Regis Tadeu: morte de Cornell mostra que nem sempre controlamos as angústias
Por Bruce William
Fonte: Regis Tadeu
Postado em 18 de maio de 2017
Regis Tadeu comentou, em sua coluna no Yahoo!, a morte do vocalista Chris Cornell aos 52 anos de idade. Veja o texto completo neste link.
Ninguém esperava a morte dele. Foi repentina, surpreendente e, segundo as primeiras análises da polícia que investiga o caso, um provável suicídio. Se isso for confirmado, aí sim não seria uma surpresa tão grande para mim. Chris Cornell sempre exalou uma inegável angústia em tudo o que fez e cantou.
Ele parecia ter uma fórmula para as diferentes abordagens de interpretação ao longo de sua carreira: usar da tristeza o combustível para cantar qualquer canção. Não lembro de ouvir uma única música em que ele estivesse envolvido que exalasse algum tipo de alegria, fosse no Soundgarden, no Audioslave, no projeto Temple of the Dog ou em sua carreira solo. Quando o sucesso chegou no auge do grunge, Cornell assumiu desde então uma postura que sempre dava muitas pistas a respeito dos tormentos que sua alma devia sofrer com a repentina exposição. Exilado em si mesmo, ele parecia olhar o mundo ao seu redor com uma eterna desconfiança.
Comente: Você sentia esta angústia no trabalho de Chris?
Morte de Chris Cornell
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