Amok: Thrash Metal despretensioso e de qualidade

Resenha - Somewhere in the West - Amok

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Por Vitor Franceschini
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Nota: 8

O texto representa opinião do autor, não do Whiplash.Net ou dos editores.


Sabe aquele Thrash Metal desencanado? Seguindo a linha dos bons tempos de Anthrax e Nuclear Assault? É mais ou menos isso que os escoceses do Amok mostram neste segundo álbum. Mais ou menos porque a banda impõe suas características e demonstra uma ótima coesão.
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A banda mostra uma forte consistência nos riffs, que se destacam também devido aos ótimos timbres e execução certeira. Com solos bem encaixados, além do peso na medida certa enfatizado pela cozinha, a banda faz um som de primeira linha, que soa atual, mesmo carregando influências ‘old school’.

Há muito de Metallica do início de carreira também, principalmente na parte instrumental. Os vocais de Stephen Matulevicze, apesar de agressivos, não soam esganiçados e casam perfeitamente com a sonoridade da banda, fugindo um pouco do comum.

A única ressalva fica por conta das músicas serem longas e às vezes cansarem um pouco o ouvinte, já que a média é de seis minutos. Porém, não é um fator preponderante que tira o brilho do resultado final. O Amok surgiu em 2004 e de lá pra cá gravou cinco demos e dois full-lengths.

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Sobre Vitor Franceschini

Jornalista graduado tem como principal base escrever sobre Rock e Metal, sua grande paixão. Ex-editor do finado Goredeath Zine, atual comandante do blog Arte Metal, além de colaborador de diversos veículos do underground.

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