Em 14/06/2005 | Shaaman - Em exclusiva, Andre Matos declara: Falsete é o cacete!

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Shaaman - Em exclusiva, Andre Matos declara: Falsete é o cacete!


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O Shaaman mudou. Não só musicalmente mas em seu nome. Devido a problemas burocráticos a banda precisou inserir um “a” em seu nome e no logotipo, mas que não causa alteração na pronúncia nem no significado, fato que foi ratificado por estudiosos do Xamanismo. Se a mudança gramatical não foi tão forte, musicalmente não podemos falar o mesmo de seu novo CD, “Reason”, que traz um Shaaman mais básico, investindo no metal mais tradicional, abolindo as orquestrações e literalmente voltando as origens do heavy metal. Este é um CD que vai causar estranheza em muitos fãs, mas que mantém intacta a competência do quarteto e o talento de seus integrantes. Para falarmos sobre o novo CD, planos para turnê e para o futuro, e ainda tecermos alguns comentários sobre a separação de André Matos, Ricardo Confessori e Luís Mariutti do Angra, agregando Hugo Mariutti como guitarrista e originando o Shaaman, conversamos com o simpático André, que falou de tudo, durante quase uma hora e meia. Veja abaixo o que rolou.

Por Rafael Carnovale

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WHIPLASH - De início não podemos deixar de falar sobre a adição de uma letra “a” ao nome da banda. Os motivos já foram bem explicados, mas eu gostaria que você comentasse a mudança e como os fãs estão reagindo a esta situação, pois tenho visto respostas bem diversas pela internet:

André Matos / Bom, não há muito a dizer realmente quanto a mudança do nome. É como você falou. Mas recebemos muitas reações de apoio por parte dos fãs, tanto no Brasil como na Europa. Porque não fizemos uma alteração drástica no mesmo. Só adicionamos uma letra a mais, que não altera nem a pronúncia nem o significado do mesmo. Poderíamos ter posto um “m” ao invés do “a” que também não faria diferença. Consultamos um estudioso no assunto. Foi a solução mais prática, já que uma empresa detinha os direitos do nome Shaman, e se quiséssemos manter tudo como estava teríamos que entrar numa disputa jurídica longa. Acabou que agora o nome já foi assimilado, temos um endereço de internet mais fácil de ser acessado, e acho que se houve algum tipo de repúdio, foi algo bem pequeno.

WHIPLASH – “Ritual” teve em sua divulgação uma turnê extensa, com mais de 130 shows, e a nova turnê foi emendada nestes. Porque esta estratégia de tocar quase que ininterruptamente, e ir compondo durante as folgas?

André Matos / Na verdade fizemos perto de 150 shows. Mas tiramos sempre um período de folga quando podíamos, e após o encerramento da mesma paramos por dois meses. Foi algo bem positivo porque nos deu muito entrosamento no palco, e todos os shows nos permitiram mexer em arranjos, experimentar vocais, o que deu ao novo CD um pique diferente quando entramos em estúdio. Mas de fato precisamos parar por dois meses para fecharmos os trabalhos na Alemanha.

WHIPLASH – Aliás, como vocês fizeram para gravar o CD nesse esquema? Não temiam que isso afetasse a identidade do mesmo?

André Matos / Por incrível que pareça não parar a turnê nos deu muito tempo para preparar o CD. Nos demos ao luxo de ficar um ano trabalhando, já que Sascha Paeth esteve no Brasil em abril de 2004 para começar a nos ajudar no desenvolvimento do álbum. Acredito que nossa personalidade esteja firme e consolidada no mesmo, pois a galera ficou muito tempo junta, e isso agora faz de “Reason” um passo adiante se comparado a “Ritual”.

WHIPLASH – Vocês já fizeram de tudo dentro do espectro do heavy metal, fazendo metal melódico, orquestrado e o metal mais tradicional. Agora a banda investe mais diretamente na crueza e no lado mais visceral do metal. Você diria que a banda se cansou do melódico?

