Turmalina Trio: a apresentação no Teatro Carlos Werneck no RJ
Resenha - Turmalina Trio (Teatro Carlos Werneck, Rio de Janeiro, 02/07/2017)
Por James B.
Postado em 23 de setembro de 2017
No dia 2 de julho de 2017 a banda Turmalina Trio se apresentou no Teatro Carlos Werneck, no Parque do Flamengo, Rio de Janeiro.
O dia estava chuvoso e frio mas o público compareceu para assistir a apresentação do Trio que toca as canções do Turmalina Music Project e lançou em abril deste ano seu primeiro EP.
A banda formado por Thiago Pontes (guitarra/voz), Leo Burity (bateria) e Victor Toledo (baixo) vem mostrando uma grande evolução a cada show e estão cada vez tocando melhor e também trazendo sempre novidades no repertório.
O show é bem eclético e divertido, atingindo públicos diferentes, tanto os amantes do rock como de outros estilos como reggae, blues e folk.
Formatos de trio são interessantes pois permitem que se escute bem as partes de cada instrumento, o timbre de guitarra limpa com efeitos muito bem aplicados, solos de baixo e grooves bem variados de bateria fazendo as dinâmicas e valorizando as canções são os pontos fortes da apresentação do Turmalina Trio.
A abertura foi com a versão de Mercedes Benz, música que ficou famosa com Janis Joplin, e que recebe uma versão folk-rock, depois tocaram a música de trabalho "Lá pras três", mantendo ainda a linha folk-rock.
Na sequência tocaram outras canções do EP, "Contratempos e temporais" um reggae que já emenda com "Three Little Birds" de Bob Marley, "Mito da caverna" numa versão diferente da lançada no EP, ao vivo a banda toca uma versão menos Folk e mais numa onda tipo The Police, onde o riff da introdução é tocado com guitarra com efeito de delay. Ficou bem legal esta versão também.
A banda tocou na sequência covers de Paralamas de Sucesso e Titãs, "Caleidoscópio", "Tendo a Lua" e "Flores".
Depois vieram duas excelentes canções do EP, "Pedra Turmalina", música que batizou o projeto, o EP e a banda, e outra excelente canção "Quando eu sonhava acordado", essa numa pegada bem de MPB.
No bis a banda tocou "Losing my religion"do REM e fechou tocando novamente a música de trabalho "Lá pras três".
Grande show dessa banda que tem um trabalho sólido, bem produzido, bons músicos e excelente canções.
Ficamos no aguardo de mais material do Turmalina Music Project.
Links:
http://open.spotify.com/album/1y0oWUkBqMnFXAGEIlQIeY
http://itunes.apple.com/us/album/id1215256376
Receba novidades do Whiplash.NetWhatsAppTelegramFacebookInstagramTwitterYouTubeGoogle NewsE-MailApps



Regis Tadeu explica morte dos Mamonas Assassinas: "Imprensa não contou"
Regis Tadeu explica por que Blackmore voltou ao palco com o Deep Purple após 33 anos
O maior vocalista da história, de acordo com a ciência
Andi Deris diz que o Helloween ainda consegue cantar todas as músicas no tom original
Agora é oficial: Slipknot anuncia demissão de Sid Wilson
As 5 melhores músicas do Yes de acordo com o guitarrista Steve Howe
Geddy Lee fala sobre importância de ainda cantar as músicas do Rush nos tons originais
A melhor música de heavy metal lançada em 1986, segundo o Loudwire
As 4 melhores músicas de 1986, segundo Robert Smith, vocalista do The Cure
Os 10 discos essenciais do nu metal, segundo a Louder
Roger Glover não quer que Deep Purple faça show de despedida
5 clássicos do rock nacional cujas letras envelheceram mal
5 bandas clássicas do prog rock que não têm mais nenhum membro original
O hit do Metallica em que James Hetfield se revolta sobre como sua mãe morreu
7 imagens incríveis criadas por inteligência artificial a partir de letras de clássicos do metal
"O Guns N' Roses não é mais banda que o Barão Vermelho", disse Frejat em 1991
Como era a divisão financeira de direitos autorais no Raimundos, segundo Digão



Masters of Voices (Auditório Araújo Vianna, Porto Alegre, 13/07/2026)
Com toda sua experiência e talento do seu novo vocalista, Nazareth conquista o público mineiro
Covil Brutal recebe Sentence, Pathologic Noise e Critical Fear em Belo Horizonte
Prime Rock Brasil 2026 reúne gerações do rock nacional em noite histórica no Mineirão
Masters of Voices agita o público em Belo Horizonte
Deicide e Kataklysm: invocando o próprio Satã no meio da pista



