2017: Acompanhe 10 bons discos resenhados no mês de Fevereiro (3ª parte)

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Por Tiago Froks
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A presente lista refere-se aos discos lançados não exclusivamente em Fevereiro, mas todos são de 2017. Essa é a terceira matéria onde viso acompanhar os melhores discos do ano. Sigo resenhando lançamentos de todos os gêneros pertencentes ao rock, e quando possível, dar notoriedade às bandas menos conhecidas. E há um motivo bem claro para isso: se não dermos espaço às bandas novas, aquela tão falada frase (com a qual nunca vou concordar) que diz que o rock morreu, gradualmente passará perto de virar realidade. Eu nunca parei de celebrar os anos 70’s - foi a fase mais brilhante que a música já viveu! Mas sei que o rock ainda está aí, bem vivo, talvez menos transgressor, é verdade, mas ainda com muito a oferecer.

Logo abaixo segue o link das primeiras duas listas que enviei em Janeiro.
4862 acessos2017: Acompanhe 10 lançamentos dos primeiros 15 dias de Janeiro
5000 acessos2017: Acompanhe 10 bons lançamentos de Janeiro (2º parte)

CREATURE AND THE WOODS - Rise (Rock / Folk Rock)

A faixa que abre o disco é um convite: venha ouvir um folk rock com uma voz realmente especial. É uma abertura incrivelmente precisa. Só conferindo mesmo. A "garota" chama-se "Holy Hell". Não se enganem pelo primeiro tema: apesar da entrada folk, há muita guitarra no álbum. A segunda faixa, "Gone Gone Gone" é um blues rock, com uma orientação musical diferente da faixa anterior. Já "New America" explora uma linha country e é mais animada do disco. Há uma aura revival que unifica todas as composições: ora o vocal, ora os arranjos, entregam essa possível influência. Ainda vamos encontrar um hard blues em "121" e um encerramento para os lados do psicodélico, na quase stoner "Rise". Disco muito bem equilibrado entre o acústico e o elétrico. A banda é americana, de San Diego, e esse é seu primeiro elepê – também lançaram um EP em 2015.

Melhores faixas: Holy Hell, Needle, And The Pine e Rise

DRAUGSÓL - Volaða Land (Black / Death Metal)

A Islândia é um país singularíssimo. E essa singularidade parece refletir na criação artística do país. Não acredito ser coincidência artistas carregados de personalidade própria como a BJÖRK, o SIGUR RÓS e o VINTAGE CARAVAN virem do mesmo local. No metal extremo, também há seus representantes insólitos: o SÓLSTAFIR, o ÁSRTÍÐIR LÍFSINS e agora o DRAUGSÓL. Eu não chego a dizer que a banda é inovadora, mas com certeza ela foge um pouco dos padrões. A começar pelo vocal: tive que pesquisar para ter certeza de que não era o Juan Brujo, do BRUJERIA (óbvio que não seria). Mas a semelhança existe - guardada a diferença indelével do idioma. A voz soa rouca, abissal, mórbida - sem dúvida acrescenta muita obscuridade às composições. A sonoridade do disco é suja e com uma gravação ligeiramente abafada; em contraste, o instrumental é bastante técnico. Talvez o grande trunfo seja esse: mesclar elementos complexos e progressivos em um ambiente onde geralmente exalta-se prioritariamente a agressividade. As composições são longas, com andamentos geralmente velozes e riffs que variam entre o black e o death. O disco tinha de tudo para soar repetitivo, mas ele consegue passar longe dessa impressão - as variações não são drásticas, mas acontecem com frequência: logo, a atenção do ouvinte está sempre em alta. Um dos melhores álbuns extremos do ano.

