Iron Maiden: pressão ao fazer "The Number of the Beast" foi forte, diz Steve Harris
Por Igor Miranda
Fonte: Trunk Nation / Blabbermouth
Postado em 15 de fevereiro de 2020
O Iron Maiden construiu uma carreira sólida desde o primeiro álbum, mas foi em "The Number of the Beast" (1982) que a banda se tornou lendária. Foi neste disco que o vocalista Bruce Dickinson estreou no grupo, substituindo Paul Di'Anno e oferecendo uma sonoridade diferente.
Em entrevista ao jornalista Eddie Trunk, transcrita pelo Blabbermouth, o baixista e líder Steve Harris refletiu sobre "The Number of the Beast". O músico destacou que a banda sofreu grande pressão - e não foi exatamente pela mudança de formação, mas pelo fato de que todas as composições já haviam sido gastas nos dois primeiros álbuns, "Iron Maiden" (1980) e "Killers" (1981).
"Foi porque usamos praticamente todo o material que criamos no passado. Antes do primeiro álbum, foi um período de 4 anos e meio antes de conseguirmos um contrato com gravadora. Tínhamos muito material que já existia, tocando nos shows, então só gravamos. No segundo álbum, só fizemos umas três músicas novas, pois o resto já era tocado em shows", afirmou.
O material apresentado no palco já havia sido "testado" e aprovado pelos fãs, por isso, o Iron Maiden demonstrou segurança nos dois primeiros álbuns. No terceiro, "The Number of the Beast", tudo seria novo.
"Quando fomos para o terceiro disco, foi como: 'o que faremos agora?'. Essa pressão foi violenta e não tínhamos muito tempo. Na época, estávamos no ritmo de álbum e turnê - e funcionava. Então, pensamos: 'sabe... aquilo funcionou bem, vamos fazer da mesma forma novamente'. Tinha que ser assim. Se tinha uma turnê em seguida, era isso", disse.
Ainda durante o bate-papo, Steve Harris disse que aqueles tempos foram "assustadores", mas "terapêuticos". "Nós fomos para cima e tínhamos que chegar com coisa boa. O pensamento era: 'é isso, está na hora, você precisa fazer isso'", concluiu.
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