Sauna Open Air: pouco público em um festival ainda marcante

Resenha - Sauna Open Air (Tampere, Finlândia, 10 a 12/06/2010)

Compartilhar no FacebookCompartilhar no TwitterCompartilhar no WhatsAppSeguir Whiplash.Net

Por Petri da Costa
Enviar Correções  




















O começo de verão aqui na Finlândia em termos de shows tem sido tanto bom quanto ruim. Bom, porque o país tem recebido bandas grandes já desde a primeira semana de Junho, como o AC/DC, Gun N' Roses e o Green Day. Dessas três bandas citadas, somente o AC/DC conseguiu realmente atrair um grande público, já as outras duas bandas tiveram uma presença de público abaixo do eperado.

O ruim dessa "avalanche" de bandas grandes, que vieram quase ao mesmo tempo, é o velho problema do dinheiro, deixando o público meio dividido, escolhendo ir em um ou talvez dois shows. Não só isso, como também o fato de que ao decorrer desses próximos 2 meses, a Finlândia vai receber ainda o Iron Maiden, Ozzy Osbourne, Megadeth, Sepultura, Faith No More e muitos outros tocando em festivais diferentes. E o que isso tem a ver com o Sauna Open Air? Bem, nesse ano o público (23.000 pessoas no total em três dias, segundo a organização) ficou abaixo do esperado. Somente o primeiro dia, que contou com o Kiss, teve lotação esgotada, deixando claro que o público ficou mais uma vez dividido.

Quinta-Feira 10.06

O primeiro dia do festival começou promissor, com um sol forte e um clima de rock'n'roll não só na área do festival como por toda a cidade. Porém havia algo errado ao chegar nos portões do festival: já era 16h15, o horário que o The 69 Eyes deveria abrir o show, e os portões ainda estavam fechados. Não havia uma explicação para isso e os fãs tiveram que esperar um pouco mais para entrar. Finalmente quando era 16h30, o The 69 Eyes comeca o show com "Back in Blood" e ao mesmo tempo os portões foram abertos. Nem precisa dizer que isso deixou muitos fãs com raiva, afinal muitos perderam metade do show deles e deve ter sido estranho para a própria banda começar a tocar sem ninguém lá para conferir o show. Apesar desses problemas, a banda foi uma boa escolha de abertura para esse dia, tocando músicas do novo álbum e outras mais antigas. Por causa do atraso, o The 69 Eyes teve um set de 50 minutos (o marcado era de 60 min.), fechando com a famosa "Lost Boys".

Agora com a grande maioria do público dentro, o Insomnium entrou no palco secundário com uma intro da música do filme "Exterminador do Futuro". O grupo finlândes manteve os fãs agitados, por mais que muitos estavam mais interessados em ficar bebendo na área do bar ou vendo a merchandise do Kiss. Já nas últimas músicas do Insomnium, o público ia se movimentando para o palco principal onde os norte-americanos do Steel Panther iriam tocar. Para aqueles que não conhecem, o Steel Panther é uma paródia da cena glam/hard rock dos anos 80, tirando um sarro do visual e das músicas de bandas como Bon Jovi, Poison, Mötley Crüe. Essa idéia não é nada nova, esse tipo de banda existe desde os tempos do Spinal Tap, mas é impressionante como eles funcionam bem ao vivo. Os integrantes do Steel Panther sempre estavam fazendo piada sobre eles mesmos ou falando alguma profanidade, e no meio desse toda graça eles soaram ótimos, levantando o público com músicas como "Death to All But Metal", "The Shocker", "Eatin' Ain't Cheatin'" e "Party All Day (Fuck All Night)" cujo começo é puro sarro de "Livin' on a Prayer" do Bon Jovi. Fora essas teve até um cover de "Paradise City" (Gun 'N' Roses). Até mesmo o pessoal do The 69 Eyes e do Hail! estava num canto curtindo a banda. Uma outra coisa interessante é que o guitarrista Stachel (nome real: Russ Parrish) tocou no Fight, gravando o álbum "War of Words". Sem sobra de dúvida o Steel Panther foi uma grata surpresa dessa edição do Sauna Open Air.