Melhores faixas: Formæling e Váboðans Vals

FALLS OF RAUROS - Vigilance Perennial (Post-Black Metal)

Temos aqui uma belíssima obra moldada em contrastes. Raras vezes vi peso harmonizar tão bem com leveza. E digo leveza por conta dos acordes. Algumas notas parecem flutuar sobre a composição. Efeito emprestado do math rock (ouçam uma banda japonesa chamada TOE e saberão o que estou dizendo). Para não parecer que estou inventando coisa, confiram já na introdução da primeira faixa "White Granite" a sensação que tentei descrever. Sei que não é novidade nenhuma o post-black metal. Mas esse disco aqui representa o que gênero já produziu de melhor. As mudanças de andamento são cuidadosamente pensadas. As partes líricas não soam nada amadoras, muito pelo contrário: parecem feitas sob encomenda para as composições. Apesar de ser um belo álbum, ele é de difícil assimilação. Mesmo os fãs de black metal, talvez tenham dificuldade para digerir a sonoridade. A despeito da rispidez típica do gênero, parece haver um véu entre o som e o ouvinte. O peso está lá, mas ele soa longe, como se não quisesse tomar a frente dos arranjos. Ouvi o álbum algumas vezes, e não é exagero dizer que ele soa progressivo. Todos os músicos envolvidos conseguem se destacar, mas eu escolheria o baterista como o principal responsável pelo som singular da banda. Esse é o quarto disco deles, e é indicado também para fãs de folk metal.

Melhores temas: White Granite, Warm Quiet Centuries of Rains e Arrow & Kiln

KAIRON; IRSE! – Ruination (Shoegaze / Progressive Rock / Space Rock)

Há bandas que não parecem com nada. Tentei buscar uma referência e cheguei a duas: MAGMA e COMUS (aqui apenas nos vocais)! São duas bandas geniais. Mas ainda assim, a sonoridade desse disco apenas remete sensivelmente a esses dois nomes...e mais pela estranheza que pela música em si. Primeira conclusão que cheguei ao ouvir esse disco: disparado, mas disparado mesmo, ele tem o melhor trabalho de teclado que ouvi esse ano. Segunda conclusão: as linhas de baixo são magníficas. Terceira conclusão: ele alterna da melodia para a dissonância sem o menor constrangimento. Quarta conclusão: a distorção absurda das guitarras, lembra o que o Fripp fez no álbum Red, do KING CRIMSON. Quinta conclusão: pareço estar exagerando, eu sei, mas vocês não ouviram esse álbum ainda. Sexta conclusão: esse disco é intenso, barulhento, espacial, psicodélico, erudito, fabuloso! Sétima posição: ele é shoegaze, math rock e art rock...é caótico também. Oitava conclusão: ele não terá um décimo da atenção que merece! Ele é muito bom para que muitos gostem dele. Nona conclusão: a banda é finlandesa e esse é o terceiro disco. Não posso me dar ao luxo de morrer antes de ouvir os outros dois. Décima posição: esse é o disco mais surpreendente do ano. E a faixa "Sinister Walter I" é a melhor que 2017 nos mostrou até agora.

Melhores faixas: Sinister Walter I, Sinister Walter II e Porphyrogennetos

SABACTÂNI - Lembrança Viva E Intensa (Post-Metal)

A despeito de ser apenas um EP, quis escrever sobre esse lançamento. A banda é brasileira, de Manaus, e seu único integrante é um músico chamado Jefferson Martinho. Apesar de tê-la descoberto num blog de black metal, pela capa, dava para imaginar que a sonoridade desviaria para outros caminhos. E é exatamente o que acontece. O black metal que contém nas composições, não parece suficiente para encaixá-las no gênero. Mas honestamente, isso não tem a menor importância! O disco tem 4 faixas e já na primeira "Fight" percebe-se as influências da banda. O danado do shoegaze realmente resolveu se emaranhar para os lados do metal. Apesar de veloz, a faixa guarda certo cuidado com os arranjos - coisa típica feita pelos franceses do ALCEST. Na segunda faixa "Human Evil" a fórmula blast beat mais versos atmosféricos mais refrão limpo (voz não gutural, ok?) resulta em algo bonito de se escutar. "Instincts" a terceira do disco, caminha paralela à faixa anterior, guardando inclusive, uma intensidade que me remeteu ao DEAFHEAVEN, outra banda que vem acrescentando cores ao monocromático black metal. O álbum é curto, e a quarta faixa já é a última. "Lembrança Viva e Intensa" encerra o EP com uma proposta diferente: acústica e instrumental, a composição evoca certa melancolia, o que combina diretamente com a proposta estética da banda. Depois de finda a resenha, descobri que o álbum cheio foi lançado. Com certeza irei escutá-lo e em breve dividir minhas impressões numa próxima matéria.

