Resenha - Angels Cry - Angra
Por Barbara Lima
Postado em 30 de novembro de 2003
O mais consagrado álbum de Heavy Metal nacional, o álubum que elevou o Angra ao sucesso, Angels Cry é considerado o melhor trabalho da banda pelos fãs e pela crítica. Competência, criatividade e perfeição recheiam este trabalho. Qualidade da gravação produzida na Alemanha. A capa, maravilhosa, feita por Alberto Torquato ajuda ao ouvinte a ter curiosidade sobre o trabalho.
O espetáculo começa com "Unfinished Allegro", uma introdução confeccionada pelo líder e vocalista da banda, o já conhecido André Matos. A faixa traz uma obra clássica de Schubert arranjada e adaptada por Matos, anexada, vem o hino do Angra, "Carry On". Não há um ser que não goste desta música. Destaque também para as guitarras de Bittencourt e Loureiro que, como sempre estão em sintonia e massacrantes. "Time", outro grande sucesso é a que segue, para se ter uma idéia, foi produzido até um video-clipe relativamente bom. "Angels Cry", a música título do álbum, tem uma grande parte instrumental, muito boa por sinal, também traz uma obra de músicos eruditos, desta vez o tema do Op. 54 de Mendelssohn. "Stand Away" é uma faixa bem diferente, composta por Rafael Bittencourt, como todas as músicas do grupo, tem aquela presença clássica marcante, o coro também é bem utilizado. "Never Understand" não precisava ser tão grande mas tem um bom vocal e bons solos acústicos de guitarra. A cover "Wuthering Heights" de Kate Bush é simplismente magestral, bem sutil, de acordo com a autora. A música não foi muito distorcida e tem um dos melhores desempenhos de falsete de Matos, um tom agudo porém audível. "Streets of Tomorrow" já é mais pesada mas não deixa de ser boa, nela, o destaque principal são as guitarras. "Evil Warning" é uma das melhores faixas, foi composta por três integrantes da banda, o André Matos, o Rafael Bittencourt e o já ex-baterista Marco Antunes. Tem um dos melhores solos de Kiko Loureiro no Angra, talvez até o melhor mesmo. Além do típico trecho de um músico erudito, neste caso já é um bem conhecido, Vivaldi. "Lasting Child" fecha com chave de ouro o tão aclamado álbum, nela Matos esbanja seu talento de compositor, arranjos clássicos, instrumentos afinados e sincronizados.
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