A última banda no palco secundário na quinta foi o Audrey Horne. Uns poucos fãs foram conferir eles que estavam divulgando o novo álbum "Audrey Horne". A banda norueguesa, que lembra às vezes Faith No More, foi originalmente formada por membros do Gorgoroth e Enslaved, e agora conta com o guitarrista Arve Isdal, do Enslaved. No curto set de 35 minutos a banda foi bem, mas nada memorável. O público que estava na área do palco secundário foi indo em direção do palco principal bem antes das 20h para ter um lugar bom na hora que o Kiss iria tocar.

Com a vinda do Kiss para o Sauna Open Air, o palco principal ganhou proporções gigantescas para acomodar toda a parnafenália, que contava com uma quantidade grande de monitores espalhados pelo palco. Para surpresa geral, as 19h50, 10 minutos antes do horário previsto para o Kiss começar, o pano com o logo da banda que escondia o palco caiu e um vídeo da banda começou a passar no telão. Todos começam a gritar e aplaudir, e a empolgação aumenta ainda mais quando começa a tocar "Modern Day Delilah", com o palco da bateria surgindo e uma plataforma rotatória trazendo Gene, Paul e Tommy no palco. Uma grande entrada para a banda que logo seguiu com as clássicas "Cold Gin", "Let Me Go, Rock 'N' Roll" e "Firehouse", onde Gene cuspiu fogo. A última vez que vi a banda foi em 1999 e foi ótimo ver que tanto Tommy Thayer como Eric Singer estão bem entrosados com Gene e Paul. O show continuou com uma outra nova, "Say Yeah", que não empolgou muito, mas o pique voltou com "Deuce" e especialmente com "Crazy Crazy Nights", que o público cantava sem parar com a banda. Engraçado notar que os fãs daqui pareciam mais agitados quando a banda tocava músicas da fase sem máscara. Depois veio "Calling Dr. Love" e "Shock Me", onde Tommy e Eric fizeram uma jam, incluindo fogos de artifícios disparados da guitarra de Tommy e Eric disparando uma "bazuca" também com fogos. Obviamente tudo isso para aumentar o espetáculo proporcionado pelo Kiss. Devo comentar que de certa maneira foi estranho ver Tommy cantando "Shock Me", por mais que ele esteja usando a imagem de Ace e cante bem a música, mesmo assim fica uma sensação de algo estar errado.

Com Gene e Paul de volta no palco, a banda tocou outra nova "I'm An Animal", onde mais uma vez o público parecia parado. Para alegria de muitos a banda tocou outra do primeiro álbum, "100,000 Years", e na seguinte, "I Love It Loud", Gene cuspiu sangue e foi levantado para o topo do palco para cantar a música; nem é preciso comentar a reação do público nesse momento. Depois veio "Love Gun". Paul então começa a tocar o riff de "Whole Lotta Love" (Led Zeppelin) e até canta um pouco da música, mas para e a banda toca "Black Diamond", onde Eric Singer cantou sozinho e tocou bateria, com o resto da banda cantando somente o refrão. Para terminar a primeira parte do show, tocam a famosa e favorita "Detroit Rock City". Após uma pequena pausa a banda volta e Eric Singer canta "Beth", causando a mesma sensação que ocorreu com "Shock Me". Para a felicidade do público tocam "Lick It Up", outra que todos cantaram junto. No meio da música a banda toca um trecho de "Won't Get Folled Again" (The Who). O show seguiu com "Shout It Out Loud" e com um dos momentos favoritos da mulherada: "I Was Made For Lovin' You", onde Paul foi "puxado" por cordas para um palco no meio do público. Com Paul de volta no palco principal a banda toca "God Gave Rock 'N' Roll To You II". Durante essa música passava nos telões imagens das capas dos álbuns do Kiss, dos integrantes da banda, incluindo até Eric Carr e de bandas como The Beatles, Rolling Stones e outros, fazendo uma homenagem para alguns dos "pais" do rock'n'roll. O show obviamente fecharia com a mega clássica "Rock 'N' Roll All Nite", com chuva de papel picado, explosões, o palco da bateria e plataformas de Gene e Tommy sendo levantados, hipnotizando todo o público com um grande final.

Foi um grande show do Kiss, um pouco mais de 2 horas num set list bem abrangente. A banda sabe como entreter o público, mas o show teve alguns pontos negativos. Paul parecia muito mais ocupado rebolando, tocando a guitarra entre as pernas, repetindo a cada música a mesma fala: "Vocês se sentem bem?" ou "Vocês querem se sentir bem?" e o nome da cidade para obter aplausos. Também o mais chato: "vendendo" o novo álbum quando tocaram as novas músicas, mostrando a capa do novo álbum nos telões e repetindo o nome do álbum. Paul é um showman, tudo mundo sabe, mas às vezes isso cansava. Outro ponto negativo foi o excesso de uso de fogos de artifícios e explosões a cada música. Mas no geral um show para ficar na memória.

