Def Leppard: "É incrível estar no clube dos Stones, Beatles, Who e Queen"
Por Igor Miranda
Fonte: Rolling Stone
Postado em 13 de dezembro de 2018
O vocalista Joe Elliott, do Def Leppard, celebrou a nomeação de sua banda para o Rock And Roll Hall Of Fame em entrevista à Rolling Stone. O grupo será homenageado com entrada na classe de 2019, junto de Radiohead, The Cure, The Zombies, Roxy Music, Stevie Nicks e Janet Jackson.
Elliott disse que buscou não se empolgar tanto com a disputa até que a nomeação, de fato, chegasse. No entanto, ele expressou felicidade pela votação pública, que contou como um dos mil votos da curadoria do Hall Of Fame - e, com mais de 500 mil cliques, pôs o Def Leppard entre o preferido do público para o evento de 2019.
"Vimos o que a votação dos fãs estava fazendo. Sabemos que pessoas do planeta todo estavam entrando todos os dias para votar. Éramos informados de como disparamos na frente de Stevie Nicks e de comentários como: 'sabia que todo vencedor da votação popular acaba sendo introduzido?'", afirmou.
Após os nomes para homenagem terem sido anunciados, na manhã desta quinta-feira (13), Joe Elliott extravasou. "Agora, podemos parar de prender a respiração e dizer: 'ótimo, é incrível estar no mesmo clube que os Rolling Stones, Beatles, The Who, Queen e etc'. É legal, é um bom clube para se estar", disse.
Embora a homenagem seja agradável ao Def Leppard, Joe Elliott descreveu como "engraçado" saber que a banda entrou para o Hall Of Fame antes de nomes tão influentes para eles, como Mott The Hoople e T. Rex. "É uma instituição muito americana. A influência da música britânica nos artistas americanos ao longo dos anos, especialmente nos anos 1960 e 1970 com bandas como os Rolling Stones, The Who, Led Zeppelin, Beatles e Black Sabbath foi enorme. No entanto, há bandas que não foram tão populares e não emplacaram nos Estados Unidos, mas eram muito influentes. Estou chocado que o Roxy Music tenha entrado. Muitos americanos não os conheciam até 'Avalon' (1982), mas em 1972, com "Virginia Plain" (1972), eles e David Bowie mudaram a face da música pop", afirmou.
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