André Matos / Particularmente eu me cansei, sim. Acho que o metal melódico vem se repetindo constantemente, e o mesmo anda pouco original. Bandas como Helloween, Iron Maiden e até o Angra são bandas que promoveram o mesmo durante anos, mas atualmente o que vemos são bandas se repetindo constantemente dentro do estilo. No Angra tínhamos esse problema, queríamos mudar de estilo, mas parte da banda não queria. Isso causou uma ruptura dentro da banda. Já estava meio cansado disso na época que nos rotularam de “Mystic Metal”. Queremos ser uma banda sem rótulos, como se você entrasse numa loja de CD’s e encontrasse uma grande prateleira de sub-estilos do metal! (risos). Tudo é heavy metal na essência... e isso que queremos.

WHIPLASH – “Turn Away” é de longe uma composição pesadíssima, com levada heavy anos 80, e foi a primeira faixa a ser apresentada ao público (no festival “Rock the Planet” em outubro de 2004). Não seria mais seguro fazer essa transição aos poucos, apresentando inicialmente faixas mais cadenciadas como a própria “Reason”?

André Matos / Acredito que seria muito oportunista e conveniente tentar chocar menos de início. Queríamos evoluir mesmo, sem medo de ousar ou copiar algo que fizemos no CD “Ritual”. Temos sempre a obrigação de levar os fãs adiante. Bandas como o Sabbath, Priest e Queen chocaram os fãs quando fizeram experimentos em seu som, e eu senti isso na época que ouvi essas mudanças. Só fui entender tal atitude bem depois. E isso foi o que nos motivou a entrar de cara nessa mudança. Eu compararia grotescamente esta situação com o que aconteceu com o “Holy Land”, quando o Angra o lançou. Fomos muito criticados na época, mas agora este é um dos CD’s considerados clássicos da banda.

WHIPLASH – Por sinal esta faixa e “Scarred Forever” apresentam uma levada bem “hard” oitentista. Como se deu a inserção deste estilo no CD?

André Matos / Não saberia lhe dizer. Todos crescemos ouvindo Destruction, Motley Crue, Whitesnake, Iron Maiden e Twisted Sister. Essa retomada oitentista que você ouve no CD é fruto dessas bandas que ouvimos, mas não muda a característica básica do Shaaman. Somos uma banda de rock e metal, e nossos fãs entendem isso.

WHIPLASH – Por sinal “Scarred” possui um dos instrumentais mais legais já escritos pelo Shaaman, sendo uma boa candidata a “single”. Porque não lançá-la ao invés da balada “Innocence”?

André Matos / Foi uma escolha da gravadora. Eles precisavam de uma faixa que tocasse fácilmente nas rádios, e “Innocence” se encaixou bem neste perfil.

WHIPLASH – Vocês acreditam que há a chance de acontecer algo similar a “Fairy Tale”, que acabou entrando na trilha sonora de uma novela?

André Matos / Não sei... se houver a oportunidade será ótimo. Mas honestamente não acredito que isso aconteça de novo (risos). Mas como “single” ela vem funcionando muito bem, sendo bem veinculada nas rádios.

WHIPLASH – Agora fale sobre o “cover” de “More” do Sisters of Mercy. Quando foi divulgado que vocês fariam uma versão de uma música oitentista especulou-se algo do Sabbath, algo do Purple ou até mesmo do Iron Maiden. E vocês aparecem com uma música do Sisters. Como se deu essa escolha?

André Matos / Eu diria que o Sisters of Mercy tem um lado “dark” que se encaixa na proposta do Shaaman. Vale muito fazer um “cover” de uma banda que esteja fora do universo rock, como fizemos no Angra com a Kate Bush. Se fôssemos fazer uma música do Sabbath, Purple ou Iron seria impossível atingir o mesmo patamar, exceto em CD’s tributo, aonde temos total liberdade. Com o Sisters conseguimos algo muito legal, porque trouxemos a música para o nosso estilo, e a versão final ficou mais pesada do que a original. A história da mesma é engraçada: O Sascha estava no Brasil, e estávamos fazendo a pré-produção de “Reason”. Um dia fomos tomar café numa padaria, e ele me falou desta música, que já tinha trabalhado com a banda, e que achava que seria legal fazer algo com ela. Eu aceitei, e ficamos de conversar com o resto da banda no ensaio. O Ricardo (Confessori – baterista) estava atrasado, como sempre (bateristas vivem atrasados (risos)). Quando ele chegou, trazia consigo um CD do Sisters e nos mostrou “More”. Ficamos boquiabertos, e ficou claro que era agora uma obrigação fazer uma versão dela. E ficou muito legal.

