A banda brasileira que sempre impressiona o baixista Mike LePond, do Symphony X
Por Gustavo Maiato
Postado em 07 de fevereiro de 2026
O Symphony X vem para uma nova turnê pela América Latina em março para celebrar 30 anos de carreira, com três apresentações no Brasil: Curitiba, São Paulo e Rio de Janeiro. A passagem marca a décima visita do grupo ao país e promete um repertório especial, pensado justamente para atender antigos pedidos dos fãs brasileiros.
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Segundo o baixista Mike LePond, em entrevista a Gustavo Maiato, do Whiplash.Net, a escolha do setlist foi um dos maiores desafios da turnê comemorativa. Ele destaca que tocar na América do Sul exige atenção redobrada, justamente pela relação intensa com o público. "Sempre é um grande desafio escolher o repertório, especialmente para uma turnê na América do Sul, porque os sul-americanos nos amam muito e a gente quer deixá-los felizes", afirmou.
LePond explicou que o caráter especial da turnê abriu espaço para resgates inesperados. "Os fãs do Brasil vêm pedindo certas músicas há muitos anos. Dessa vez, vamos tocar algumas canções que eu acho que os brasileiros finalmente vão poder enlouquecer ouvindo", disse, indicando que o repertório não ficará restrito apenas aos discos mais recentes.
Nas últimas excursões, o Symphony X vinha concentrando os shows principalmente nos álbuns Underworld e Paradise Lost, mas o músico garante que isso vai mudar. "Desta vez vamos incluir músicas muito especiais que não tocamos há muitos, muitos anos. Em alguns casos, talvez nunca tenhamos tocado ao vivo", revelou. Ele reforça que a ideia é seguir "um caminho um pouco diferente", aproveitando o momento comemorativo para surpreender o público.
Ao falar da forte ligação com o Brasil, LePond também comentou sua admiração pela cena nacional de metal, citando nominalmente uma banda que sempre o impressionou: o Angra. "Eu conheço muito bem o Angra. Sou amigo do Felipe, o baixista, e eles são uma banda incrível", declarou.
O músico contou que acompanha o grupo brasileiro há muitos anos e que o nível técnico e musical sempre chama sua atenção. "Sempre fico impressionado quando assisto aos vídeos deles. Adoraria vê-los ao vivo algum dia", completou. Apesar de admitir que não conhece profundamente outras bandas brasileiras, ele deixou claro o interesse em se aproximar mais da cena local: "Adoraria aprender mais sobre elas".
Assista abaixo a entrevista completa.
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