Sexta-Feira 11.06

O segundo dia do festival começava um pouco mais cedo, com um clima mais frio e uma decepção para muitos: o Ratt havia cancelado alguns dias antes toda a turnê européia, incluindo o show aqui no festival. Alguns esperavam algum nome de peso para substituir a banda, mas com pouco tempo para arranjar isso a organização fez umas pequenas mudanças na escalação das bandas e chamou o Parasite City para abrir o dia no palco secundário. A banda daqui de Tampere contou com um público mínimo durante o show, sem muita empolgação. A primeira banda do palco principal foi o Glamour of the Kill, que fez uma apresentação morna, que também contou com um público pequeno. Já a essa altura dava para ver que o dia seria bem mais vazio em comparação ao dia anterior. Além do mais, não foi nada bom começar o dia tão cedo, afinal o festival começou às 14h15, quando muitos que viriam para o festival ainda estavam no trabalho.

Era então 16h e os norte-americanos do Whitechapel subiram no palco secundário para trazer um peso brutal ao festival. Apesar da violência sonora promovida por eles ter chamado atenção, e até causado umas pequenas rodas, muitos preferiram ver a banda da área do bar. A banda fechou com a nova "A New Era of Corruption", com os fãs fazendo um wall of death. Agora com um público um pouco maior dentro do festival, o Death Angel entrou no palco principal para a felicidade dos fãs. A agressividade e velocidade do show começou com a nova "Lord of Hate", e infelizmente ao mesmo tempo uma forte chuva começou a cair. O Death Angel foi a primeira banda do dia que realmente levantou o público, num set list que mesclou algumas músicas antigas como "Voracious Soul" e "Stop", a outras mais novas como "Thrown to the Wolves" e "Devil Incanate". Num dos melhores momentos do show, o vocalista Mark Osegueda dedicou a clássica "Kill As One" a Dio. A banda fechou o show com uma música que vai estar no novo álbum da banda, "River of Rapture", e uma promessa de voltar para a Finlândia no fim desse ano. Espero que essa promessa se cumpra, porque a banda é realmente matadora ao vivo!

De volta no palco secundário, o August Burns Red tentava conseguir mais fãs com seu metalcore. Os norte-americanos fizeram um show correto, onde alguns até arriscavam fazer rodas debaixo da forte chuva que caia.

Um pouco depois de 18h30 no palco principal entrava uma banda muito conhecida dos festivais finlandeses: o Tarot. A banda está divulgando o novo trabalho "Gravity of Light" e havia agora ainda mais público na área do palco principal. Os finlandeses começaram com "Sleep in the Dark", "Warhead" e "Satan is Dead". Durante os 60 minutos o Tarot conseguiu manter o público agitado, provando que a popularidade da banda está em alta. Foi de certa maneira engraçado ver o Tarot, e também as outras bandas que tocaram nesse palco principal porque o tamanho do palco era gigantesco. O tamanho era apropriado para o Kiss mas para as outras bandas parecia muito exagerado.

Com o atraso que já havia, o Anvil entrou no palco secundário às 19h40 para a alegria dos fãs das antigas. A imenssa satisfação dos fãs de ver a banda foi grande desde o começo com a entrada de Lips, Robb e Glen no palco. Os canadenses abriram o show com a instrumental "March of Crabs" e logo em seguida a clássica "666". A banda estava soando forte e com muita energia. Devo também comentar que o som do palco secundário foi excelente durante todo o festival. O show seguiu com "School Love", "Winged Assassins" e a única do último álbum: "This is Thirteen". Lips sempre falava com o público, agradecia pelo apoio e todos da banda pareciam extremamente felizes com a recepção do público finlandês. Durante "Mothra", Lips para gargalhada geral tocou o solo com um dildo de ouro. A próxima música, "Thumb Hang", foi dedicada a Dio, Lips comentou sobre a importância do Black Sabbath na cena metal e o fato de Dio ter sido o melhor vocalista que já existiu. Depois veio a demolidora "White Rhino", onde Robb Reiner mostrou mais uma vez sua técnica e peso. Para o fim a banda tocou "Forged in Fire" e o hino "Metal on Metal", terminando um dos melhores shows do festival.

