O melhor riff da história do heavy metal, segundo Max Cavalera (ex-Sepultura)
Por Gustavo Maiato
Postado em 02 de março de 2026
Ao longo de sua trajetória à frente do Sepultura, Soulfly, Cavalera Conspiracy e Nailbomb, Max Cavalera sempre deixou claras suas influências. Em entrevista publicada originalmente na revista Metal Hammer (via Loudersound), o músico revisitou os discos que moldaram sua vida - e apontou aquele que considera dono do maior riff da história do heavy metal.
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Ao falar sobre o álbum que gostaria de ter feito, Max não hesitou em citar Black Sabbath e o disco "Sabotage" (1975). O motivo é direto: "Só pelo riff de 'Symptom Of The Universe', que eu acho que é o melhor riff da história do heavy metal." Para ele, a abertura do disco é devastadora. "Aquilo junto com 'Hole In The Sky' como as duas primeiras faixas é brutal. Você não consegue algo melhor do que isso."
Max também destacou o papel fundamental de Motörhead na formação do metal extremo. Sobre o ao vivo "No Sleep 'Til Hammersmith" (1981), afirmou: "É simplesmente brutal. Energia, poder e velocidade… é o originador do thrash." E foi além: "Sem o Motörhead ou sem aquele álbum, provavelmente não existiriam Metallica, Slayer ou Sepultura."
Se por um lado ele reverencia clássicos, por outro não esconde decepções. Ao comentar o disco que "não deveria existir", Max citou "Cold Lake" (1988), do Celtic Frost. "Eu era um grande fã, e quando 'Cold Lake' saiu eu pensei: 'Que lixo é esse?!' Tentando ser glam?! Eu achei que o Tom Warrior estava fazendo uma piada com a gente. Foi uma grande decepção, cara."
Entre memórias afetivas, ele relembrou que seu primeiro álbum foi "Live Killers" (1979), do Queen. "Eu e o Iggor fomos ao show em São Paulo, e no dia seguinte eu fui à loja comprar qualquer coisa do Queen. Eu ouvia todo dia. Acho que foi minha primeira introdução ao heavy metal."
Ao fim da conversa, Max ainda revelou qual disco gostaria que fosse tocado em seu funeral: "Point Blank", do Nailbomb. "Muito revoltado, com raiva, cheio de ódio… Nailbomb era tudo isso. Então seria a maneira perfeita de partir." Já sobre o álbum pelo qual gostaria de ser lembrado, escolheu o debut do Soulfly (1998), destacando o momento pessoal difícil em que foi criado.
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