Grandes álbuns da década: The Living Infinite, do Soilwork
Resenha - Living Infinite - Soilwork
Por Mateus Ribeiro
Postado em 12 de dezembro de 2019
Lançado em março de 2013, "The Living Infinite" é o nono álbum de estúdio da banda sueca Soilwork. É o primeiro disco a contar com o guitarrista David Andersson, que substituiu o membro fundador e compositor Peter Wichers, que deixou a banda pela segunda vez no ano de 2012. É o único disco duplo de estúdio da banda lançado até hoje.

Quem já teve o prazer de ouvir qualquer trabalho da banda, sabe que o padrão de qualidade do Soilwork é extremamente alto. Só isso seria suficiente para ouvir "The Living Infinite". Porém, o álbum consegue superar qualquer outro trabalho lançado anteriormente, até mesmo o estupendo "The Panic Broadcast".
Ao contrário do que alguns imaginavam, a saída do guitarrista e compositor Peter Wichers não fez a peteca da banda cair no quesito qualidade. Do início ao fim, o disco traz doses de peso, velocidade e melodia em um show de versatilidade, virtuosismo e bom gosto. É uma espécie de "coletânea de inéditas", unindo todas as características do Soilwork, batendo tudo em um liquidificador, com o resultado final passando por um belíssimo trabalho de lapidação.

Para escrever um disco com vinte músicas e manter a qualidade em alta, o trabalho não poderia ter sido executado por qualquer zé mané. E se tem algo que o Soilwork sempre manteve em suas fileiras, foram bons músicos.
Seria injusto destacar qualquer performance, já que TODOS deram uma verdadeira aula. Porém, o que o vocalista Björn Strid faz em "The Living Infinite" é covardia. Alternando vocais limpos com os tradicionais trechos mais raivosos, o vocalista tem uma performance estupenda, capaz de agradar até mesmo quem nunca ouviu nenhum trabalho anterior do grupo.
Rogerio Antonio dos Anjos | Luis Alberto Braga Rodrigues | Efrem Maranhao Filho | Geraldo Fonseca | Gustavo Anunciação Lenza | Richard Malheiros | Vinicius Maciel | Adriano Lourenço Barbosa | Airton Lopes | Alexandre Faria Abelleira | Alexandre Sampaio | André Frederico | Ary César Coelho Luz Silva | Assuires Vieira da Silva Junior | Bergrock Ferreira | Bruno Franca Passamani | Caio Livio de Lacerda Augusto | Carlos Alexandre da Silva Neto | Carlos Gomes Cabral | Cesar Tadeu Lopes | Cláudia Falci | Danilo Melo | Dymm Productions and Management | Eudes Limeira | Fabiano Forte Martins Cordeiro | Fabio Henrique Lopes Collet e Silva | Filipe Matzembacher | Flávio dos Santos Cardoso | Frederico Holanda | Gabriel Fenili | George Morcerf | Henrique Haag Ribacki | Jorge Alexandre Nogueira Santos | Jose Patrick de Souza | João Alexandre Dantas | João Orlando Arantes Santana | Leonardo Felipe Amorim | Marcello da Silva Azevedo | Marcelo Franklin da Silva | Marcio Augusto Von Kriiger Santos | Marcos Donizeti Dos Santos | Marcus Vieira | Mauricio Nuno Santos | Maurício Gioachini | Odair de Abreu Lima | Pedro Fortunato | Rafael Wambier Dos Santos | Regina Laura Pinheiro | Ricardo Cunha | Sergio Luis Anaga | Silvia Gomes de Lima | Thiago Cardim | Tiago Andrade | Victor Adriel | Victor Jose Camara | Vinicius Valter de Lemos | Walter Armellei Junior | Williams Ricardo Almeida de Oliveira | Yria Freitas Tandel | Sobre destacar alguma música, é ideal ouvir o álbum do início ao fim, pois todas as faixas são excelentes. Porém, vale a pena ouvir com muito carinho as seguintes pérolas: "Tongue", as duas partes de "The Living Infinite", "Spectrum of Eternity", "This Momentary Bliss", "Parasite Blues", "The Windswept Mercy" e "Antidotes in Passing".

Um disco que em seus quase 90 minutos não soa enjoativo em momento algum. Sem sombra de dúvidas, além de ser um dos melhores discos do Soilwork, "The Living Infinite" é um dos grandes álbuns da década.
Data de lançamento: 01 de março de 2013
Tracklist:
Disco 1
"Spectrum of Eternity"
"Memories Confined"
"This Momentary Bliss"
"Tongue"
"The Living Infinite I"
"Let the First Wave Rise"
"Vesta"
"Realm of the Wasted"
"The Windswept Mercy"
"Whispers and Lights"
Disco 2
"Entering Aeons"
"Long Live the Misanthrope"
"Drowning with Silence"
"Antidotes in Passing"
"Leech"
"The Living Infinite II"
"Loyal Shadow"
"Rise Above the Sentiment"
"Parasite Blues"
"Owls Predict, Oracles Stand Guard"

Formação
Björn Strid: vocal
Sylvain Coudret: guitarra
David Andersson: guitarra
Ola Flink: baixo
Sven Karlsson: teclado
Dirk Verbeuren: bateria
Sou o redator da matéria e autorizo a publicação. - -

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