O dia estava para acabar e a banda escolhida para isso foi o Danzig. Mesmo com um certo atraso já esperado, os fãs não sabiam que o show iria demorar para começar ainda mais. Finalmente quando era um pouco depois das 21h (com um atraso de mais de 30 minutos), a banda entrou e arrancou aplausos e gritos do público. Era a primeira vez para Danzig aqui na Finlândia e o setlist foi bem escolhido, com músicas de toda a carreira da banda, como "SkinCarver", "Twist Of Cain", "Hammer of the Gods", "Her Black Wings", "How The Gods Kill" e "Tired of Being Alive", entre outras. O baterista que está acompanhando Danzig é Johnny Kelly do Type O Negative. Alguns esperavam alguma homenagem a Peter Steele, mas isso não aconteceu. No meio do show um dos roadies da banda avisou a Danzig que a banda tinha que parar de tocar às 22h, já que havia uma regra de que o som deveria parar a essa hora. Danzig disse isso ao público e disse que iria tocar além disso. Bem, o show continuou com "On a Wicked Night", "Thirteen", "Bringer Of Death" e a mais esperada do público: "Mother". Depois disso a banda se despediu; já era um pouco depois das 22h, então o público começou a ir embora. Para infelicidade daqueles que foram, a banda voltou e tocou "Long Way Back From Hell", fechando um show que não agradou muito, especialmente porque a banda teve um set curto de 70 minutos, quando todos esperavam um show de 90 minutos.

Sábado 12.06

O último dia do Sauna Open Air começava mais uma vez frio, nublado e sem muito público no começo da tarde. O Suburban Tribe teve a tarefa de abrir o dia no palco principal e para o azar deles não havia muitos dentro ainda. A banda se esforçou nos 45 minutos de show para manter o pequeno público agitado. Depois no palco secundário o Doom Unit teve seus fãs cantando junto com a banda e atraiu uma boa parte de curiosos que nunca tinham visto ou ouvido a banda.

Voltando para o palco principal os alemães do Grave Digger tocavam pela primeira vez na Finlândia; é incrível que em quase 30 anos de carreira o Grave Digger nunca tenha vindo aqui antes para fazer um show. O show começou com as novas "The Gallows Pole" e "Ballad of a Hangman". Como era de se esperar, começou a chover e até ventar forte, mas isso não impediu os fãs de agitar e cantar alguns clássicos da banda como "Roundtable", "Lionheart", "Excalibur" e outras mais novas como "Pray", "Valhalla" e "The Last Supper". Depois de algumas mudanças na formação, o guitarrista Axel Ritt parecia se encaixar bem com toda a banda. O show ainda contou com outras músicas favoritas dos fãs: "The Dark of the Sun", "Knights of the Cross", a sempre poderosa "Rebellion (The Clans Are Marching" e "Heavy Metal Breakdown" finalizando o show.

Nesse momento começou a chover granizo, piorando o clima que já estava ruim. Depois do Grave Digger, no palco secundário tocava o Peer Günt, uma banda dos anos 70 daqui. O som do trio é hard rock clássico. Mesmo com o clima péssimo a banda teve um excelente público e atraiu muitos. Às 16h30 entrava no palco principal o Stam1na, que recentemente lançou o novo "Viimeinen Atlantis". Por mais que eles sejam bons e tenham sua base forte de fãs aqui, não da pra entender como eles estão nesse festival quase todos os anos; talvez só ano passado a banda não esteve presente. A banda executou um show preciso e bom, mas sem muita novidade.

Era a hora do Poisonblack tocar no palco secundário, divulgando o recente "Of Rust and Bones". O show começou com "My Sun Shines Black" e "Casket Case", e a banda atraiu muitos durante toda a apresentação. A banda fechou o show com "Bear the Cross".

Já no fim da tarde o Amorphis tocava no palco principal e assim como o Stam1na, eles são figuras carimbadas desse festival. O show parecia um repeteco do que os fãs presenciaram no ano passado aqui, com a banda ainda promovendo o álbum "Skyforger".

