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Bangers Open Air

O Monsters of Rock 2026 entregou o que se espera de um grande festival

Resenha - Monsters Of Rock (Allianz Parque, São Paulo, 04/04/2026)

Por
Postado em 05 de abril de 2026

Não sou especialista em música, mas tenho o hábito de assistir a vídeos de bandas antes de festivais para entrar no clima. Quando saiu o line-up do Monsters of Rock 2026, fiz exatamente isso: fui ver apresentações das bandas confirmadas. Ainda assim, fica claro - vídeo nenhum traduz o que é o ao vivo.

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Confesso que, quando vi Jayler e Dirty Honey no line-up, torci o nariz. Mas o palco costuma resolver essas dúvidas - às vezes rápido.

O Jayler foi a primeira surpresa. Som firme, presença segura e um destaque evidente para o vocalista James Bartholomew, com um alcance que chama atenção. Pegaram um público ainda chegando, mas entregaram intensidade. Ainda é cedo para qualquer projeção maior, mas tem base ali.

Na sequência, o Dirty Honey confirmou a boa impressão. Liderados por Marc LaBelle, que tem carisma de sobra, a banda ganhou o público com facilidade - principalmente quando o vocalista desceu para o meio da galera. Show direto, sem enrolação, funcionando como uma abertura tem que funcionar.

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A primeira quebra de ritmo veio com Yngwie Malmsteen. Técnica ninguém discute. Mas, dentro de um dia voltado ao hard rock, o show soou fora de lugar. Solos longos, clima mais contemplativo e pouca resposta do público. Ficou mais próximo de uma demonstração técnica do que de um momento de festival. Para quem é fã, valeu. No conjunto, destoou. Talvez encaixasse melhor em algo como o Bangers Open Air, ao lado de nomes como Angra.

O festival ganhou outra cara com o Halestorm. A entrada da banda mudou a energia, muito por causa de Lzzy Hale, que domina o palco. Em um dos momentos mais marcantes, ela segurou o palco sozinha em um trecho apenas de voz - direto, sem apoio, e com uma potência que chamou atenção. Foi ali que o show virou, com o público passando a responder de forma mais intensa do começo ao fim.

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Depois veio o Extreme, com uma apresentação equilibrada. Ao vivo, a banda se mostra uma das mais ajustadas do festival, com uma fidelidade de áudio impressionante e execução precisa. Gary Cherone aparece ligado o tempo todo, com energia alta do início ao fim. O ponto mais alto veio com More Than Words, quando o estádio inteiro cantou junto, criando um dos momentos mais marcantes da noite. Nuno Bettencourt mostrou toda sua habilidade, sempre a serviço da música - o que fez diferença no resultado final.

Então entrou o Lynyrd Skynyrd - e ali o festival atingiu seu ponto mais alto, com o melhor show da noite. Em uma apresentação carregada de emoção, a banda construiu uma sequência de clássicos que manteve todo mundo completamente envolvido. Johnny Van Zant conduziu com segurança, e o público respondeu à altura. Em Tuesday's Gone, o clima mudou: o telão mostrou fãs chorando, ampliando ainda mais a conexão. Em Simple Man, o coro foi forte do começo ao fim. No bis, Free Bird trouxe Ronnie Van Zant no telão, fechando com um peso emocional raro em festivais.

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No fim, Guns N' Roses entrou com a expectativa lá em cima. Axl Rose apareceu mais inteiro - e com a voz em boa forma. Em Estranged, o público fez os tradicionais "golfinhos", criando um daqueles momentos que só acontecem ao vivo. Bad Apples voltou ao set depois de 21 anos, surpreendendo. Teve também Junior's Eyes, como homenagem a Ozzy Osbourne, e Dead Horse, pouco tocada e apresentada por aqui. O show teve momentos irregulares, principalmente com músicas menos conhecidas, mas no geral funcionou.

No fim das contas, o Monsters of Rock 2026 entregou o que se espera de um grande festival. Sete bandas, cerca de 12 horas de música e um pacote que faz sentido dentro do cenário atual. Segue sendo um dos principais eventos de rock do país - e dessa vez, com mais acertos do que dúvidas. Valeu a pena.

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Sobre Fábio Ruivo Brolo

Fábio Ruivo Brolo, 21 anos, formado em tecnólogo em informática. Jundiaiense, Gunner desde os 13 anos de idade após assistir pela primeira vez o clipe de November Rain em um DVD que continha diversos clipes de rock. Além do Guns tem como bandas preferidas os grandes nomes do Heavy Metal e do Hard Rock. Tentando ainda em fase inicial se tornar um bom guitarrista um dia, porém enquanto não consegue se esforça para pelo menos contribuir com o mundo do rock com boas notícias e informações. Twitter @FBROLO.
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