Zanirati e Os Aleatório: Colhendo os frutos da persistência
Por Mateus Rister
Fonte: Insanity Records
Postado em 29 de julho de 2018
Com bases no Rock N’ Roll e na Psicodelia, o projeto solo de STEVAN ZANIRATI, "ZANIRATI E OS ALEATÓRIO", chega a metade de 2018 como um dos grupos mais atuantes da região metropolitana de Porto Alegre. Com formação estável desde o início do ano, o quarteto, que além de Stevan (vocal e guitarra), conta com Felipe Seadi (guitarra), Marcelo Bacci (baixo) e Rafael Santos (bateria), segue divulgando o "Álbum Aleatório", lançado em 2017 e começa a planejar os próximos passos da carreira.
O grupo nos concedeu uma entrevista em que contam mais detalhes sobre o futuro do "ZANIRATI E OS ALEATÓRIO":
Mateus Rister: Como o projeto surgiu?
Stevan Zanirati: Após o término do LIVERPOA, minha antiga banda, resolvi partir para a carreira solo, mas acompanhado de músicos de outras bandas, como apoio nos shows. Assim surgiu a ideia de montar "ZANIRATI E OS ALEATÓRIO", pelo fato de os músicos nunca serem os mesmos, em numa formação aleatória, pelo menos no começo. O Projeto começou em 2014 com essa rotatividade de músicos, mas algumas formações tiveram mais durabilidade em 2015 e 2016. No ano seguinte o projeto deu um tempo, retornando em 2018 com o Felipe Seadi na Guitarra, Marcelo Bacci no baixo e Rafael Santos na bateria.
Mateus Rister: Quais as principais influências do grupo?
Stevan Zanirati: Minhas principais são os sons dos anos 60, sendo elas bandas de Rock da Inglaterra, EUA e Brasil, JÚPITER MAÇÃ, Jovem Guarda e o movimento tropicalista. Mas gosto de escutar diversos estilos de som.
Rogerio Antonio dos Anjos | Luis Alberto Braga Rodrigues | Efrem Maranhao Filho | Geraldo Fonseca | Gustavo Anunciação Lenza | Richard Malheiros | Vinicius Maciel | Adriano Lourenço Barbosa | Airton Lopes | Alexandre Faria Abelleira | Alexandre Sampaio | André Frederico | Ary César Coelho Luz Silva | Assuires Vieira da Silva Junior | Bergrock Ferreira | Bruno Franca Passamani | Caio Livio de Lacerda Augusto | Carlos Alexandre da Silva Neto | Carlos Gomes Cabral | Cesar Tadeu Lopes | Cláudia Falci | Danilo Melo | Dymm Productions and Management | Eudes Limeira | Fabiano Forte Martins Cordeiro | Fabio Henrique Lopes Collet e Silva | Filipe Matzembacher | Flávio dos Santos Cardoso | Frederico Holanda | Gabriel Fenili | George Morcerf | Henrique Haag Ribacki | Jorge Alexandre Nogueira Santos | Jose Patrick de Souza | João Alexandre Dantas | João Orlando Arantes Santana | Leonardo Felipe Amorim | Marcello da Silva Azevedo | Marcelo Franklin da Silva | Marcio Augusto Von Kriiger Santos | Marcos Donizeti Dos Santos | Marcus Vieira | Mauricio Nuno Santos | Maurício Gioachini | Odair de Abreu Lima | Pedro Fortunato | Rafael Wambier Dos Santos | Regina Laura Pinheiro | Ricardo Cunha | Sergio Luis Anaga | Silvia Gomes de Lima | Thiago Cardim | Tiago Andrade | Victor Adriel | Victor Jose Camara | Vinicius Valter de Lemos | Walter Armellei Junior | Williams Ricardo Almeida de Oliveira | Yria Freitas Tandel |
Marcello Bacci: Minhas influências são MPB, Pop, Rock e Hard Rock.
Rafael Santos: Rock N’ Roll, Blues, Jovem Guarda, Música popular/romântica (pejorativamente conhecida como "brega").
Felipe Seadi: Rock N’ Roll, Jazz, Rap, Samba, Reggae, Eletrônico.
Mateus Rister: Como funciona o processo de composição?
Stevan Zanirati: O processo é um pouco aleatório também, sendo que não é algo que resolvo fazer de maneira intencional, do tipo, "hoje vou fazer uma música‘’. Quando ela bate na mente, logo reproduzo da forma que vem no violão. Alguns ajustes sempre são necessários, mas fazer música já se tornou um hábito. Como o projeto se refere a carreira solo, as músicas são de minha autoria, o que me deixa honrado de ter essa forte banda se fixando cada vez mais.
Mateus Rister: Atualmente, o grupo é um dos mais ativos da grande Porto Alegre. Que conselhos vocês podem dar para bandas que encontram dificuldades em agendar shows?
Stevan Zanirati: Estamos com uma boa média de shows este ano, especialmente se tratando de uma banda independente. Eu, particularmente, queria poder tocar quase todos os dias, mas isso só seria possível se tivéssemos um retorno financeiro que nos possibilitasse de levar a vida só com a música. Mas enfim, quem entra nessa tem um objetivo maior que é fazer música, as outras coisas aparecem para quem corre atrás. Não sou a melhor pessoa pra aconselhar, mas posso passar algumas experiências para aqueles que estejam afim. Antigamente eu ficava estressado por não conseguir o que procurava, com as portas fechadas e caras feias diante ao meu trabalho, mas com o tempo fui aprendendo a ter paciência e assim foram surgindo coisas melhores. O principal é que fui cuidando mais das composições e focando em realizar um trabalho de qualidade. Tendo um bom material pra lançar, as oportunidades começam a aparecer. Sempre busco manter a humildade. Não podemos nos contentar com pouco e ficar achando que estamos fazendo grande coisa. Pelo contrário, temos que buscar aprender cada vez mais. No caso das bandas independentes, em que geralmente seus integrantes têm de fazer mais do que compor, tocar e gravar, quando forem correr atrás de shows, não podem se decepcionar nas tentativas negadas, a pouco público ou coisas do tipo. Faça um bom trabalho, o que importa é o que fica.
DA ESQUERDA PARA A DIREITA: MARCELO BACCI (BAIXO); STEVAN ZANIRATI (VOCAL E GUITARRA); RAFAEL SANTOS (BATERIA) E FELIPE SEADI (GUITARRA) / FOTO: SUSANA TAVARES
Mateus Rister: Como está a agenda de shows?
Stevan Zanirati: Nossos próximos shows serão nas cidades de Porto Alegre e Teutônia.
05/08 – Festival de Musica Cultural e Social da Vila Nova – Porto Alegre
11/08 – Pier X Iguatemi – Porto Alegre
15/09 – Studio 941 – Porto Alegre
27/10 – Taberna – Teutônia
Mateus Rister: Que novidades podemos esperar do "ZANIRATI E OS ALEATÓRIO"?
Stevan Zanirati: Em novembro de 2017 lancei um disco solo (Álbum Aleatório), tendo lançado antes disso alguns singles. Agora com nova formação, pretendemos começar a gravar assim que possível. Reuniremos todo o material e provavelmente lançaremos um novo álbum em 2019, mas um single é bem possível de rolar esse ano, assim como videoclipes de algumas das músicas do "Álbum Aleatório", além de um vídeo profissional com a banda.
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