Symphony X: Review e fotos da apresentação no Via Funchal, em São Paul

Resenha - Symphony X (Via Funchal, São Paulo, 16/06/2007)

Compartilhar no FacebookCompartilhar no TwitterCompartilhar no WhatsAppSeguir Whiplash.Net

Por Denis Fonseca
Enviar Correções  






Desde a última apresentação do Symphony X no país, dois álbuns de estúdio foram lançados, e esta tour veio para promover o mais recente, "Paradise Lost". Muita expectativa para ouvi-lo ao vivo, já que este mostra a mesma qualidade que estamos acostumados a encontrar neste ícone do prog metal.

Fotos: Rafael S. Karelisky

Diferente da primeira passagem, a casa de show desta vez foi bem escolhida, para que o espetáculo acontecesse com o mínimo de qualidade. E o público, que em 2000 foi de no máximo 800 pessoas (nos dois dias), esse ano foi de quase 3.000 pessoas. Para abrir o show a banda recrutada foi o Mindflow, que aparentemente fez um show competente, porém, não empolgou muito.

Pouco depois das 22h30 as luzes se apagam, e logo de cara "Of Sins and Shadows" já fez o Via Funchal ir abaixo. Já se sentia o poder da banda ao vivo. Russel Allen, como sempre, cantando muito e impressionando com sua presença de palco cheia de vontade.

Do novo álbum foram tocadas "Domination", que ficou bem pesada ao vivo; "Set The World On Fire (The Lie Of Lies)" a primeira faixa do "Paradise Lost", com seu refrão grudento, e que mesmo sendo nova surpreendeu com um grande número de pessoas cantando-a; "The Serpent´s Kiss" também soou muito bem ao vivo.

Destaques? Bom, o que dizer de "Evolution", "Smoke And Mirrors" e "Kings Of Terror"? Não precisa dizer nada, apenas que detonaram tudo! Grande atuação da banda inteira, que mostra ser uma das melhores formações do metal na atualidade.

Michael Romeo, Russel Allen, Jason Rullo Michael Pinella e Mike Lepond possuem uma grande sintonia musical, é impossível não ficar bestificado com a qualidade técnica de cada um. Só que mesmo tendo uma técnica apurada, a "pegada metal" fica em segundo plano.

Para finalizar a primeira parte do show, o clássico "Seas Of Lies", com direito a rodinha e Russel Allen brincando com o público.

Após um breve break, a banda voltou para tocar o épico de 25 minutos "The Odissey", com suas passagens variadas e suas nuances... Enfim, uma baita sonzeira para finalizar uma apresentação impecável.

Denis Fonseca é colaborador do Whiplash e da Tv Rock


adWhipDin