Accept: Fechando a trinca com chave-de-ouro

Resenha - Blind Rage - Accept

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Por Vitor Franceschini
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Nota: 9

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“Blind Rage” fecha a trinca de ferro iniciada por “Blood Of The Nations” (2010) e, posteriormente, “Stalingrad: Brothers in Death” (2012). Álbuns que marcaram o retorno triunfal do Accept, tendo como frontman o carismático Mark Tornillo, uma escolha mais do que acertada.
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Impressiona a qualidade destes três trabalhos e como a banda conseguiu manter suas características moldadas no início dos anos 80 quando lançou os clássicos “Restless and Wild” (1982), “Balls To The Wall” (1983) e “Metal Heart” (1985). Aliás, única trinca que talvez supere esta atual.

“Blind Rage” tem como diferencial de seus antecessores a pegada mais agressiva e uma maior variação de ritmos. A essência se mantém, mostrando uma banda tinindo e composições de alto calibre, todas com a marca registrada do Accept: riffs a esmo e refrãos em coro.

Como já ficou comprovado nos dois álbuns anteriores, Mark Tornillo é um ótimo vocalista e, apesar da semelhança com o timbre do saudoso Udo Dirkschneider, o norte-americano parece mais ser versátil. Aliás, Tornillo é mais um caso de vocalista que se encaixou perfeitamente e faz com que quase toda saudade do baixinho Udo se vá.

Stampede, Dying Breed, Fall of The Empire (um dos riffs mais pesados da banda), 200 Years e seus riffs cavalgados típicos do Accept, além de Final Journey, podem ser os destaques de “Blind Rage” nessa tortuosa missão de destacar algo em um álbum como este.

A versão nacional traz ainda um DVD bônus gravado em Santiago, no Chile, durante a turnê de “Stalingrad”. A apresentação é memorável, direta, sem muito papo com a galera. O repertório mescla clássicos como Breaker, Monsterman, Fast As Shark, Metal Heart, Balls to The Walls com sons mais novos como Hellfire e a já clássica Stalingrad. Com uma captação profissional o DVD acaba se tornando um bônus de luxo.

Se o Accept resolvesse encerrar a carreira após “Blind Rage” teria sido no auge de sua capacidade de compor e muito mais digno do que quando a banda encerrou as atividades da última vez com o mediano “Predator” (1996). O melhor disso tudo é que a banda não parece estar interessada nisso e vai muito bem, obrigado.

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Sobre Vitor Franceschini

Jornalista graduado tem como principal base escrever sobre Rock e Metal, sua grande paixão. Ex-editor do finado Goredeath Zine, atual comandante do blog Arte Metal, além de colaborador de diversos veículos do underground.

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