Resenha - Plague - Demon
Por Rodolfo Laterza
Postado em 09 de dezembro de 2001
Nota: 6 ![]()
![]()
![]()
![]()
![]()
![]()
Em seu 3º álbum, lançado em 1983, Demon mantém a mesma formação do badalado The Unexpected Guest, mudando porém sua temática substancialmente, ao tentar trilhar por um formato mais melodioso e pretensiosamente sinfônico, com a incorporação de teclados em sua base musical. A faixa-título, como introdução, já apresenta ao ouvinte uma diferença clara frente aos trabalhos anteriores – uma exótica combinação estrutural entre as singularidades do metal tradicional com passagens de teclado e refrões que distantemente remontam às fases iniciais do Marillion e oitentistas do Rush. O segundo título – Nowhere to Run – apresenta um timbre de teclado típico dos mini-moogs exultados nos anos 80, novamente mesclado com a crueza tradicional do metal relacionado ao grupo. Fever in the City, vindo logo a seguir, expõe ainda mais a reviravolta "evolutiva" frente a proposta inicial da banda: passagens reflexivas acentuadas de forma prevalente por teclados, induzidas por uma interpretação bonita, mas pouco compatível com a temática do Demon, certamente surpreendem os fãs bem impressionados com os álbuns iniciais.

Temas como Blackheath intro e The only sane man expõem uma musicalidade mais acessível ao público além das fronteiras do metal, embora alguns possam interpretar essa suavização como evolução, enquanto que The Writings on the Wall preserva as raízes temáticas do grupo. Entretanto, tal intuito mostrou-se errático, não pela tentativa de experimentação apresentada, mas pela incompatibilidade com tudo que o grupo até então representava, o que na época prejudicou a base de apoio e fidelidade da banda, conquistada nos ( excelentes ) álbuns predecessores. Toda ousadia é louvável, desde que não gere incongruências ou pretensões por demais destoantes da integridade original de um trabalho. A versão nacional, é apresentada em formato duplo, com gravações originais das músicas apresentadas neste álbum – The Plague, Nowwhere to Run, Fever In The city, Blackheath, The Writings on the Wall, The Only Sane Man, a Step too far.
Receba novidades do Whiplash.NetWhatsAppTelegramFacebookInstagramTwitterYouTubeGoogle NewsE-MailApps



Como uma música de 23 minutos me fez viajar 500 km para ver uma das bandas da minha vida
O maior guitarrista da história para Bruce Springsteen; "um gigante para todos os tempos"
Regis Tadeu revela por que Guns N' Roses tocou no Maranhão
Ricardo Confessori compara Angra e Shaman: "A gente nunca tinha visto entrar dinheiro assim"
Baterista do Megadeth ouve Raimundos pela primeira vez e toca "Eu Quero Ver o Oco"
As duas bandas de metal que James Hetfield não suporta: "Meio cartunesco"
A banda de craques que Steven Tyler mais gostaria de ter integrado fora do Aerosmith
Derrick Green diz que Eloy Casagrande não avisou ao Sepultura sobre teste no Slipknot
A música que resume o que é o Red Hot Chili Peppers, de acordo com Flea
A redação de Kiko Loureiro que fez mãe chorar e escola achar que ele precisava de psicólogo
Turnê sul-americana do Drowning Pool é cancelada por conta da baixa venda de ingressos
A dura carta do Mägo de Oz ao México após política fazer homenagem a Hernán Cortés
Motörhead anuncia relançamento expandido do álbum "Kiss of Death"
Alirio Netto prestigia show do Dream Theater e tira fotos com integrantes da banda
10 bandas de rock que já deveriam ter se aposentado, segundo o Guitars & Hearts

Biohazard fez a espera de treze anos valer a pena ao retornar com "Divided We Fall"
Stryper celebra o natal e suas quatro décadas com "The Greatest Gift of All"
Kreator - triunfo e lealdade inabalável ao Metal
"Eagles Over Hellfest" é um bom esquenta para o vindouro novo disco do colosso britânico Saxon


