Irene Jansen: retorno aos estúdios com o Alarion

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Por Jess Castro, Fonte: Floor Jansen - Head up High
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Quando pensamos em versatilidade e alcance vocal, sabemos que isso é de família. Não, agora não estamos falando de FLOOR JANSEN, mas de sua irmã mais nova, IRENE JANSEN.

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Caso você não saiba, as irmãs dividiram os palcos diversas vezes. Desde a performance em 'Into The Black Hole' - Star One à mais marcante e também conhecida performance de 'Who I Am - After Forever, no ano de 2007. Participou da apresentação de 'The Power of Love' com o Stream of Passion em 2014, e, claro, conhecida pelo seu excelente trabalho no Ayeron, liderado por Arjen Anthony Lucassen e, recentemente, Irene Jansen realizou uma excelente apresentação em 'The Human Quantion' - Ayeron, interpretando da melhor forma possível, a personagem intitulada de PASSION, em 2015.

Após 10 anos, IRENE JANSEN nos dá essa 'bomba', sobre o seu retorno em estúdio. O 'Floor Jansen - Head up High' foi atrás, e o resultado você encontra a seguir:

Head up High: Durante esses anos de inatividade (de estúdio, no caso), você mencionou ter focado somente em estudos e trabalho. Dentro deste período ocorreu a maternidade também. Como foi sua forma de pensar para conciliar entre o que ocorre dentro da carreira musical, e a maternidade?

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Irene: Eu queria muito ter um diploma e uma boa formação. Como eu estava me saindo bem na carreira musical naquela época, uma hora as coisas me pareceram muito difíceis e muito desgastantes de serem feitas ao mesmo tempo e bem. Eu tomei uma decisão racional de me concentrar em apenas uma coisa, pois eu poderia cantar em qualquer momento da minha vida, mas que a hora de estar era aquela.

Essa decisão permitiu que eu me concentrasse apenas nos meus estudos e tudo o que envolvia esse universo. Pra falar a verdade, não foi difícil deixar a música um pouco de lado. Eu aproveitei ao máximo a oportunidade de explorar as minhas outras qualidades (em termos acadêmicos, intelectuais e profissionais) e viver a vida como uma universitária normal.

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Felizmente, eu consegui me formar e construir a minha carreira de maneira sólida, além de construir uma vida junto do meu marido, que esteve comigo e me apoiou nessas decisões todas desde o começo.

Head up High: Hoje em dia é muito comum as bandas serem lideradas por mulheres. Um artista precisa constantemente se reinventar para permanecer dentro do que é considerado inovador. A partir da sua união ao Alarion, quais elementos você trouxe para que o álbum Waves of Destruction se destaque dos demais?

Irene: Sou conhecida pelo meu canto intenso, que é o meu ponto forte. No entanto, ainda sou capaz de fazer mais do que isso, pois consigo cantar em tons mais delicados e suaves também (ou até mesmo mais voltados pro jazz ou blues) e é por isso, inclusive, que eu gravei uma versão acústica de uma música neste álbum.

Head up High: A respeito de sua voz: Poderia nos falar um pouco sobre sua classificação vocal, técnica, alcance e o que você tem feito para manter sua voz protegida?

Irene: Eu procuro me aquecer direitinho antes de começar a cantar qualquer coisa, além de me concentrar na respiração. Estas são, basicamente, as técnicas que recomendo. Cantar é algo complexo e eu estaria mentindo se dissesse que sou capaz de ensinar ou explicar os pormenores das técnicas de canto. Mas com certeza estou seguindo na direção certa.

Não sei o meu alcance vocal, mas parece que não há muitas barreiras para mim. Para ser honesta, não me importo muito com toda a parte técnica. Acho que cantar é sentir e que é algo que vem de dentro de mim mesma, então não costumo me concentrar muito na teoria por trás de tudo isso. Eu costumo conseguir cantar aquilo que quero cantar e sei que consigo alcançar um Sol Maior (G) com toda voz. Isso é um tom alto, certo?

Eu não fiz muita coisa para cuidar da minha voz ao longo dos anos. Me sinto até meio mal quando vejo todas as pessoas no meio musical que tomam extremo cuidado com os seus instrumentos e treinam sem parar, mas eu sinto que não preciso fazer isso. Por outro lado, nunca saberemos do que sou capaz até que tenha treinado e cuidado da minha voz dessa maneira.

Head up High: Temos em vista que o 'domínio' do metal é, em sua maioria, masculino. Você, mulher, estando envolvida neste universo, sente algum tipo de preconceito ou comportamento do qual te desagrade ou que discrimine?

Irene: Bom, essa foi uma surpresa pra mim, mas talvez por ser holandesa. De forma resumida: não. Não vejo isso acontecer.

ALARION - Trailer com Irene Jansen

Lançamento: Junho de 2016
Campanha Crowdfund:
http://igg.me/at/alarion




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Sobre Jess Castro

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