Melhores faixas: Human Evil e Lembrança Viva E Intensa

SLEATER-KINNEY – Live In Paris (Alternative Rock)

m uma época em que a MTV era o centro do meu universo musical, pelos idos de 1999 a 2001, ela era famosa pelas suas vinhetas "cool". Uma delas em especial, conta o porquê dessa resenha existir. Uma animação que passava durante os intervalos, mostrava uma garota conectando um cabo num amplificador. Em seguida um riff de guitarra, simples, sem distorção, começava a tocar...Minha conexão com aquele trecho de uns 8 segundos, me marcou por longos anos. A animação prossegue e a trilha sonora muda, acompanhando as transformações do roteiro adolescente da vinheta. No encerramento, outro riff igualmente maravilhoso. Por muito tempo procurei saber quem tocava aqueles referidos dois trechos de guitarra. Numa época em que a internet ainda engatinhava, não encontrei meios de descobrir quem tocava. Eis que o tempo passa e numa noite qualquer, um amigo meu resolve me mostrar uns K7’s que ele gravava de um programa chamado Banheiro de Meninas, que fazia parte da programação noturna da Brasil2000. Até hoje lembro com clareza daquele momento: meu furtivo riff estava ali, gravado numa fitinha com o nome das bandas escritas em caneta bic. A banda era o SLEAER-KINNEY; a música “A Quarter to Three”. Para quem tiver uns 30 anos como eu e também assistia MTV por essa época, o link com a vinheta está no Youtube:

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Virei fã da banda naquele exato momento. Para mim, o trio de meninas está no mesmo patamar que as maiores bandas alternativas dos anos 90’s. E no meu gosto particular, é a maior delas. Depois de 10 anos sem lançar um disco de inéditas, elas voltaram com o ótimo No Cities To Love, de 2015. Sucesso entre a crítica, o disco rendeu uma turnê que culminou nesse inesquecível disco ao vivo. O power trio toca com a formação clássica, tendo Janet Weiss na bateria, e as guitarristas Corin Tucker e Carrie Brownstein, que também dividem os vocais. Isso mesmo, não há baixo! Geralmente, a linha de baixo é feita na guitarra da Corin, que é a voz principal na maioria das composições. Agora, falando especialmente da guitarra da Carrie Brownstein, ela sem dúvida, está entre as minhas preferidas do rock alternativo, ficando atrás apenas do ilustre J. Mascis, guitarrista do DINOSAUR JR (o que não é demérito algum, afinal ele é quase uma entidade). Sobre o álbum, ele revisita toda a carreira da banda, com um leve foco no último disco. A performance está esmagadora, como era de se esperar. A gravação não é suntuosa, afinal estamos falando duma banda com origem na cena punk rock / grunge / alternativa e que nunca deixou exatamente o underground. Para quem ficou curioso e quiser conhecer uma banda com uma sonoridade realmente especial, aconselho as faixas “Start Together” com sua combinação característica de acordes, “Jumpers” talvez a que mais tenha beirado o mainstream e “Dig Me Out” com um riff simplório dos mais brilhantes que já ouvi na vida! E para terminar essa resenha imersa em nostalgia e parcialidade, vai um recado apenas para os fãs (se é que algum vai ler): I WANNA BE YOUR KIM GORDON.

Melhores faixas: o disco todo!