WHIPLASH – Os “riffs” estão bem mais diversificados, indo do agressivo ao melódico, com boa dosagem de velocidade e “groove”. Como você avalia hoje o trabalho de Hugo Mariutti na banda, já que em “Ritual” ele era meio que o “estranho no ninho”?

André Matos / Foi algo natural. É claro que em “Ritual” Hugo estava mais contido. Mas nesses dois anos o entrosamento que obtivemos permitiu a ele se soltar mais, e expor seu talento, com guitarras mais fortes e trabalhadas. Quando começamos a trabalhar em “Reason” tínhamos em mente enxugar os excessos de “Ritual”, que considerávamos um momento de transição. Conseguimos isso no novo álbum, e Hugo é um dos destaques deste CD. Não só como músico, mas como compositor. Pois somos uma banda. E trabalhamos como banda.

WHIPLASH – Já “Rough Stone” flerta em alguns momentos com o “prog-metal”. É algo que vocês pretendem explorar no futuro?

André Matos / É possível. Estamos abertos a vários estilos, sem exagerar dentro dos mesmos. Podemos fazer algo com “thrash”,”melódico”, “prog”, mas sem fugir da proposta do Shaaman. A banda é o elemento principal, e o resto gira em torno dela. Por isso estamos tão felizes com “Reason”, porque ele representa o que é o Shaaman hoje em dia, e está dentro do que falei.

WHIPLASH – “Leave me Alone, Seeds now are raised and grown, play me today, use me and turn away” seria um grito de independência, do tipo “não preciso provar mais nada para ninguém”?

André Matos / (Rindo) Não necessariamente. Mas pode ser. Sei lá... quem sabe num surto de independência de alguém. (Mais Risos).

WHIPLASH – A transição, que começou em “Ritual” e foi solidificada em “Reason”, é nitidamente um grande desafio para o vocalista. Você acredita que sua evolução natural, e as experiências feitas com o Korzus em “Evil Sight” (faixa do novo CD da banda “Ties of Blood”) foram de grande ajuda? Comenta-se muito que você abandou seu falsete, e partiu para um lado mais agressivo:

André Matos / Para começo de conversa, falsete é o cacete!!! (Risos). Eu nunca cantei em falsete. Quem canta em falsete é o Edson Cordeiro. Falsete é um estilo de voz aonde o cantor coloca sua cabeça empostada, e eu não faço isso. Eu cantava e ainda canto num estilo agudo, só que aprendi muito nestes anos de estrada. Comecei a perceber que um mesmo tipo de voz em um CD o torna muito cansativo. Pude experimentar muitas coisas com a minha voz, como fiz em “Ritualive”, e acabei cantando diferente em várias passagens de “Reason”. Não se trata apenas de fazer no estúdio o que faço ao vivo, ou de simular ao vivo o que fiz no estúdio. Trata-se de chegar num meio termo entre o cantor e o intérprete. Gosto muito dos vocalistas que sabem interpretar junto com o ato de cantar. Usando a técnica aliada a interpretação, sem virtuosismo exagerado. A técnica você pode mostrar no palco, mas é mais difícil interpretar no estúdio, e é isso que venho buscando. É um desafio para mim procurar me conhecer mais como intérprete, e não abusar da técnica.

