling - bateria
Orden Ogan - Easton Hope
(2010 - AFM Records / Laser Company Records - nacional)
01. Rise And Ruin
02. Nobody Leaves
03. Goodbye
04. Easton Hope
05. Welcome Liberty
06. All These Dark Years
07. Nothing Remains
08. Requiem
09. We Are Pirates
10. The Black Heart
11. Of Downfall And Decline
Receba novidades do Whiplash.NetWhatsAppTelegramFacebookInstagramTwitterYouTubeGoogle NewsE-MailApps



5 riffs do metal nacional que valem mais que disco gringo inteiro dos anos 1980
Twisted Sister faz primeiro show com Sebastian Bach nos vocais
Gigantes do rock: 10 rockstars que beiram os 2 metros de altura
O disco em que Ritchie Blackmore encontrou o Rainbow que queria fazer
A banda que foi um fiasco abrindo para o Van Halen, mas Eddie achava genial
A música do AC/DC que Angus Young considera melhor que "Satisfaction"
A música do Metallica que fez James Hetfield perceber que a banda havia virado profissional
Bruce Dickinson alfineta Trump durante show do Iron Maiden no Canadá
As 5 bandas que Slash detonou, incluindo duas onde ele mesmo tocou
O dia que James Hetfield quis saber mais sobre a guitarra do Nightwish
Os 50 melhores riffs de metal e rock de todos os tempos, segundo a Guitar World
Músicos do Judas Priest passaram uma semana em motel fuleiro para abrir shows do Led Zeppelin
Os 20 piores discos da história do rock and roll, segundo a Classic Rock
O álbum de 1987 que Noel Gallagher vai te chamar de nome feio se você não gostar
O detalhe irritante em clássico do Led Zeppelin que Jimmy Page não consegue ignorar

Kinetic Orbital Strike despeja treze bombas punk/crust destruidoras
Ürütaü - Trabalho de estreia, qualidade de veteranos
A Magia Ancestral do Green Lung: O Impacto Monumental de "Woodland Rites"
Resenha - Skylab VI - Cadê Meu… Álbum?
Os 50 anos de "Journey To The Centre of The Earth", de Rick Wakeman
Guns N' Roses: o último grande álbum de rock feito a mão


