O disco dos Stones que dividiu os fãs e hoje é visto de outro jeito
A crítica de Graciliano Ramos ao futebol que explica problema da MPB, segundo Lobão
Werner Hoyer, vocalista do Scorpions nos anos 1960, morre aos 71 anos
A atração do Rock in Rio que tentou impedir Barão Vermelho de tocar: "A plateia é hostil"
Guitarrista do Mötley Crüe, John 5 apoia fãs que filmam o show no celular
Baixista relembra separação do At the Gates em 1996; "Provavelmente foi uma coisa boa"
A letra do Led Zeppelin que Plant passou a olhar de lado; "Uau, isso foi meio duvidoso"
Para Alexi Laiho, telemarketing era "o pior emprego do mundo"
Chuck Billy, vocalista do Testament, anuncia detalhes de sua autobiografia
A contundente (e ríspida) opinião de Kerry King sobre o Korn
Tarja Turunen admite não gostar de como soa nos primeiros álbuns do Nightwish
Deep Purple confirma retorno ao Brasil no final do ano
Muse lança "Cryogen", música de seu próximo disco de estúdio
Carmine Appice admite que aceitaria convite para substituir John Bonham no Led Zeppelin
Bride se despede após 40 anos com disco duplo e últimos shows confirmados
Chorão e Marcelo Camelo proporcionaram uma das tretas mais famosas da história recente da música brasileira. Os músicos saíram na mão em 2004, durante viagem para o Piauí. O imbróglio começou quando Marcelo concedeu entrevista à revista Oi e disse que as músicas do Charlie Brown Jr. não combinavam com comerciais de refrigerante. Chorão, que naquela época era garoto-propaganda de um comercial da Coca-Cola, não gostou do que leu e partiu para cima do colega de profissão, que tempos depois, o processou.
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