WHIPLASH – Por sinal no show de 2003 no Claro Hall você comentou a uma fã que fez um trabalho muito bom e positivo com fonoaudiólogos. Eu gostaria que você fosse a fundo nisso e contasse esta experiência para o público:

André Matos / Foi um caso de necessidade, e acabei caindo na mão de bons profissionais. Quando voltamos da turnê do primeiro CD do Angra e partimos para a gravação de “Holy Land”, eu tive um problema nas cordas vocais, o que chamamos de hiato, por forçar muito a voz. Não tinha tanto controle sobre minha voz, e acabava exagerando, o que cansou o músculo das cordas vocais. Fui parar na mão de uma excelente profissional, que me fez conhecer como a voz é gerada, chegando a fazer um exame no qual as cordas são filmadas por uma micro-câmera que é colocada pelo nariz. Saí deste tratamento com um grande conhecimento para evitar futuros problemas. Acho que esse trabalho é mais que essencial para todos que cantam, e deveria ser parte do aprendizado dentro das aulas de canto.

WHIPLASH – Como está a agenda de shows em 2005? Há planos para shows no exterior? E no Japão? Você acha que será possível que o Shaaman atinja lá o mesmo “status” que Angra e Viper já obtiveram?

André Matos / O CD deve sair na Europa e Japão em maio. Estamos mais focados no Brasil agora, e não pensamos em fazer os grandes festivais nesse ano. Planejamos pensar nisso em 2006. Queremos nos solidificar na Europa primeiro antes de partir mais diretamente para tocar por lá. Tocamos umas 5 ou 6 vezes na Europa em shows isolados, sem ter sequer lançado o “Ritual”. Agora estamos negociando com várias gravadoras para lançar “Reason”, assim poderemos planejar uma boa turnê européia. Já no Japão as coisas são mais complicadas. Mesmo o Helloween não vende mais como antigamente por lá. O “new-metal” está em alta por lá, e isso fez com que o Helloween vendesse 40 mil cópias quando antigamente vendia mais de 200 mil! Isso faz com que nos voltemos para outros mercados, como a América do Sul, América Latina e Rússia, para compensar a queda no mercado japonês. Países como México, Costa Rica e Colômbia são ótimos locais para tocarmos, e vamos investir nisso.

WHIPLASH – O Shaaman tocou 4 vezes apenas no estado do Rio de Janeiro. Usando o Rio como exemplo, fale um poucos dos planos da nova turnê:

André Matos / A turnê começou no Rio, e foi muito bom. As músicas novas foram muito bem recebidas pelo público, e as expectativas foram totalmente preenchidas. Desta vez queremos fazer turnês mais amplas, tocando não só na capital, mas no interior, como por exemplo em Niterói, São Gonçalo, Resende, e não só no Claro Hall, mas no Olimpo, como fizemos uma vez. Isso vale tanto para o Rio como para qualquer estado. Um grande exemplo foi quando tocamos no Abril Pro Rock, em Recife, com uma resposta maravilhosa. O interior do Brasil vai ser muito bem explorado por nossa turnê.

WHIPLASH – Aproveitando a oportunidade, você poderia falar algo sobre o show de Porto Alegre e os problemas ocorridos?

André Matos / Que bom que você abriu esse espaço para falar sobre isso. Nosso show costuma ter normalmente uma hora e quarenta e cinco minutos mais um tempo para o “bis”. Quando tocamos em um teatro mantido pelo governo do estado, como foi o caso do Auditório Araújo Viana (um lindo e maravilhoso local por sinal) precisamos seguir o esquema que nos é colcocado. O show estava marcado para acontecer das 22:30 as 00:15. Começamos o show pontualmente no horário e quando eu estava indo para o palco nos trinta minutos finais notei que uma discussão estava acontecendo perto do acesso ao mesmo, envolvendo o promotor e alguns burocratas, que insistiram que o show terminaria as 23:45, conforme determina a lei. Fiquei muito chateado, pos tivemos que encerrar o show antes do previsto, sem tocar “Fairy Tale” e “Lisbon”. Mas não podíamos fazer nada. Não sabíamos deste impedimento, e estávamos seguindo o show pontualmente para encerrarmos as 00:30. Explicamos ao público o que aconteceu, que foi contra a nossa vontade. Houve um certo abuso de poder, porque podia ocorrer uma tolerância. Mas não foi a primeira vez: quando tocamos em Guarulhos em 2004, tivemos que encerrar o show antes do previsto por ordem da Polícia Militar. Alegaram que muitos queriam dormir, e estávamos atrapalhando.

