Symphony X: Review e fotos da apresentação no Via Funchal, em São Paul
Resenha - Symphony X (Via Funchal, São Paulo, 16/06/2007)
Por Denis Fonseca
Postado em 25 de junho de 2007
Desde a última apresentação do Symphony X no país, dois álbuns de estúdio foram lançados, e esta tour veio para promover o mais recente, "Paradise Lost". Muita expectativa para ouvi-lo ao vivo, já que este mostra a mesma qualidade que estamos acostumados a encontrar neste ícone do prog metal.
Fotos: Rafael S. Karelisky
Diferente da primeira passagem, a casa de show desta vez foi bem escolhida, para que o espetáculo acontecesse com o mínimo de qualidade. E o público, que em 2000 foi de no máximo 800 pessoas (nos dois dias), esse ano foi de quase 3.000 pessoas. Para abrir o show a banda recrutada foi o Mindflow, que aparentemente fez um show competente, porém, não empolgou muito.
Pouco depois das 22h30 as luzes se apagam, e logo de cara "Of Sins and Shadows" já fez o Via Funchal ir abaixo. Já se sentia o poder da banda ao vivo. Russel Allen, como sempre, cantando muito e impressionando com sua presença de palco cheia de vontade.
Do novo álbum foram tocadas "Domination", que ficou bem pesada ao vivo; "Set The World On Fire (The Lie Of Lies)" a primeira faixa do "Paradise Lost", com seu refrão grudento, e que mesmo sendo nova surpreendeu com um grande número de pessoas cantando-a; "The Serpent´s Kiss" também soou muito bem ao vivo.
Destaques? Bom, o que dizer de "Evolution", "Smoke And Mirrors" e "Kings Of Terror"? Não precisa dizer nada, apenas que detonaram tudo! Grande atuação da banda inteira, que mostra ser uma das melhores formações do metal na atualidade.
Michael Romeo, Russel Allen, Jason Rullo Michael Pinella e Mike Lepond possuem uma grande sintonia musical, é impossível não ficar bestificado com a qualidade técnica de cada um. Só que mesmo tendo uma técnica apurada, a "pegada metal" fica em segundo plano.
Para finalizar a primeira parte do show, o clássico "Seas Of Lies", com direito a rodinha e Russel Allen brincando com o público.
Após um breve break, a banda voltou para tocar o épico de 25 minutos "The Odissey", com suas passagens variadas e suas nuances... Enfim, uma baita sonzeira para finalizar uma apresentação impecável.
Denis Fonseca é colaborador do Whiplash e da Tv Rock
Outras resenhas de Symphony X (Via Funchal, São Paulo, 16/06/2007)
Receba novidades do Whiplash.NetWhatsAppTelegramFacebookInstagramTwitterYouTubeGoogle NewsE-MailApps



O hit da Legião Urbana que foi mal interpretado como apologia ao fascismo
A criança que irritou Joey Ramone a ponto de inspirar um clássico dos Ramones
U2 volta ao Brasil no início de 2027, diz portal de notícias
As quatro bandas que Dave Mustaine incluiria em um novo Big Four
A formação do Black Sabbath que não funcionou, na opinião de Geezer Butler
Regis Tadeu elege melhores e piores shows do primeiro fim de semana do Rock in Rio 2026
O disco do Iron Maiden com Blaze Bayley que a Metal Hammer considera "metade de um clássico"
A regra de vida que Mick Jagger achava que poderia ter mantido os Beatles juntos
Em 1986, leitores da Kerrang! escolhiam os melhores discos do ano
Quando The Edge pensou em abandonar o U2 por causa dos egos inflamados
O disco do Slayer que é uma "resposta" ao pop punk feito por Green Day e Offspring
O álbum que mostrou por que Janis Joplin era impossível de copiar
Cheetah Chrome, guitarrista do Dead Boys, morre aos 71 anos
Canal crava a tier list definitiva do Iron Maiden e joga um disco no fundo do poço
A música do Judas Priest que tem um dos solos "mais gloriosos" do metal, segundo Rob Halford
A opinião de Paul Di'Anno sobre Bruce Dickinson, que o substituiu no Iron Maiden
Sebastian Bach: quando o pai do Bon Jovi ameaçou matá-lo
A condição de Rafael Bittencourt para que Edu Falaschi seja convidado no Amplifica

Os 10 discos essenciais do metal sinfônico, segundo a Louder
Deicide e Kataklysm: invocando o próprio Satã no meio da pista