SOEN – Lykaia (Progressive Rock / Alternative Rock)

Há quem diga que o SOEN pareça com o TOOL - isso é uma grande besteira - apesar de ser verdade. Acompanho a banda desde o primeiro disco, e as referências são flagrantes; seja o timbre do vocalista, o som de baixo bem particular, o flerte com o progressivo ou a concepção de uma forma não tão usual de arte. Seguindo a linha dos trabalhos anteriores, o álbum está repleto de boas composições. "Sectarian" abre o disco com marca registrada da banda: groove excepcional aliado a uma boa interpretação vocal. Já na terceira faixa, "Lucidity" a banda explora uma levada mais jazzística, com guitarras viajantes e uma atmosfera introspectiva. "Opal" vem em seguida, apostando na agressividade e em bons riffs; a faixa termina com uma bela mudança de andamento. Há uma influência bem interessante que nota-se sutilmente durante todo o disco: a presença de elementos do médio oriente! Seja nos arranjos ou mesmo nos vocais, a musicalidade dessa região acrescenta matizes que enriquecem grandemente as composições. O tema "Jinn" é o melhor exemplo do que disse acima - percebam a influência no refrão e na parte final da música. Antes do disco acabar, ainda temos a ótima "Paragon" que inicia tranquila, passa por um solo cheio de feeling e termina com uma distorção assustadora. O melhor disco da banda até então. E os dois anteriores são acima da média.

Melhores faixas: Sectarian, Jinn, Jinn e Paragon

THE INFAMOUS STRINGDUSTERS - Laws Of Gravity (Bluegrass)

Para quem desconhece o bluegrass, trata-se de um gênero tradicionalmente norte-americano, que geralmente está associado ao blues, o jazz e o country - mas com uma sonoridade bem delimitada, por conta principalmente do uso do banjo nas composições. O álbum segue bem a linha das novas bandas do segmento: um vocal bem melódico (beirando o pop) e arranjos típicos de música sulista - mas com uma abordagem sofisticada. Para quem curte solos e improvisações, o disco é indicadíssimo. Mas esqueçam a guitarra! Quem sola aqui é o banjo, e de forma soberba; vez ou outra um fiddle (como eles chamam nossa rabeca ou violino) e também o dobro (espécie de violão com caixa ressonadora originalmente registrada pela Gibson). Nesse exato momento estou ouvindo a faixa "Maxwell" e fico impressionado com o trabalho vocal dela: melodia lindíssima e uma interpretação nada usual, ao menos não para nós que pouco estamos familiarizados ao estilo. O baixo é bem presente nas composições; por não haver bateria, tampouco a distorção das guitarras, os graves são bem nítidos. Reparando com cuidado em algumas composições, não é exagero afirmar o virtuosismo dos integrantes. A instrumental "Sirens" e a própria "Freedom" que abre o disco, refletem bem essa ideia. Termino a resenha com a seguinte impressão: poucos discos em 2017 mostraram tanta competência técnica como esse. E mesmo a voz, está entre as melhores que ouvi esse ano. Disco mais que recomendado.

Melhores faixas: Freedom, Gravity, Maxwell e I Run To You

TY SEGALL – Ty Segall (Alternative Rock / Garage)

