Accept: Perfeição e competência sempre!
Resenha - Blind Rage - Accept
Por Leandro Fernandes
Postado em 17 de agosto de 2014
Morre Phil Campbell, guitarrista que integrou o Motörhead por mais de 30 anos
Nota: 10 ![]()
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Todos sabem da força monstruosa que o Accept detém por todos esses anos, algo realmente incontestável. "Blind Rage" veio realmente pra comprovar e firmar que o saudoso Udo Dirkschneider (grande vocalista) realmente faz parte do passado da banda.
Mark Tornillo tem uma capacidade vocálica que realmente é deixar qualquer um boquiaberto com seus agudos e "arranhaduras" feitas por suas cordas vocais. Temos aqui no belo "Blind Rage" onze perfeitas faixas que com certeza foram produzidas com bastante cuidado, pois a qualidade imposta é realmente algo surpreendente.
Começando o disco com a poderosa "Stampede", iniciada por uma bela introdução emendada com um riff matador e veloz com o refrão sendo divido por Mark e os backings, chegando a ser grudento e como toca o Sr. Stefan Schwarzmann! Música realmente digna de abrir um disco e com certeza os shows. Seguindo para uma pegada oitentista "Dying Breed" é recheada de excelentes passagens e variações, vocal firme e excelentes solos.
Uma música que impressiona logo de cara é a grande "Dark Side of My Heart", marcante a cada segundo, nos dá a impressão que é algo que não entrou no disco "Eat the Heat", comprovando a fidelidade da banda em se manter sempre dentro daquilo que os tornou grandes.
"Fall of the Empire" é cadenciada em um heavy metal mais arrastado, soando em momentos como uma pseudo balada, belo refrão com coros ao fundo. "Trail of Tears" é quebradeira do início ao fim, com um riff empolgante e Mark cantando de forma monstruosa. Para os fãs de um som mais refinado e "tranquilo", a belíssima "Wanna Be Free" se encarrega de fazer esse papel de forma digna e perfeita, com um refrão forte e cativante, boas bases de guitarra e um solo perfeito.
Mostrando a pegada realmente "old school" da banda, coisa sempre será evidente, "200 Years" e "Bloodbath Mastermind" relatam bem a fase primordial, bastante pegada e melodias acima da média. "The Curse" causa uma euforia e remete ao saudosismo de imediato, chegando a lembrar de um dos clássicos da banda "Head Over Heels".
Enfim, encerrando o disco que pode entrar fácil na lista dos melhores do ano, "Final Journey" resume tudo aquilo que foi feito no disco: perfeição e competência sempre! Esse disco realmente mostrou que o grande Mark Tornillo está realmente em casa e com toda certeza a banda mostrou que sempre será forte sem fazer muito esforço.
Músicas:
01. Stampede
02. Dying Breed
03. Dark Side of My Heart
04. Fall of the Empire
05. Trail of Tears
06. Wanna Be Free
07. 200 Years
08. Bloodbath Mastermind
09. From the Ashes We Rise
10. The Curse
11. Final Journey
Membros:
Mark Tornillo - vocal
Wolf Hoffmann - guitarra solo
Herman Frank - guitarra rítmica
Peter Baltes - baixo
Stefan Schwarzmann - bateria
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