WHIPLASH – E o que podemos esperar de especial nos shows desta nova turnê?

André Matos / Com certeza teremos alguns bônus para a galera. Alguns “covers” por exemplo. Não temos nada contra manter o clima de diversão dentro do show. E planejamos levar nosso show atual, com o máximo possível de produção para todos os locais em que tocarmos. Mesmo que toquemos em locais pequenos, daremos a eles uma produção adequada, pois achamos que o público merece isso. Ano passado fizemos um tributo ao Ozzy e ao Black Sabbath, já tocamos Deep Purple e Metallica, e não vamos deixar de fazer isso. Gostamos e os fãs adoram, porque não fazer esses momentos especiais?

WHIPLASH – E o que você acha de ter sempre que tocar “Carry On” nos shows? Me lembro de você pedir para os fãs esperarem um pouco, porque o “set” ainda estava no meio, em um show carioca, já que o pedido pela mesma era constante.

André Matos / “Carry On” é uma composição minha. E é uma boa música, uma das melhores dentro do estilo, apesar de não combinar mais com a proposta do Shaaman. Vamos tocá-la sim, mas gostaríamos de tê-la como um “coring”, para usarmos quando for necessário. Durante a turnê de “Ritual”, vimos que os fãs curtiam tanto nossas músicas quanto curtiam as músicas do Angra que tocávamos. Logo agora nada impede que deixemos de tocá-la em alguns shows.

WHIPLASH – Falando em Angra, você chegou a escutar o novo CD da banda, “Temple of Shadows”?

André Matos / Não. Honestamente não tive sequer tempo de escutá-lo.

WHIPLASH – Comparando grosseiramente, eu diria que ele vai na direção oposta ao que foi executado em “Reason”.

André Matos / Isso é muito legal, pois mostra o porque da separação da banda. Quando fizemos “Fireworks”, queríamos sinceramente voltar ao princípio de tudo, e isso se refletiu em músicas como “Lisbon” e “Paradise”, que se encaixam bem no estilo do Shaaman.

WHIPLASH – Você diria que os problemas que culminaram na separação do Angra começaram a se manifestar na gravação de “Fireworks”?

André Matos / Na verdade eles já existiam há algum tempo. “Fireworks” foi uma tentativa de reunir a banda num único objetivo. Mas não foi como queríamos. Gosto do CD, mas ele poderia ser melhor. Insistimos na turnê visando revitalizar a banda, mas vimos que não rolava mais. Existiam dois grupos dentro do Angra, e os shows estavam acontecendo, mas não havia mais atmosfera para continuar.

WHIPLASH – “Reason” foi um passo na evolução do Shaaman. O que podemos esperar no futuro, dentro dessa proposta de evoluir sempre?

André Matos / Acho que com o “Reason” chegamos ao patamar aonde queríamos. “Ritual” foi um passo de transição rumo a “Reason”. Algo que queríamos fazer desde o Angra. Categoricamente posso te dizer que chegamos aonde queríamos chegar, mas é verdade que chegamos ao topo da primeira montanha. Outras virão, e só o tempo poderá dizer e mostrar. Depende do que ocorrerá na turnê, em nossas vidas. O próximo CD certamente será um passo a frente de “Reason”, aproveitando os pontos positivos.

WHIPLASH – André, muito obrigado pela entrevista. Este espaço é seu para deixar uma mensagem para os visitantes do WHIPLASH!

André Matos / Cara... eu curto demais esse “site”. É meu site de informação. Sempre que procuro alguma informação sobre rock e heavy metal, acesso o “site”. Ele está em primeiro lugar nos meus favoritos. Aos nossos fãs só posso agradecer por tudo, e desejar que “Reason” seja para vocês o que foi para nós, uma mudança em nossas vidas, e algo do que nos orgulhamos muito. Obrigado!

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