Vi esse disco em várias listas dos melhores de 2017. Resolvi escutá-lo um pouco a contragosto, afinal, nem a capa nem as definições que ele vem recebendo despertaram minha curiosidade. Acontece que a sonoridade do disco me surpreendeu ainda na primeira audição. Atingindo uma gama de influências, as composições transitam entre os anos 60’s e os 90’s com muita propriedade. Na primeira faixa “Break A Guitar” o fuzz é tamanho que a conexão com as bandas de garagem de meados dos anos sessenta é instantânea. Na sequência vem “Freedom” que explora algo entre o indie (na melodia vocal) e o grunge (principalmente nas guitarras). Acho estranho usar a palavra grunge para determinar um gênero: o termo faz mais sentido quando refere-se ao movimento - até porque as bandas da época eram diferentes entre si (apesar de também guardarem semelhanças). Insisti um pouco no grunge por conta da terceira faixa do disco “Warm Hands (Freedom Returned)”. Há um riff em especial nesse tema, que poderia facilmente estar numa composição do NIRVANA. Outro ponto curioso nessa faixa é a semelhança dos vocais com os do Billy Corgan, do SMASHING PUMPKINS (não na música toda, mas na parte em que ela fica mais intensa). Dentre outras influências que se encontram no disco, os BEATLES com certeza são uma delas: os temas “Talkin” e “Orange Color Queen” são facilmente imaginadas na voz do Sir Paul McCartney. A versatilidade das composições chega também ao stoner rock: “The Only One” é sabbathica em todos os sentidos e figura facilmente entre os destaques do álbum. Além do que já foi citado, ainda cabe dizer que você encontrará certa dose de lisergia, solos de guitarra inspirados (com ótimos timbres) e boas melodias vocais. Acredito ter entendido o porquê do disco figurar em tantas listas: ele é versátil, criativo e muito competente em todas as vertentes que ousa explorar.

Melhores faixas: Warm Hands (Freedom Returned), The Only One, Talkin' e Take Care (To Comb Your Hair)

UNGFELL – Tôtbringære (Black Metal)

Não adianta escolher o melhor fone de ouvido, nem ouvir num aparelho de som mais potente: a gravação desse álbum é realmente ruim e nada vai resolver o problema. Então, por que resenhar algo assim? Se há um gênero onde faço vista grossa para a gravação é o black metal. E digo mais: esse desprezo por uma sonoridade mais limpa combina e caracteriza o estilo. Esse é o primeiro LP da banda, mas eles já haviam lançado uma demo e um split. Não foi este o primeiro disco de black metal que ouvi no ano, mas disparado, foi o que mais gostei. Para começar, eles possuem uma certa inclinação para o folk, mas não daquela forma manjada que algumas bandas fazem por aí. Aqui não tem arranjos celtas forçados, tampouco aquela exaltação mitológica de faixada: o que as composições têm de folclórico, parece uma herança genuína, algo intrínseco à musicalidade deles. Já na introdução “Virues Brunst” uma flauta te transporta para um cenário da idade média, mas não para um castelo pomposo numa corte rica: o sentimento evocado suscita melancolia e a ruína de um vilarejo miserável. Na faixa seguinte "Die Bleiche Göttin" fica claro que a banda explora o black metal mais ríspido e cru. Nesse tema o apelo folk é bem acentuado, mas é difícil entender como ele está inserido na composição - a influência parece rítmica e não melódica. As demais faixas seguem um padrão parecido, porém o disco não soa repetitivo por conta da variedade de riffs e de ambientações entre os temas. Apesar dos solos de guitarra não estarem entre os principais atrativos do black metal, ouçam "Trommler Tod" e apreciem a criatividade e competência de um senhor solo. Outro ponto positivo é o idioma: os temas são cantados felizmente em alemão e não em inglês (concordemos que a língua alemã é mais expressiva e casa melhor com o estilo). E agora o grande destaque do álbum: o vocal. Há tempos não ouço uma voz tão desoladora quanto essa. Sabe aquele vocal absurdamente rasgado, mais voltado para tons agudos e carregado de desespero? Pois bem, é nessa linha e com uma intensidade assustadora. A voz é tão execrável que chega a doer. Deve figurar fácil entre os melhores discos extremos do ano.

Melhores faixas: Die Bleiche Göttin, Trommler Tod e Der Opfersprung

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Sobre Tiago Froks

Nasci em 1986, descobri o rock aos 12 anos com Os Raimundos (nunca esqueço de creditá-los por isso). Posso dizer que nada dentro do rock me é indiferente, mas acabei ficando eclético por acaso. Estudo Letras e moro em São Paulo. Gosto tanto de ouvir rock que acabei não tendo tempo de aprender a tocar nada (ok, também não acredito nisso). Mas ainda vou tocar bateria.

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