Depois deles veio o Hail!, no palco secundário, que tem feito uma turnê pela Europa, tocando também em outras duas cidades aqui na Finlândia. A banda promoveu uma divertida festa, uma celebração a várias clássicas bandas da cena metal. O show comecou com "Ace of Spades", dedicada a Mikkey Dee segundo o baixista James Lomenzo, seguida de outras porradas como "Refuse/Resist", "Symphony of Destruction" e "Painkiller". A energia e o peso que todos na banda expressavam era incrível, e Tim "Ripper" Owens comandava muito bem o público, com Andreas e James também interagindo com o público e sempre fazendo piadas. A próxima música, "Stand Up and Shout" foi devidamente dedicada a Dio e "(Sic)" dedicada ao baixista do Slipknot, Paul Gray, que era o baixista originalmente escolhido para essa turnê. Ripper comentou que essa era uma música que Paul tinha escolhido para o setlist e a banda tem mantido essa música nos shows. Chegava o primeiro momento onde a banda chamava alguns amigos para participar de "Cold Gin" (Kiss), e eles eram o Mark Osegueda (v) e Rob Cavestany (g) do Death Angel. Como alguns devem lembrar, o Death Angel chegou a gravar "Cold Gin" no álbum "Frolic Through the Park". A banda fez uma versão mais "feia" segundo Mark e esse foi um dos momentos mais legais do show. Continuaram com as mega clássicas "Breaking the Law" e "Number of the Beast" e antes de tocar "Neon Knights", a banda chamou Marco Hietala para cantar, com Ripper dessa vez "ajudando" Paul Bostaph na bateria. Marco errou a letra mas mesmo assim não tirou o brilho da performance. Para o fim a banda terminou tocando "Territory", "Paranoid" numa versão totalmente brutal e fechou com "Whiplash". O Hail! foi outra banda que se destacou nesse ano no festival.

Chegava a hora do Sonata Arctica fechar o festival. A banda era outra figura conhecida no festival e mais uma vez fez um show competente mas esquecível, com os vocais de Tony Kakko soando um tanto fracos. O setlist foi uma boa mistura de toda a carreira da banda, contando com músicas como "Flag in the Ground", "The Last Amazing Grays", "Paid in Full", "FullMoon" e outras.

Terminava assim o Sauna Open Air 2010. Muito foi comentado pelos fãs a repeticão de algumas bandas, a ruim organização, especialmente nos dois primeiros dias, e o preço alto do ingresso para os três dias de festival. Para muitos não compessava pagar tão alto para ver algumas bandas que sempre estão no festival e era óbvio que esse ano o público não compareceu em grande massa como tem sido nos anos anteriores.

SET-LIST KISS
Modern Day Delilah
Cold Gin
Let Me Go, Rock 'N' Roll
Firehouse
Say Yeah
Deuce
Crazy Crazy Nights
Calling Dr. Love
Shock Me
I'm An Animal
100,000 Years
I Love It Loud
Love Gun
Black Diamon
Detroit Rock City
---
Beth
Lick It Up
Shout It Out Loud
I Was Made For Lovin' You
God Gave Rock 'n' Roll To You II
Rock And Roll All Nite

SET-LIST ANVIL
March of the Crabs
666
School Love
Winged Assassins
This is Thirteen
Mothra
Thumb Hang
White Rhino
Forged in Fire
Metal on Metal

SET-LIST HAIL!
Ace of Spades
Refuse/Resist
Symphony of Destruction
Painkiller
Stand Up and Shout
(Sic)
Cold Gin
Breaking the Law
Number of the Beast
Neon Knights
Territory
Paranoid
Whiplash

SET-LIST SONATA ARCTICA
Everything Fades To Gray (Intro)
Flag In The Ground
The Last Amazing Grays
Paid In Full
The Dead SkinCarver
FullMoon
8th Commandment
Juliet
Last Drop Falls
In Black and White
Don't Say A Word
Vodka (Hava Nagila)
Everything Fades To Gray (Outro)



Compartilhar no FacebookCompartilhar no TwitterCompartilhar no WhatsAppSeguir Whiplash.Net


Pink Floyd: The Wall é uma obra de arte conceitualPink Floyd
The Wall é uma obra de arte conceitual

Halloween: dez clássicos do Heavy Metal para curtir a dataHalloween
Dez clássicos do Heavy Metal para curtir a data


Sobre Petri da Costa

Fanático por cinema e música, colaborou como correspondente na Finlândia para a RockHard-Valhalla de 2002 até 2008, escrevendo reviews de shows e cds. Tem colaborado com a whiplash desde 2007.

Mais matérias de Petri da Costa no Whiplash.Net.