Crashdïet: Detonando seu Sleaze para felicidade do público gaúcho

Resenha - Crashdïet (Teatro CIEE, Porto Alegre, 16/10/2014)

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Por Guilherme Dias
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O Crashdïet esteve no Brasil para realizar dois shows, sendo um deles em São Paulo e outro em Porto Alegre. Fora de uma grande turnê, eles estiveram por aqui apenas para esses shows mesmo. Essa foi a primeira passagem da banda pela capital do Rio Grande do Sul.

Fotos por: Liny Oliveira
facebook/photoslinyoliveira

Por volta das 21 horas, as luzes do Teatro CIEE foram apagadas, a intro de abertura foi tocada no som mecânico e as cortinas do palco foram abertas. Lá estava Simon Cruz (vocal), Martin Sweet (guitarra), Peter London (baixo) e Eric Young (bateria) que iniciaram o show tocando “Falling Rain” (do disco”The Unattrative Revolution”) e em seguida quatro músicas do álbum “Generation Wild”: “Down With The Dust, “Rebel”, “Native Nature” e “So Alive”.

Logo em seguida foi a vez de “Queen Obscene/ 69 Shots” (do primeiro álbum, “Rest In Sleaze”) que teve a primeira interação de Simon Cruz com o público, pedindo apenas para as garotas cantarem primeiro e em seguida apenas os garotos, porém o público não respeitou muito bem, pois Simon percebeu vozes muito masculinas em determinado momento e pediu para apenas as garotas cantarem novamente.

Sem perder tempo, mais duas músicas de “The Unattrative Revolution” foram tocadas em sequencia: “XTC Overdrive” e “In The Raw”. Até esse momento do show apenas os fãs que estavam mais próximos ao palco pareciam aproveitar bastante a noite, pois o restante do público não esboçou muito mais do que aplausos após cada música. Isso até a banda tocar “Breakin’ The Chainz” (também do primeiro disco da banda) em que o público fez uma ótima participação, alegrando demais os suecos que se movimentavam bastante no palco.

Após uma pequena pausa, a banda voltou para tocar duas músicas do último disco de estúdio (“The Savage Playground”, lançado em janeiro do ano passado) que agradaram bastante o público também. Foram elas “Cocaine Cowboys” e “Garden Of Babylon”, que terminou com Peter no palco apenas. Depois de mais um intervalo, Martin Sweet subiu ao palco antes do restante da banda para introduzir “Beautiful Pain”.

Simon perguntou para o público se estavam se sentindo bem e apresentou “Chemical”, para a alegria de todos, que cantaram com empolgação a canção inteira. Faltavam poucas músicas para serem tocadas, entre elas “Riot in Everyone” (Rest in Sleaze) e “Generation Wild”, que anunciou o fim do show.

O show foi muito bom, porém poderia ter sido melhor caso o som das caixas estivessem com o volume mais alto e o público participasse um pouco mais junto com a banda. Fora isso a presença de palco de todos os integrantes foi ótima. Sem frescura o Crashdïet detonou o seu Sleaze e fez a felicidade do público gaúcho.

Set-list:
Falling Rain
Down With the Dust
Rebel
Native Nature
So Alive
Queen Obscene / 69 Shots
XTC Overdrive
In the Raw
Breakin' the Chainz
Cocaine Cowboys
Armageddon
Garden of Babylon
Beautiful Pain
Chemical
Riot in Everyone
Generation Wild

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Sobre Guilherme Dias

Sou Guilherme Figueiró Dias, de Porto Alegre, estudante de educação física, tenho 23 anos e sou fanático por música e futebol, especialmente hard rock e heavy metal. Preferências entre Helloween, Gamma Ray, Pink Cream 69, Bon Jovi, Hellacopters, Michael Kiske, entre outros. O que gosto realmente de fazer (além de torcer, cantar e pular pelo Grêmio na Geral) é curtir um bom show das bandas que eu adoro e tomar umas cervejas pra celebrar a vida.¨

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